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Gravidez pode intensificar problemas dentais

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gravidez-cuidados-dentaisSinônimo de imunidade baixa, alterações hormonais e mudanças nos hábitos de vida, o período de gestação pode ser determinante quando o assunto é saúde bucal comprometida. Cáries e sinais de inflamação na gengiva podem ser intensificados pelo aumento de bactérias resultantes da baixa imunidade, pela elevação do nível dos hormônios (progesterona e estrógeno) que, normalmente, promovem edema gengival (inchaço na gengiva), pelo consumo de doces em quantidade e falta de preocupação com a higiene oral quando a atenção está voltada aos cuidados com a saúde do bebê.

O implantodontista Dr. Sidnei Goldmann alerta: “A gravidez não enfraquece os dentes, pois o cálcio não é retirado dos dentes pelo feto. O que acontece é a falta de cuidado. Na gestação, além de ocorrer um aumento da acidez da cavidade oral, o organismo da mulher fica mais vulnerável as bactérias. E, se esse período for de encontro com problema dental já existente, onde não há boa higienização, a probabilidade do aumento significativo da inflamação é grande. A bactéria encontrará na região do colo dentário; área em que a gengiva e os dentes se encontram, ambiente perfeito para habitar”, ressalta.

Outro fator importante é que a alteração hormonal, por aumentar a vascularização da gengiva, além de elevar a probabilidade de gengivite, pode causar sangramento gengival. “Ver sangue misturado com a pasta de dente pode gerar medo de escovar os dentes, resultando no descuido da higiene e, consequentemente, na facilidade de instalação das doenças bucais”, reforça Goldmann.

Uma inflamação acentuada durante a gravidez é chamada de gengivite gravídica; própria do período, mas se não tratada, pode comprometer, por tempo indeterminado, a saúde bucal. A solução apontada pelo dentista Goldmann é simples: “Mantendo seus dentes sempre limpos, com escovação e uso de fio dental, você pode reduzir significativamente ou até evitar as complicações dentais durante a gravidez. E, é claro, visitas periódicas ao dentista também se fazem necessárias”.

Para saber mais acesse: www.goldmannodontologia.com.br

Por: Priscilla Rosa; Jornalista e Assessora de Imprensa ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

Foto: Banco de imagens da Great Assessoria e Comunicação.

Sobram vagas de trabalho para pessoas com deficiência

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Com 130 vagas em São Paulo, o “Programa Qualifica”, projeto social da Microlins Franchising, pretende suprir a demanda de empresas locais com dificuldade para encontrar profissionais no mercado - inscrições devem ser feitas até 15 de julho.

O Programa Qualifica, projeto social da Microlins Franchising que tem como objetivo recrutar, treinar e encaminhar pessoas com deficiência ao mercado de trabalho, está com 130 vagas abertas em São Paulo para o cargo de operador de supermercados. Podem se inscrever todos os interessados com idade superior a 18 anos e ensino fundamental completo, até o dia 15 de julho, nas escolas dos bairros Bom Retiro e Jabaquara.

Nas entrevistas, os candidatos devem levar o currículo e o laudo médico emitido nos últimos seis meses. Os escolhidos serão contratados por empresas parceiras da Microlins e contarão com benefícios como salário fixo, vale transporte, refeição e plano de saúde.

Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), até o mês de abril de 2010 foram gerados 305.068 empregos celetistas no Brasil. Um número 187% maior que no mesmo período em 2009, quando foi registrado 106.205 novos postos de trabalho. Proporcionalmente, devido à lei de Cotas n° 8.213/91, o número de vagas disponíveis para deficientes também cresceu no mercado formal. No entanto, a maior dificuldade para as empresas é encontrar profissionais qualificados para completar o quadro de vagas ociosas.

"O Programa Qualifica, além de preencher a carência de profissionais no mercado brasileiro, promove a capacitação de deficientes, o que gera benefício permanente tanto para quem contrata, como também para os contratados", explica Daniela Luiz, consultora de novos negócios da Microlins Franchising.

