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Pinacoteca do Estado de São Paulo

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O prédio da Pinacoteca foi projetado por Ramos de Azevedo em 1887, O propósito original era ser a sede do Liceu de Artes e Ofícios. Em 1901, o edifício em estilo neo-renascentista italiano passou a abrigar também a Pinacoteca do Estado. Em 1905, é inaugurada como sendo o primeiro museu de arte de toda a cidade de São Paulo.

Porem o museu mesmo só começou a funcionar em 1911 com a 1ª- Exposição Brasileira de Belas-Artes, a partir das primeiras doações à Pinacoteca de obras dos artistas Pedro Alexandrino e Benedito Calixto, entre outros.

No governo de Mário Covas  passou por uma grande reforma, e hoje abriga inúmeras exposições. Já foram expostas na Pinacoteca do Estado às obras de Rodin e de Miró.

A arte da Pinacoteca tem características brasileira do século XIX e seu acervo é importante para São Paulo, uma vez que as 4 mil peças reunidas são em sua maioria de  artistas paulistas como: Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Oscar Pereira da Silva, além de obras representativas de Cândido Portinari, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti.

O Pavilhão das Artes, localizado no Parque do Ibirapuera, também faz parte da Pinacoteca e abriga exposições de grande importância artística.

Horário de Funcionamento e Telefones para Contato

De terça a domingo, das 10h às 17h30
Praça da Luz, 2 - Luz - São Paulo/SP - CEP 01120-010
Fone: (11) 3324-1000 / (11) 3229-984
Fax: (11) 3229-9844, ramal 229

Entrada: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
Grátis aos sábados
Visitas Monitoradas: Ligar no telefone 3227-1655 e agendar visita

Por: Marysol Neuburg Barricelli.

A Obra e o Destino; Mostra inédita leva trabalhos de Odilla Mestriner ao Espaço Cultura Citi

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Pintora, desenhista e gravadora nascida em Ribeirão Preto, Odilla Mestriner (1928-2009) nunca saiu de sua cidade natal e, mesmo assim, deixou importante contribuição para as artes visuais do país, participando de sete Bienais de São Paulo e tendo suas criações nos acervos dos mais importantes museus e instituições brasileiros.

A exposição A Obra e o Destino, com curadoria de Jacob Klintowitz, traz 32 trabalhos entre pinturas, desenhos e gravuras, realizados em cinco décadas, de 1960 a 2007, que pontuam sua carreira. Cerca de 40% da mostra é inédita para o grande público, assim como seu caráter antológico, propondo uma leitura mais abrangente e panorâmica da artista. Está é a primeira individual da artista após seu falecimento em 10 de fevereiro do ano passado.

A Obra e o Destino abre no Espaço CulturaL Citi da Av. Paulista em 26 de janeiro e se encerra em 26 de fevereiro de 2010.

O Espaço Cultural Citi é uma galeria pública visitada mensalmente por cerca de 50 mil pessoas que trafegam entre a Avenida Paulista e a Alameda Santos. O espaço mantém a sua vocação de mostrar obras de arte no centro vital de São Paulo. Desde 2005, passaram por ali as obras de nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli, Cláudio Tozzi, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Odetto Guersoni, Ivald Granato, Takashi Fukushima, Caciporé Torres, Sérgio Lucena e a ceramista Shoko Suzuki, além de jovens que se firmam como Luciana Maas e Manu Maltez, entre outros.

O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone 11.4009.3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas. Acesso a portadores de deficiência física pela Alameda Santos, 1146. A entrada é gratuita. 

Odilla Mestriner, vida poética e o luminoso mistério da arte, por Jacob Klintowitz.

A obra e a vida de certos artistas sempre se constituem em um luminoso mistério, pois parece tão curta a vida para tão grande amor. Eu penso na existência de Odilla Mestriner, emanação que continua a se oferecer como referência e claro enigma. A sua obra multiforme, complexa, corajosa e severa e a sua vida encontram-se, de tal maneira interligadas, que não há distinção entre elas, e a artista, como um personagem absolutamente íntegro e clássico, é o seu próprio destino. Como Medéia, Aquiles ou Antígona, o seu percurso é a trajetória de sua história terrena e divina e ela se torna símbolo de si mesmo e paradigma de um modelo de estrutura nuclear trágica.

Odilla Mestriner foi uma pintora nascida em Ribeirão Preto (1928 -2009) e de forte inserção na arte brasileira, tendo participado de importantes exposições coletivas, mostras antológicas e de sete edições da Bienal Internacional de São Paulo. Nos últimos anos, chocada com a violência urbana, permaneceu quase integralmente no seu ateliê. O que apenas evidenciou a sua opção pelo silêncio e pelo recolhimento. Em 1987 eu escrevi e desenhei o livro sobre o seu trabalho e ela somente me falava de sua obra e de seus deveres com a arte e a educação da sensibilidade do público. A existência poética de uma pintora.

A obra de Odilla Mestriner se alicerçou num desenho preciso e numa composição geométrica. É sobre esta sólida base que a sua cor se tornou lírica. Os seus assuntos são referências objetivas - casas, signos zodiacais, pássaros, espantalhos, rostos, paisagens, barcos, andantes - que ela desenvolveu com lógica seqüencial e espírito universal, tornando-os  formas da epopéia humana.

Como desenhista, gravadora e pintora, Odilla Mestriner foi brilhante. E generosa nas obras-homenagem nas quais recria temas de artistas admirados, como Antonio Henrique do Amaral e Lasar Segall.

Odilla Mestriner foi uma mestra cuja vida de artista talentosa foi dedicada à arte e a enriquecer de qualidade estética a existência das pessoas. Claro enigma? É simples, trata-se de uma rainha.

Por: Assessoria de Imprensa da Exposição Manoel Carlos Jr. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Obras de Estudantes de Escolas Públicas são expostas na Estação Sacomã, em São Paulo

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Devido à parceria com a cooperativa Instituto Papel Solidário e o Metrô de São Paulo, 600 alunos do Ciclo 1 do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série) da Escola Estadual Professor José Escobar terão seus trabalhos expostos na Estação Sacomã do Metrô. Ao projeto foi dado o nome de “Metrô em Ação Verde na Escola”.

O Instituto Papel Solidário participou do projeto ensinando aos alunos como reciclar papel através de um Oficina de Reciclagem, a seguir eles reproduziram as linhas do metrô em miniatura utilizando o papel reciclado através de colagens. A obras ficarão expostas do lado de dentro das catracas da nova estação Sacomã, da linha 2-verde do metrô, em painéis espalhados pelo mezanino.

Ao todo foram nove atividades desenvolvidas pelo projeto, incluindo uma peça teatral sobre a missão do Metrô e árvores de natal fabricadas com material reciclado e que ficaram expostas no Mercado Municipal de São Paulo por alguns dias.

“Mais de 95% dos nossos alunos são moradores de Heliópolis e muitos dos pais deles se sustentam com o lixo, com a reciclagem de material. Então foi muito bonito observar eles aprendendo essa nova visão, de que podem pegar algo como o lixo e transformar aquilo em beleza”, afirma Tânia Maria Cucchi Silva, diretora da escola.

Por: Roberto Lacerda Barricelli. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Fonte: Secretaria de Estado da Educação.