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Nos Bastidores da Pixar: Lições do playground corporativo mais criativo do mundo

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Após a produção do filme "Toy Story", primeiro longa-metragem de animação em computação gráfica, a produtora norte-americana Pixar ganhou espaço nas telonas, acumulou 17 Oscars, montou um faturamento médio de meio bilhão de dólares por filme e tornou-se uma grande potência como produtora cinematográfica.

Pergunte a uma criança a respeito de Buzz Lightyear ou Nemo e vai achar que está ouvindo histórias a respeito de amigos do peito. Esses personagens nasceram em um playground de histórias infantis conhecido como Pixar, um lugar que permite aos contadores de histórias criar narrativas que compartilham grandes aventuras em terras encantadas.

No livro "Nos bastidores da Pixar - Lições do playground corporativo mais criativo do mundo" os autores Bill Capodagli e Lynn Jackson revelam como a Pixar despertou novamente o espírito inventivo de Walt Disney. Eles analisam como o presidente Ed Catmull, o chefe de criação John Lasseter e o restante da Pixar construíram uma organização fundamentada na simples filosofia de que a qualidade é o melhor plano de negócios. Não faz diferença se você está fazendo um filme cuja produção leva quatro anos ou se está servindo um cliente por apenas quatro minutos: é sua única chance de oferecer uma experiência mágica, magnética e encantadora.

Nessa obra lançada pela Editora Saraiva, Capodagli e Jackson mostram como fazer isso, dando exemplos e explicando o que é necessário para sua equipe alcançar a excelência quando libera o seu poder.

 

Sobre os autores:

Bill Capodagli e Lynn Jackson fundaram a Capodagli Jackson Consulting em West Olive, Michigan. Eles orientam organizações a renovar suas experiências de prestação de serviços e a desenvolver produtos inovadores; além disso, desenvolveram estratégias para mudanças organizacionais de impacto usando a máxima de sucesso de Walt Disney: "Sonhar, acreditar, ousar e fazer". Bill Capodagli é um dos mais requisitados palestrantes sobre as culturas criativas da Disney e da Pixar.
NOS BASTIDORES DA PIXAR

Lições do playground corporativo mais criativo do mundo

Bill Capodagli e Lynn Jackson.

Tradução: Maria Amalia Bernardi Caccuri

Editora Saraiva, 1.ª edição, 2010, brochura, 184 páginas, R$ 44,90

Por: Melissa Stranieri, Assessora de Imprensa. E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Salomé de Oscar Wilde

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O poema dramático Salomé, de Oscar Wilde, destaca-se pela intensa carga simbólica. A peça foi escrita em 1891, no seu melhor momento de produção literária. Escrito inicialmente em Francês e depois traduzido para o Inglês, o texto passou por sérias emendas que geraram críticas do próprio Wilde, que julgou o resultado decepcionante. A edição da editora Berlendis & Vertecchia vem com crivo do tradutor Ivo Barroso, que afirma ser esta, possivelmente, a primeira no Brasil o escritor, dramaturgo e poeta que Salomé é traduzida direto do original em língua francesa. Como conta o editor Bruno Berlendis:

"Por que editar Salomé? Por que do francês? Essa segunda pergunta mal se formula para nós, na Berlendis & Vertecchia: trabalhamos sempre com traduções diretas. O caso de Salomé é particularmente ilustrativo, pois as divulgadas versões inglesas perpretaram incorreções e interpretações um tanto 'particulares' para a obra. Aliás: hoje em dia, nem tão divulgadas assim. Um tanto inexplicavelmente, a peça de Wilde parecia amargar uma espécie de indevido ostracismo. Não apenas no Brasil, são raras, atualmente, as edições críticas ou comentadas. É preciso fazer justiça à peça; é preciso devolver-lhe o devido lugar na dramaturgia e na literatura do fin-de-siècle. Esse é o nosso esforço e nossa motivação: prover condições para que o público, a crítica e o meio teatral possam julgar a obra de Wilde segundo seus próprios parâmetros".

O livro não só traz história princesa Salomé que dança sobre o sangue para o tetrarca Herodes Antipas, para assim conseguir a cabeça de Iokanaan (João Batista), mas também textos explicativos comparando as traduções em inglês e o francês, curiosidades como os originais bíblicos que fundamentaram a peça, além de trechos relacionados de Fagundes Varela, Gustave Flaubert e Eugênio de Castro. O tradutor teve o cuidado para que a peça não perdesse a sonoridade e ainda fosse usada para ser encenada:

"A dificuldade que qualquer outro tradutor teria seria o tratamento. Se você tentar traduzir direto o vous da peça de teatro, o texto servirá para ser lida e não para ser encenada, pois o vós já caiu totalmente do ouvido brasileiro, não falamos mais vós em hipótese alguma. Quando as pessoas se tratam em nível respeitoso, essa linguagem tem que ser respeitosa, e quando é íntimo deve ser íntima, daí eu ter usado nos diálogos do tetrarca com a princesa o “tu” impreterivelmente. Quem estiver na plateia vai entender perfeitamente, às vezes o tetrarca mistura o tratamento na mesma frase, passa logo para o “tu” e depois para o “você” se dirigindo a Isolda.

