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MDS participa de jornada contra tráfico e exploração laboral e sexual

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exploracao_sexual_de_menoresPaíses da Tríplice Fronteira buscam consenso contra abuso de crianças e adolescentes na região. Brasil, Argentina e Paraguai vão discutir, nos dias 27 e 28 deste mês, a padronização de procedimentos de proteção e acesso do direito da criança e do adolescente durante a “V Jornada contra o Tráfico e a Exploração de Crianças e Adolescentes na Tríplice Fronteira”.

A secretária Nacional de Assistência Social, Maria Luiza Rizzotti, representará o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) no evento, que ocorre na cidade argentina de Puerto Iguazú.

exploracao_sexual_de_menores2O encontro será oportunidade de os países estabelecerem critérios de abordagem integral as vítimas de tráfico, elaborarem um plano de capacitação de agentes locais, desenvolverem campanhas de comunicação e sensibilizarem as populações que vivem em Puerto Iguazú, na Cidade del Este, no Paraguai, e em Foz do Iguaçu, no Brasil.

A IV Jornada, ocorrida em 2008, teve como tema “A capacitação das forças de segurança quanto aos direitos das crianças e adolescentes na região da tríplice fronteira”. Os resultados daquele encontro foram encaminhados à Reunião de Ministério e Autoridades do desenvolvimento Social (RMADS), no mesmo ano, onde também foi aprovada e recomendada a divulgação da “Campanha Comunicacional sobre combate ao Tráfico de Crianças e Adolescentes com fins de Exploração Sexual Comercial e/ou de Trabalho”.

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V Jornada contra o Tráfico e a Exploração de Crianças e Adolescentes na Tríplice Fronteira.

Data: 27 e 28 de julho de 2010.

Hora: 9h15.

Local: Puerto Iguazú, Argentina.

Por: Wellington Oliveira; Ascom/MDS (www.mds.gov.br/saladeimprensa).

Fotos: Banco de Imagens Outro Lado da Notícia.

Missões internacionais ampliam experiências sobre desenvolvimento social

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A Colômbia será o primeiro destino dos vencedores do Prêmio Rosani Cunha; Uruguai, o segundo.

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) promoverá na Colômbia, entre 26 e 30 de julho, a primeira missão internacional do Prêmio Rosani Cunha. Durante as viagens, os premiados apresentarão seus projetos e conhecerão novas experiências de desenvolvimento social. A diretora do Departamento de Formação e Disseminação do MDS, Monica Rodrigues, e Heloísa Fonseca, da Assessoria Internacional, acompanharão os premiados durante a viagem.

Entre 30 de agosto e 3 de setembro, ocorrerá nova missão, dessa vez tendo o Uruguai como destino.No total, os 21 premiados participarão de missões internacionais e nacionais, visitando quatro práticas de gestão contempladas pelo prêmio. O processo de seleção envolveu técnicos do MDS, consultores e especialistas da área de desenvolvimento social.

premio-rosani-cunhaO Prêmio Rosani Cunha de Desenvolvimento Social identifica e divulga ações integradas de políticas e programas sociais.

Rodrigues acredita que as viagens valorizarão as ações do MDS. “Por meio do intercâmbio de experiências, os vencedores terão a oportunidade de conhecer outras práticas, outras realidades, aperfeiçoando a execução de cada projeto”, ressalta.

A diretora, que embarca no próximo sábado (31) para a Colômbia, destaca que o evento, além de honrar com o compromisso do MDS com a premiação, fortalece os vínculos do governo brasileiro com ações de cooperação internacional. “Os governos colombiano e uruguaio desenharam a missão de acordo com os interesses e necessidades do MDS e da agenda do Prêmio Rosani Cunha. No Uruguai, por exemplo, contaremos com a presença da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), parceiro fundamental do MDS”, explica.

Valorização - O Prêmio Rosani Cunha de Desenvolvimento Social, coordenado pelo MDS, busca identificar e divulgar ações integradas de políticas e programas, assim como estudos acadêmicos nas áreas de desenvolvimento social: segurança alimentar e nutricional; renda e cidadania; assistência social e inclusão socioprodutiva.

O público da premiação abrange diversos setores e segmentos sociais, como gestores estaduais e municipais; dirigentes e técnicos de órgãos federais; representantes de fóruns e conselhos nacionais de políticas e defesa de direitos sociais; entidades da sociedade civil; pesquisadores e especialistas em integração de programas e políticas de desenvolvimento social; acadêmicos; pesquisadores; e alunos de pós-graduação e graduação.

As missões - Oito pessoas vão integrar a missão à Colômbia: os vencedores dos primeiros lugares das categorias prática de gestão da sociedade civil e de gestão municipais. No Uruguai, comporão à equipe, pelo MDS, Alexandro Rodrigues Pinto, coordenador-geral de Avaliação da Demanda, e Heloina Fonseca, da Assessoria Internacional. Os premiados que participarão dessa viagem serão os classificados nos primeiros lugares de práticas de gestão estadual e estudos acadêmicos (categorias profissional e estudante). A missão terá a participação de seis pessoas.

