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Corporativa

Da Advocacia para o Setor de Segurança

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cristiano-vargas-vaultSegundo o Sebrae, no Brasil existem 5,1 milhões de empresas sendo que 98% deste total são micro e pequenas empresas. E investir em um empreendimento tem sido a grande aposta de profissionais que querem deixar de ser funcionários para ter o negócio próprio. Mas, para obter sucesso como empresário, é preciso ter ousadia para criar projetos diferenciados, atrelando criatividade a um bom planejamento estratégico e financeiro.

É o caso da VAULT, empresa especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase vinte anos fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a VAULT surgiu como um embrião dentro de uma empresa de engenharia voltada para execuções de projetos e estruturas metálicas no segmento de módulos habitáveis para plataformas de petróleo, containers de cargas e vagões ferroviários.

Um dos sócios-fundadores, Cristiano Vargas (foto), viu no negócio uma oportunidade de mudar o rumo profissional, já que, formado em Direito, o empresário não estava feliz trabalhando em escritório de advocacia. “Nessa época, eu tinha um amigo que morava em San Diego, Estados Unidos, e tinha comentado sobre uma feira de segurança que ele havia visitado na região e achado interessante. Então, pedi que me mandasse um material sobre os produtos e as empresas do mercado americano. Passei a pesquisar este mercado no Brasil e constatei que havia uma demanda muito grande por este tipo de serviço e poucas empresas que o prestavam”. Ao perceber que o nível de produto no mercado americano era extremamente mais avançado do que o brasileiro, Vargas passou a importar estes produtos em sociedade com seu amigo de San Diego.

Com o aumento da violência no início dos anos 90, a empresa de engenharia (hoje extinta) decidiu criar uma empresa destinada especialmente à fabricação de portas de segurança em função da crescente demanda por estes produtos. Atualmente, a VAULT desenvolve projetos mais complexos, customizados, com proteções de ambientes inteiros para residências, condomínios, bancos, empresas e representações diplomáticas. “No início, contamos apenas com recursos próprios, mesmo porque passamos bastante tempo apenas pesquisando e estudando, ou seja, só gastando. Então, ninguém ia nos conceder empréstimo sem um negócio propriamente montado e funcionando. E nem nós mesmos tínhamos esse objetivo, já que ainda não tínhamos nosso negócio operando”, pontua o executivo.

A principal dificuldade no início da VAULT, segundo Vargas, foi ter paciência e determinação para passar tanto tempo só investindo e pesquisando sem ter receita alguma. “Tanto é que o meu sócio, que iniciou o projeto comigo, ao voltar para o Brasil, não aguentou e arrumou um emprego. Portanto, fiquei sozinho na empreitada e, posteriormente, arrumei outros dois sócios (amigos antigos) que abraçaram o projeto e estão comigo até hoje”. Outro problema, percebido mais à frente, foi a dificuldade de lidar com burocracia, carga tributaria e a legislação trabalhista. “Essa nossa estrutura arcaica acaba resultando em uma quantidade enorme de informalidade, gerando concorrência desleal”.

Com faturamento de 12 milhões de reais em 2009, a VAULT realizou importantes investimentos como a mudança da fábrica que passou de uma área de 850 m2 para 1600 m2; a aquisição de máquinas modernas como guilhotina e debradeira tipo CNC; maior participação em feiras especializadas como ISC Brasil e Exposec; a inserção no mercado corporativo de cofres blindados padrão tesouraria, atendendo clientes como Banco do Brasil e Correios que, juntos, somam mais de 1000 cofres em produção; e o lançamento do bollard, equipamento utilizado para controle de tráfego motorizado e de pedestres em áreas protegidas.

A VAULT já atendeu mais de 3000 clientes e realizou desde blindagem de portas residenciais (mais de 1500 residências) até blindagem de fachadas inteiras de prédios localizados em área de risco de bala perdida no Rio de Janeiro, como da Fiocruz, White Martins, Tribunal de Justiça e Petrobrás. Este último resultou em uma das maiores blindagens feitas no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados). Acredito que o grande segredo para obter sucesso no empreendedorismo é ter persistência, ter pleno conhecimento sobre o mercado em que irá atuar, além, claro, de um bom planejamento, finaliza Vargas.

Por: Flávia Ghiurghi; Assessora de Imprensa ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

Desvantagem competitiva prejudicial ao consumidor

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maquina-de-escreverA indústria têxtil paulista é pioneira em produção mais limpa. Na década dos 90, quando o tema ainda era incipiente, participou de um programa piloto da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), que mapeou fábricas para dimensionar o consumo de energia e água e verificar a geração e disposição de resíduos. O diagnóstico foi um passo relevante para desencadear um processo de modernização produtiva focada na questão ecológica.