Outro trecho em que o empregado trataria a princesa Isolda em francês, ele resolve usando o vous, vous, vous... Eu usei, por exemplo, 'a princesa vai', uma forma inteligente que os portugueses usam, pois é elegante e não usa o pronome, ou seja, possui momentos de profunda poesia sem pode deixar de ser teatral".

Para que o leitor entre no clima, também foram selecionadas 16 pinturas relevantes que demonstram os diversos tratamentos artísticos do tema, assim como sua longevidade. As ilustrações vão do século XV ao século XX e incluem reproduções de obras de Rogier van der Weyden, Caravaggio, Ticiano, Jean Benner, Oscar Kokoschka, Frans Stuck, Gustav Klimt, entre outros. Três delas estão reservadas para o pintor Gustave Moreau, cuja obra deflagra o drama, como se vê na série que contém Salomé dansant devant Hérode e L'Apparition, pintadas por volta de 1876.

 

Ficha técnica:

Tradução de Ivo Barroso

Páginas: 96

Formato:14X21

ISBN: 978-85-7723-025-9

Valor: R$ 32,00

Editora Berlendis & Vertecchia

Tel: 11 3085-9583

www.berlendis.com

 

Sobre Ivo Barroso

Ivo Barroso, mineiro, nascido em 1929, mudou-se para o Rio de Janeiro, estudou línguas e literaturas neolatinasna Faculdade Nacional de Filosofia do Rio de Janeiro e formou-se em direito pela então Faculdade de Direito da Universidade do Estado da Guanabara é autor de cerca de 40 livros, a maior parte dos quais de traduções de grandes autores: Hermann Hesse, André Malraux, Umberto Eco, Italo Svevo, Marguerite Yourcenar, Georges Perec, André Breton, August Strindberg, etc. Em poesia, traduziu: William Shakespeare, Eugenio Montale, T.S. Eliot e Erik-Axel Karfeld - além da obra completa de Rimbaud. Organizou a edição da obra de Baudelaire para a Lacerda Editores. De sua lavra, o ensaio: O Corvo e suas traduções (2000)  e o livro de versos A Caça Virtual e outros poemas (2001). Membro do Pen Club e Chevalier des Arts et des Lettres. Seu conto Roteiro Turístico foi publicado em francês na revista Caravanes-8 (Phébus, 2003) em tradução de Didier Lamaison.

Por: Nicolau Kietzmann, Jornalista e Assessor de Imprensa. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Cama de pregos, livro de contos de Carlos Eduardo de Magalhães

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Após 15 anos do primeiro livro lançado, o único de contos da carreira do autor, que possui seis romances publicados, Cama de pregos chega depois do elogiado Pitanga, com histórias curtas escritas entre 1990-1993 e 2000-2003

Cama de pregos é uma reunião de 28 narrativas curtas escritas por Carlos Eduardo de Magalhães que, desde 1995, tem publicado apenas romances. O livro é formado por duas partes distintas. Compõe a primeira, uma seleção de histórias produzidas entre 1990 e 1993 que saíram no livro de estreia do autor. Um jovem sai para trabalhar e nunca mais esquecerá aquele dia, estampado na data de jornal; um homem de feições árabes aparece na vida de um sujeito e tenta comprar-lhe a esposa como se compra um carro; após um acidente de Kombi, o hospital recebe o motorista com todos os sinais vitais zero e, no entanto, ele tem a consciência e a ação de um vivo. O inesperado e o fantasioso se fundem com a dura realidade que permeia as histórias. E é esse cenário que as personagens enfrentam para buscar alguma esperança, ainda que saibam que a realidade é, muitas vezes, sem solução.

A segunda parte traz uma série de textos escritos entre 2000 e 2003, alguns dos quais publicados em periódicos, como a revista Bravo! e o jornal Folha de S. Paulo. Os conflitos internos das personagens - aceitar ou não suborno, sair ou não do emprego detestado, fazer um pedido de casamento desajeitado, precisar deixar tudo limpo - são unidos por estruturas narrativas que se assemelham. É o agudo que dá tom às trajetórias contidas nas poucas páginas de cada história. Outra vez, como na primeira parte, esperança e desesperança se digladiam, numa luta entre iguais em que ora uma, ora outra, sai vitoriosa.  Alheios às comemorações, as personagens continuam seu caminhar, sempre firme, sempre à frente, e se há solução possível, ainda não encontraram.