Os demais premiados do Prêmio Rosani Cunha de Desenvolvimento Social integrarão missões nacionais, previstas para agosto, com visitas a quatro práticas de gestão vencedoras: Grupo de envelhescentes, no Amazonas; Programa de volta para casa, em Minas Gerais; Incubando empreendimentos populares com uma estratégia de desenvolvimento econômico justo, em Osasco, em São Paulo; e Convivendo com a realidade semiárida, promovendo o acesso a água, solidariedade e cidadania, em Teixeira, na Paraíba.

Saiba mais detalhes sobre o prêmio em http://www.mds.gov.br/saladeimprensa/eventos/avaliacao-e-gestao-da-informacao.

Por: Fernanda Campos, Ascom/MDS (www.mds.gov.br/saladeimprensa).

Foto da divulgação do MDS.

Pensamentos de Bondade

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“Não existe exercício melhor para o coração do que se inclinar e levantar pessoas". (John Andrew Holmes).

"O pobre faz mais bem ao rico, aceitando a sua caridade, do que rico faz o pobre oferecendo-a". (Talmude).

"Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine". (São Paulo).

"Lembre-se que se algum dia você precisar de ajuda, você encontrará uma mão no final do seu braço. À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas mãos -- uma para ajudar a si mesmo, e outra pra ajudar aos outros". (Audrey Hepburn).

“Aqueles que tomam, no final perdem; mas aqueles que dão, ganham eternamente. Esta é uma regra que o Universo nunca quebra". (Douglas M. Lawson).

“Consciente ou inconscientemente, cada um de nós presta um ou outro serviço. Se nós cultivamos o hábito de fazer este serviço deliberadamente, nosso desejo de servir crescerá gradualmente e faremos não apenas nossa própria felicidade, mas da sociedade em geral". (Mahatma Gandhi).

“Dar nos libera do território familiar de nossas próprias necessidades, abrindo nossa mente para os mundos inexplicáveis ocupados pelas necessidades dos outros." (Bárbara Bush).

“Faça todo o bem que você puder, com todos os recursos que você puder, por todos os meios que você puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando você puder." (John Wesley).

“Eu não sei qual será o seu destino, mas uma coisa eu sei: os únicos entre vocês que serão realmente felizes são aqueles que procuraram e encontraram como servir." (Albert Schweitzer).

"Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome". (Mahatma Gandhi).

"Todas as religiões do mundo, independentemente da sua visão filosófica, baseia-se no preceito de que devemos reduzir o nosso egoísmo e servir aos outros". (Dalai Lama).

"Pensamos demasiadamente, Sentimos muito pouco, Necessitamos mais de humildade; Que de máquinas. Mais de bondade e ternura; Que de inteligência. Sem isso, A vida se tornará violenta e Tudo se perderá.". (Sir Charles Spencer Chaplin).

"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse,um segredo: O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída." (Mahatma Gandhi).
Mês comemorativo de 1 ano do Planeta Voluntários.

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A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!!

Por: Marcio Demari / Diretor Presidente do Planeta Voluntários / Brasil

Private Sector of Americas doa US$100.000 para a PADF

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Uma doação de US$100.000 melhorará diretamente a situação econômica para milhares de haitianos, bem como ajudará centenas de outros a saírem dos campos para desalojados, anunciou a Pan American Development Foundation. (www.PanAmericanRelief.org ).

A organização não-governamental Private Sector of the Americas fez a doação à PADF durante a Assembléia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) aqui. Ambas são instituições sem fins lucrativos e afiliadas do órgão hemisférico.

"Essa generosa doação do Setor Privado das Américas desempenhará um importante papel nos esforços da PADF para reconstruir o Haiti", diz John Sanbrailo, diretor executivo da PADF. "Trabalhando com líderes comunitários, nós identificamos projetos de desenvolvimento que se beneficiarão com essa contribuição".

Os projetos incluem um sistema de distribuição de água e uma enfermaria, ambos serão dirigidos por suas respectivas comunidades e criarão empregos muito necessários e melhorarão as condições de vida em áreas-chave da capital Porto Príncipe. Todos os projetos são parte do programa gerenciado pela PADF chamado Desenvolvimento Baseado na Comunidade, que é implementado sob a proteção do governo haitiano.

Além disso, os recursos também serão usados para reparos em casas e fornecimento de residências de transição, o que ajudará até 400 pessoas. "A situação no campo é desesperadora porque as pessoas vivem embaixo de lonas, plástico e até lençóis", revela Sanbrailo. "Com o início do que está prevista para ser a mais dura temporada de terremotos em 50 anos, é vital que mudemos as pessoas para abrigos seguros".

A PADF - organização sem fins lucrativos que também responde a desastres naturais em nome da OEA - foi a primeira a responder no Haiti. Durante as oito semanas iniciais após o terremoto de 12 de janeiro, a PADF e seus parceiros beneficiaram mais de 300.000 pessoas com comida, roupas, abrigo, assistência médica, emprego e mais. A PADF trabalha no Haiti há aproximadamente 30 anos em alívio a desastres, desenvolvimento econômico e melhorando a sociedade civil. (www.PanAmericanRelief.org).