Desde que foi criado, há quase dois anos, o Programa Qualifica já encaminhou 500 profissionais com deficiência a diversas empresas. Apenas no primeiro trimestre de 2010, em várias regiões do país, o Programa preencheu 300 postos de trabalho, o que significa 60% do total de vagas abertas desde 2008. Até dezembro deste ano, pretende inserir 2 mil profissionais em empresas brasileiras.

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As inscrições podem ser feitas nos endereços:

Rua Prates, 416 - Bom Retiro.

Rua Onze de Fevereiro, 33 - Jabaquara.

www.microlins.com.br/qualifica

Sobre o Programa Qualifica

Criado em julho de 2008 pela Microlins Franchising, o programa está ancorado na lei de Cotas n° 8.213/91, que prevê a contratação de pessoas com deficiência, e inclui serviços de recrutamento, seleção e qualificação de pessoal para as empresas que ainda não conseguiram atender aos requisitos da norma.

Por: Ingrid Ribeiro, Jornalista e Assessora de Imprensa ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

Encontro discute a política nacional de segurança alimentar e nutricional

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Fotos: O secretário Crispim Moreira, a Ministra Márcia Lopes e o presidente do Consea, Renato Maluf, no encontro da Caisan.

“Estamos discutindo políticas de produção, abastecimento, consumo e acesso, sempre pensando na capacidade que o Brasil tem de produzir alimentos”, disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Márcia Lopes, durante encontro nesta segunda-feira (19), em Brasília. O evento visa compartilhar a construção do decreto que institucionaliza a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e debater repercussões na consolidação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).

“A elaboração desse documento é um passo fundamental para legitimar e estruturar uma área relativamente nova”, completou a ministra, que também é secretária-executiva da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), promotora do encontro.

O presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Renato Maluf, presente na abertura das discussões, falou que “o decreto pretende nos orientar na política de segurança alimentar e nutricional, fruto de uma construção conjunta, e definir compromissos dos setores de governo, pois orienta a participação de Estados e municípios na ação”.

Coordenando a mesa, o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Crispim Moreira, seguiu com o debate na plenária para a aprovação do texto do decreto. Participaram das discussões representantes das três esferas de governo e da sociedade civil, como secretários e gestores estaduais e municipais, representantes do Consea e dos ministérios membros da comissão técnica responsável pela elaboração da política, além de especialistas em políticas públicas.

O texto do decreto aprovado em plenária será novamente lido na próxima reunião da Caisan, marcada para 28 de julho, quando todos os 19 ministérios envolvidos aprovarão a versão final que deverá ser assinada pelo presidente Lula na próxima plenária do Consea, no dia 25 de agosto.

Por: Adriana Scorza, da Agência MDS.

Vitória da Juventude Brasileira: Senado aprova PEC 42/2008

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O Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (07) a PEC 42/2008, conhecida como PEC da Juventude. A proposta insere o termo juventude no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal, mudança que aponta para o avanço das políticas públicas existentes elevando-as a um patamar de política de Estado.

Aprovada por unanimidade nos dois turnos a PEC da Juventude tramita no Congresso desde 2003. A luta pela sua aprovação, no entanto, ganhou força com a realização da 1ª Conferência Nacional de Juventude, encerrada em abril de 2008.  O encontro envolveu 400 mil jovens em todos os estados do país e elegeu a PEC da Juventude como símbolo da luta pela ampliação das políticas públicas de juventude.

Nos últimos dias a campanha pela aprovação da PEC da Juventude foi intensificada e conquistou o apoio de parlamentares e artistas. Utilizando o site de microblogs Twitter para eliminar as dificuldades da mobilização presencial, o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), e outras entidades do movimento juvenil convidaram jovens de todo o país a falar com seus representantes no Senado e exigir a aprovação da proposta.

Para Marcela Rodrigues, que coordena a Comissão de Parlamento do Conjuve junto com Murilo Parrino Amatneeks, depois do voto aos 16 anos, a aprovação da PEC da Juventude é o momento mais importante da história recente das conquistas juvenis. "A alteração na Constituição dá uma amostra do poder da juventude organizada, agindo enquanto sujeito da sua história. Estamos muito felizes por participar desse marco legal para a juventude brasileira", afirmou.