As duas metades, embora afastadas pelo tempo e por suas dinâmicas internas, formam um conjunto coeso e revelador do trabalho do autor.

Carlos Eduardo de Magalhães nasceu em São Paulo, em 1967. Abandonou o curso de economia na Universidade de São Paulo e formou-se em administração de empresas pela EAESP-FGV. Teve seu primeiro livro editado em 1994. É autor de diversos romances, entre os quais Os Jacarés, O primeiro inimigo, Dora e Pitanga, este último publicado pela Grua Livros. Foi dono de bar-livraria por anos, coordenou esporadicamente oficinas de criação literária e atualmente trabalha como editor na Grua Livros. Alguns dos textos da primeira parte de Cama de pregos foram escritos em viagens de trem, quando o autor tinha 22 anos. Alguns da segunda parte, com as filhas pequenas brincando atrás da mesa do computador, dez anos depois.

Por: Luciana Fuoco. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Município de São Paulo recebe novo “Ponto de Leitura”

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No dia 13/12 a Prefeitura do Município de São Paulo entregou a 11ª “minibiblioteca” da cidade. O novo ponto de leitura e empréstimo de livros fica no bairro do Tatuapé, na Zona Leste, e já era utilizado como um “Bosque de Leitura”, dentro do Parque do Piqueri.

O novo espaço foi batizado de Ponto de Leitura do Parque do Piqueri e teve seu acervo renovado, contando agora com mais de 2 mil livros e os principais periódicos. O local também realiza empréstimos de livros.

É mais um ponto cultural para a Cidade de São Paulo e que precisa ser explorado pelo cidadão. Outros lugares que também possuem pontos de leitura são: M’Boi Mirim, Capela do Socorro, Parelheiros, Centro (3), Cidade Tiradentes, Perus e São Miguel Paulista.

A iniciativa de criar o Bosque da Leitura no Parque do Piqueri partiu das secretarias municipais da Cultura e do Verde e Meio Ambiente e funcionava apenas aos fins de semana. O projeto foi tão bem aceito que a própria população pediu que permanecesse aberto todos os dias da semana. O pedido não só foi atendido como o acervo reforçado e renovado.

Compareceram à entrega da nova “minibiblioteca” o Subprefeito da Mooca, Rubens Casado, o secretário municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil, secretário-adjunto do Verde e Meio Ambiente, Hélio Neves, e o prefeito Gilberto Kassab. (Na foto abaixo).

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Para aqueles que quiserem visitar e usufruir do serviço o endereço do Ponto de Leitura do Parque do Piqueri é: Rua Tuiuti, 515 – Tatuapé e o horário do serviço é das 8h30 às 17h30 de segunda à sexta-feira e aos sábado das 9h às 16h.

Por: Roberto Lacerda Barricelli. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Foto de: Ricardo Fonseca/Secom.

Alunos de Escola do Jaguaré contam História do Bairro em Livros e Vídeos

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A Fundação Bunge realiza no próximo dia 17, a partir das 16h, no salão paroquial da Igreja São José, um evento de lançamento dos livros e uma sessão de apresentação dos filmes produzidos a partir do resgate da história de moradores do Jaguaré, bairro da Zona Oeste de São Paulo. Os livros e os filmes foram produzidos pelos alunos da Escola Estadual Henrique Dumont, como parte do Programa Comunidade Educativa, com o projeto de Resgate e Valorização da Memória Local.

Ao longo deste ano, os alunos da Escola Estadual Henrique Dumont realizaramentrevistas com moradores da comunidade e, a partir destes relatos, escreveram livros. Produzidos artesanalmente, estes livros contam histórias de pessoas que têm muitas recordações do bairro. E, por meio de uma parceria com a produtora Querô Filmes, estes livros foram transformados em vídeos.

Um dos personagens retratados nos livros e nos vídeos é o Sr. Luiz Apel, paulistano nascido no bairro da Lapa, que começou a freqüentar o Jaguaré aos 16 anos. Hoje, aos 80, ele conta suas aventuras da juventude, quando precisava usar um barco para chegar ao bairro. “Ainda não tinha a ponte, mas eram bons tempos. Eu ia para o mangue pegar rã, fui goleiro de times locais, trabalhei e moro até hoje aqui”, recorda Apel, que adotou o bairro.

 

Agenda:
Lançamento de livros e sessão de cinema.

Local: Salão Paroquial da Igreja São José.

Endereço: Rua Bartolomeu de Ribeira, 33, Bairro do Jaguaré, São Paulo-SP.

Horário: 16h00 às 18h30.

 

Por: Sueli Gomes / Rafael Peciauskas, da CDN Comunicação Corporativa. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

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