Verifica-se, agora, outro avanço: o Sinditêxtil (Sindicato da Indústria Têxtil do Estado de São Paulo) lançou o Manual de Indicadores de Desempenho Ambiental (água consumida e água reutilizada, energia, carga orgânica, geração total de resíduos e a sua parcela reciclável). O objetivo é contribuir para que número crescente de empresas adote processos produtivos cada vez mais sustentáveis, respondendo ao desafio prioritário da humanidade de reverter as mudanças climáticas e recuperar a salubridade do habitat.

Para se ter ideia do alcance da iniciativa, ela aplica-se a um parque empresarial que se constitui no principal exportador da moda brasileira, emprega 518 mil trabalhadores, fatura cerca de R$ 28 bilhões, recolhe R$ 1 bilhão em impostos anualmente e é responsável por cerca de 40% do faturamento de toda a indústria têxtil e de confecção do Brasil. Portanto, justifica-se de modo pleno o esforço despendido na elaboração do manual técnico, resultante de abrangentes estudos, realizados ao longo de dois anos.

A preocupação com a sustentabilidade é um compromisso inalienável de empresas, entidades de classe e governos. Não fosse a consciência ambiental, intrínseca às sociedades civilizadas, há toda uma questão relativa ao marketing e ao comércio interno e externo. Povos e nações tendem a repudiar bens e produtos processados à revelia da proteção ambiental, de condições humanas de trabalho, de salários dignos e da qualidade dos insumos e matérias-primas. Espera-se, assim, que os investimentos que temos feito em sustentabilidade, qualidade, pesquisa/tecnologia, inovação e design nos credenciem a ingressar nos mais exigentes e politicamente corretos mercados. Nesta década, a indústria têxtil brasileira já investiu mais de R$ 10 bilhões nessas áreas, sendo São Paulo o carro-chefe na aplicação desses recursos.

Estamos fazendo grande esforço para ampliar o mercado externo, tendo a qualidade e o compromisso com a sustentabilidade como diferenciais competitivos relevantes. Nos primeiros cinco meses de 2010, as exportações da indústria têxtil paulista foram de US$ 191,1 milhões, o que significa aumento de 32,48% na comparação com os US$ 144,2 milhões registrados no exercício anterior. O número seria de fato expressivo caso as bases de comparação não fossem tão baixas. No mesmo período de 2008, antes da crise mundial, o valor exportado era de US$ 212 milhões.

Na verdade, estamos nos recuperando lentamente, mas não chegamos às performances pré-crise. Contudo, é um alento saber que numerosos consumidores, de muitos países, têm acesso aos nossos produtos. As importações de têxteis e vestuário, por outro lado, continuam vultosas. De janeiro a maio, foram de US$ 443,7 milhões (mais 21,72% ante os US$ 364,5 milhões de 2009), resultando em déficit de US$ 252,6 milhões na balança comercial, 14,66% maior em relação a igual período de 2009.

O irônico é que, enquanto investimos em sustentabilidade e qualidade, nosso mercado está exposto a imensa quantidade de produtos fabricados sem grandes preocupações quanto àqueles quesitos da economia civilizada. Isto afronta o conceito de consumo responsável. Mais do que nunca, o ato de comprar não pode ser dissociado de uma atitude cívica perante as consequências sociais e ambientais inerentes à produção. Tal consciência é fundamental, inclusive na formação das novas gerações. Um desconfortável exemplo quanto a produtos alheios a esses valores é o comércio bilateral com a China (saldo negativo de US$ 140,77 milhões na soma de janeiro a maio). Este, aliás, é um dos principais pontos de desequilíbrio da balança.

É óbvio que a indústria têxtil de São Paulo continuará investindo em produção limpa, aprimoramento tecnológico, excelência e design. Afinal, jamais aceitaremos ter como parâmetro de competitividade as práticas de economias não alinhadas às leis de mercado e aos paradigmas da responsabilidade socioambiental. Considerando essa inegociável premissa, seria muito importante que se mitigassem nossas expressivas desvantagens ante concorrentes internacionais quanto aos juros, impostos, acesso ao crédito e taxa de câmbio. O consumidor brasileiro ficaria eternamente grato!

Por: Rafael Cervone Netto; Presidente do Sinditêxtil-SP e presidente em exercício do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

GOL anuncia Oferta de Notas Seniores

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logo-gol-linhas-aereasGOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. ("Gol") anunciou hoje que sua subsidiária Gol Finance está realizando uma oferta de Notas Seniores com vencimento em 2020 ("Notas") em uma operação isenta de registro em conformidade com o U.S. Securities Act de 1933, conforme alterado ("Securities Act").