Além da mobilização via Internet, uma comissão composta pelo presidente do Conjuve, Danilo Moreira, pelo vice-presidente João Vidal e por membros do Conjuve e de entidades estudantis e sindicais, entre outras, percorreu os gabinetes dos senadores e esteve presente até o encerramento da votação.

Para o secretário nacional de Juventude, Beto Cury, da Secretaria-Geral da Presidência da República, a aprovação da PEC representa um passo fundamental para que a política nacional de juventude se consolide definitivamente como uma política do Estado brasileiro, que hoje possui 50 milhões de jovens com idade entre 15 e 29 anos.

Da Assessoria de Comunicação da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Movimento Chega de Acidentes elaborou carta aberta aos candidatos à Presidência da República e Governadores

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O Chega de Acidentes é uma ação organizada por entidades com um histórico de envolvimento nas discussões pela segurança no trânsito brasileiro que propõe a criação e a implantação de um Plano Nacional de Segurança Viária no Brasil. Teve início em 18 de setembro de 2009, organizado pelo CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária), ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego) e a ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos).

Com a aproximação das eleições no País, os organizadores do movimento, contando com o apoio de mais de 40 entidades e empresas, elaboraram uma carta aberta aos candidatos à Presidência da República e Governadores, apontando as necessidades urgentes para a melhoria da qualidade de vida no trânsito brasileiro, e para a redução do número alarmante de acidentes e mortes.

Desde sua criação, o movimento tem conquistado o apoio de diversas organizações do País – associações, fundações, entidades de classe, empresas privadas e veículos de imprensa. Esses apoios têm sido fundamentais para a disseminação de informações para a sociedade sobre a problemática que envolve o alto índice de acidentes de trânsito.

Atualmente, os acidentes de trânsito no Brasil tornaram-se a maior causa de mortes por lesões externas. A campanha, que já antecipava ações antes mesmo da recente proclamação da ONU da Década de ações para a Segurança no Trânsito (2011-2020), pretende chamar a atenção da sociedade e das autoridades para o grande número de acidentes e mortes no trânsito, e o impacto econômico que esse cenário provoca.

Como uma grande diversidade de fatores influi na ocorrência dos acidentes, o caminho para a redução depende de uma ação coordenada que leve em conta essa complexidade. Algo que somente um Plano Nacional de Segurança Viária, feito com a participação e apoio de órgãos públicos e a sociedade em geral poderá proporcionar.

Site do movimento, espaço para convergência de Ideias

No site www.chegadeacidentes.com.br um relógio virtual estima a evolução da quantidade de vítimas fatais e não fatais no Brasil, e o impacto econômico dos acidentes e suas vítimas. O valor da estimativa do que é gasto em virtude da ocorrência de acidentes é transformada no equivalente ao investimento em determinado número de casas populares, cestas básicas, construção de hospitais de reabilitação e quilometro de linha de metrô. Essa comparação é feita para mostrar o quanto o problema dos acidentes de trânsito, além da irreparável perda de inúmeras vidas, compromete orçamentos que poderiam ser destinados a outros setores carentes de investimentos no País.

Desde que o relógio iniciou a estimativa, em 18 de setembro do ano passado, o trânsito já provocou a morte de mais de 28 mil* pessoas e cerca de 90 mil* foram hospitalizadas. De acordo com dados levantados pelo movimento, o impacto econômico desses acidentes corresponde a cerca de R$ 25 bilhões*. Esse valor equivaleria ao investimento em 172 km* de linha de metrô em São Paulo; 503* hospitais de reabilitação; quase 220 mil* ambulâncias; aproximadamente 720 mil* casas populares; e cerca de 105 milhões* de cestas básicas.

*Dados da última estimativa em 21/06/2010, às 10h17.

No mesmo endereço eletrônico é possível participar de um abaixo-assinado eletrônico, para que a sociedade possa engajar-se em prol dessa iniciativa. Os interessados em apoiar ou divulgar esta ação podem entrar em contato por meio do próprio site, que permanecerá até que um Plano Nacional de Segurança Viária seja implantado.