Falando durante a cerimônia, o Secretário Geral da OEA, Jose Miguel Insulza, ligou a doação ao tema mais amplo de "Paz, Segurança e Cooperação" da 40a Assembléia Geral, que reúne os ministros das relações exteriores do Hemisfério Ocidental. A Assembléia Geral iniciou em 6 de junho.

"Eu me esforço para criar um ambiente no qual possamos cooperar para beneficiar nossos vizinhos menos afortunados", diz Insulza. "Portanto, muito trabalho ainda está por vir no Haiti e em outros lugares na região, mas estou certo de que cooperando, nós estamos no caminho certo para criar um hemisfério de oportunidades para todos".

A Sector Private of the Americas, sediada em Buenos Aires, dedicou dinheiro que seria usado para o seu encontro anual, junto com outras doações, para ajudar a reconstruir o Haiti.

"Sentimos a dor pelas pessoas que perderam tudo", declara Enrique De Obarrio, o segundo vice-presidente da Private Sector of the Americas. "Mas, ao mesmo tempo, estamos orgulhosos e agradecidos por podermos cooperar para melhorar a situação delas". De Obarrio enfatizou como relações cooperativas como a da Private Sector of the Americas e a PADF são ferramentas importantes para resolver alguns dos problemas mais urgentes do hemisfério.

Sobre o Private Sector Fórum

 A Private Sector of Americas é uma instituição inter-americana sem fins lucrativos que reúne entidades empresariais e empresas nacionais e regionais do setor privado para facilitar e promover o estabelecimento de um diálogo formal e institucionalizado com a Organização dos Estados Americanos (OEA) e, através disso, com seus Estados Membros. ( www.PrivateSectorAmericas.org ).

Sobre a PADF

A PADF é uma organização sem fins lucrativos estabelecida em 1962 para promover, facilitar e implementar o desenvolvimento social e econômico na América Latina e no Caribe. No ano passado, ela teve mais de 5,6 milhões de beneficiários em 18 países.

Uma das maiores organizações não-governamentais no Haiti. Com aproximadamente três décadas de trabalho na base, a PADF agora gerencia uma grande carteira de atividades variando de desenvolvimento baseado na comunidade a proteção dos direitos humanos. Sediada em Washington, D.C. e tem escritórios de campo no Haiti, Colômbia, República Dominicana e outros lugares. Durante o ultimo ano, seus programas beneficiaram mais de 5,6 milhões de pessoas em 18 países. www.padf.org.

Da PR Newswire Brasil.

O inimigo invisível

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Custou-me compreender o preconceito, ainda não tenho certeza, mas pior é a hipocrisia, manto com o qual se camufla. É difícil combatê-lo, pois não é explícito, está mais para um inimigo invisível que está debaixo do nosso nariz, rindo e gabando-se. Todos são iguais perante a lei, mas só no papel, pois as pessoas que as aplicam não vêem, por vezes, desse jeito. As distinções entre o rico e o pobre, o branco e o preto e o culto e o analfabeto, amplia-se através do ser humano, pois é ele quem faz delas armas.

Na hora de julgar um pobre, por exemplo, não existe o conceito de que todos são inocentes até que se prove o contrário, se esse pobre também for preto e/ou favelado, é certo que será punido por algum crime que pode nem ter cometido. Já quando um rico comete algum crime a premissa acima citada é válida e, como esse tem condições de arcar com uma boa defesa, dificilmente será punido; salvo os casos de flagrante e de comoção pública.

O preconceito fica escondido, é complicado percebê-lo, pois as pessoas pregam uma moral e agem de acordo com outra, daí que volto a afirmar que a hipocrisia é a camuflagem do preconceito. Um preconceituoso não se mostrará assim, inclusive é bem capaz de discursar contra essa prática e no minuto seguinte fazer uso dela.

Já vem desde a infância, com exemplos de parentes, amigos e até professores que influenciam na formação de um “cidadão preconceituoso”. O preconceito passa despercebido até em termos comuns como “arma branca” ou “ovelha negra”. Para combatê-lo é necessário um grande esforço na conscientização dos cidadãos, mas as pessoas que deveriam fazer isso têm em si o preconceito instalado.

O professor de português que deveria orientar acerca do preconceito linguístico critica as variantes, os “imbecis que falam errado” e incentiva-o. O político, que deve prezar pelo povo, cospe na cara dos pobres e depois dá uma cesta básica “aos infelizes”. O policial, que tem que servir e proteger, desrespeita os direitos do cidadão. Não que todos sejam assim, mas a maioria...

O preconceito está escondido dentro da sociedade, mas atuante. No homem que ao ver um erro no trânsito diz “tinha que ser mulher”, no indivíduo que ao ver alguém de determinada etnia fazendo algo de errado diz “não nega a raça mesmo”, no dia-a-dia. Só quando as pessoas tomarem ciência desses pequenos atos, é que algo grande poderá ser feito para livrarmo-nos dessa “sina”.

Por: Roberto Barricelli

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