Abaixo, a Carta Aberta na íntegra:

CARTA ABERTA AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E GOVERNADORES

Caro candidato,

O movimento Chega de Acidentes!, aqui representado por seus organizadores – a ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), a ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos) e o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) –, contando com o apoio de mais de 40 entidades e empresas, conciliando associações, organizações não governamentais e iniciativa privada, dentre as quais, a Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, composta por parlamentares do Congresso Nacional, quer colaborar com seu plano de governo, apontando necessidades urgentes de nossa sociedade, que merecem – e precisam de – atenção máxima do nosso próximo presidente.

Estamos falando da violência no trânsito. Para efeito de comparação, a opinião pública ficou aterrorizada, recentemente, com o soterramento de 200 pessoas em Niterói (RJ), em consequência do volume excessivo de chuvas num curto período de tempo, no Rio de Janeiro. No nosso trânsito, esse mesmo número de pessoas morre a cada dois dias, vítima de acidentes. Segundo o Ministério da Saúde, são cerca de 37 mil vítimas fatais todos os anos e cerca de 120 mil feridos internados em nossos hospitais – uma tragédia anunciada, já que os fatores que levam a essas fatalidades são conhecidos. O País ocupa hoje a 5ª posição mundial em quantidade absoluta de fatalidades no trânsito, atrás apenas da Índia, China, Estados Unidos e Rússia.

Os acidentes de trânsito estão em 2º lugar entre as causas externas de mortes, depois dos homicídios, podendo-se tornar o 1º em breve (por exemplo, no Estado de São Paulo, já estão na primeira colocação). O impacto econômico e social dessa violência foi estimado em 34 bilhões de reais ao ano, em estudo do IPEA, DENATRAN e ANTP. Por tudo isso, os acidentes de trânsito deveriam ter prioridade nas preocupações de qualquer governo, mas ainda não é assim no Brasil. Faltam ações coordenadas ,programas que combinem informação de qualidade com iniciativas efetivas e duradouras.

O movimento “Chega de Acidentes!” visa a sensibilizar governo e autoridades responsáveis pelo trânsito para a urgência da implantação de um Plano Nacional de Segurança Viária. A implantação de um plano abrangente e com ações coordenadas faria com que o Brasil atendesse às recomendações da ONU, que declarou 2011 a 2020 como a Década de Ações para a Segurança Viária. Entre estas recomendações, constam as seguintes:

• Estabelecer metas de redução de acidentes ambiciosas e factíveis, relacionadas a um plano de investimentos para a causa, e mobilizar recursos para a implementação das iniciativas necessárias para o alcance das metas.

• Encorajar ações de cooperação entre entidades da administração pública, setores públicos e privados, assim como a sociedade civil.

• Aprimorar a coleta de dados e a possibilidade de compará-los com informações de outros países.

É disso que o trânsito brasileiro precisa.

Diante do exposto, sugerimos que o próximo governo elabore e implante um Plano Nacional de Segurança Viária, com metas e prazos para redução de vítimas, definindo um órgão com status de ministério, recursos e dotação necessários para coordenar esse processo. E que esse processo seja fundamentado em um sistema padronizado de coleta, processamento e análise de dados sobre acidentes, que seja confiável, atualizado e acessível via Internet.

É para poupar milhares de vidas ao ano, e também para evitar os prejuízos sociais e econômicos derivados dessas fatalidades, que fazemos este apelo público ao próximo presidente da República. E é também, publicamente, que o movimento afirma que cobrará do próximo governo tudo o que é devido à sociedade em termos de atenção à questão do trânsito.

Confiantes em um futuro melhor para o nosso trânsito, desejamos ao novo presidente muito êxito na gestão do País, maturidade em suas decisões e sabedoria em suas prioridades.

Estamos certos de que a vida de quase 150 mil pessoas e o impacto econômico de cerca de 140 bilhões de reais (o número anual de vítimas fatais e o impacto econômico anual multiplicado pelos quatro anos de governo) serão vistos como prioridade por qualquer executivo com a sensibilidade e a competência para presidir uma nação como a nossa.

Colocamo-nos à disposição para contribuir no que for necessário para que o tema esteja em seu plano de governo.

Nossos melhores votos

Chega de Acidentes

Por: Abramet e CESVI Brasil.

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