A Gol e sua subsidiária VRG Linhas Aéreas S.A. serão garantidoras da operação. As Notas são consideradas obrigações sênior sem garantia real e poderão ser resgatadas após o decurso de cinco anos. A Gol pretende usar os recursos da oferta principalmente para o pagamento das dívidas que vencerão nos próximos três anos.

As Notas não foram e não serão registradas nos termos do Securities Act e não podem ser oferecidas ou vendidas (a) nos Estados Unidos ou por isenção do registro aplicável de acordo com o Securities Act, ou (b) em nenhuma outra jurisdição em que tal oferta ou venda sejam proibidas. Este comunicado ao mercado não constitui uma oferta para venda nem a solicitação de uma oferta para aquisição das Notas.

Da PR Newswire Brasil.

Uranet cria Programa Ilhas de Excelência

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Considerado um dos setores que mais emprega no Brasil, o contact center é conhecido também por apresentar um alto índice de rotatividade de funcionários (segundo a ABT - Associação Brasileira de Telesserviços, 70% das empresas registram um turn over em torno de 25%). Trata-se de uma profissão ainda pouco valorizada, em que os profissionais são mal remunerados e enxergam poucas perspectivas de carreira.

Para valorizar a profissão do atendente de contact center, a URANET Projetos e Sistemas, especializada em soluções para contact center, desenvolveu o projeto “Ilhas de Excelência”, que consiste em contratar colaboradores de alto nível, com salário compatível com a responsabilidade do cargo e que mostrará ao mercado que é muito mais vantajoso obter colaboradores bem remunerados e com um nível escolar superior, tanto no aspecto da produtividade como no financeiro (uma nova contratação é um processo 15% mais caro do que investir em um funcionário atual).

“Estamos fazendos ‘pilotos’ deste novo conceito com um cliente e já notamos um aumento surpreendente na produtividade, já que o operador melhor qualificado e remunerado alcança as metas muito mais rapidamente do que aquele que é mal preparado e está desmotivado. A ideia é transformar o termo Atendente (profissional que simplesmente atende), para Gestor de Relacionamento (profissional preocupado com os problemas dos clientes do nosso cliente)”, conta Andres Enrique Rueda Garcia, presidente da URANET.

Sobre a Uranet

A URANET Projetos e Sistemas é uma empresa 100% nacional especializada em soluções de relacionamento entre empresas e consumidores, cuja arquitetura de sistemas possibilita agilidade na operação, facilidade de ajustes, sem interrupção de serviços e total controle e monitoria dos processos de atendimento.

A tecnologia utilizada pela URANET permite sua aplicação em inúmeras soluções, todas elas já consagradas como modelos ideais ou personalizadas e parametrizadas de acordo com as demandas do cliente. A flexibilidade é um diferencial da plataforma multifuncional da URANET. O gestor, ao fazer o monitoramento em tempo real, poderá demandar as adaptações necessárias à maximização dos resultados de sua campanha, obtendo o melhor retorno de seu produto.

Fundada em 1991 por profissionais que desenvolveram sistemas de negociação da Bovespa e projetaram a infraestrutura tecnológica e negocial da BM&F, a URANET aposta na customização para atender às mais diversas demandas do mercado de contact center.

Por: Flávia Vargas Ghiurghi, Jornalista e Assessora de imprensa.

Quarto do Pânico: Item de Luxo no setor de segurança

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As vendas no comércio de luxo tiveram alta de 30% no primeiro trimestre deste ano e a estimativa para 2010 é que o setor fature cerca de R$ 8,5 bilhões. Impulsionado pela venda de produtos de grife, o mercado também conta com a oferta de serviços de alto padrão. Dentre estes, está o setor de segurança eletrônica, que fechou o ano de 2009 com um crescimento de 7%, registrando um faturamento de aproximadamente US$ 1,5 bilhão, segundo estimativas da ABESE. O setor, que tem registrado uma média anual de crescimento de 13% no Brasil, conta atualmente com mais de 650 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes, o que corresponde a 10,5% de um total de 6,18 milhões imóveis com possibilidade de receberem sistemas de alarmes monitorados.

quarto do pnico 1Um dos itens de segurança que vem ganhando espaço no mercado de luxo é o “quarto do pânico” (foto), um cômodo da casa totalmente blindado, com câmeras que monitoram a área externa. O sistema de comunicação se dá por meio de um celular carregado disponível só para caso de emergência no ambiente de segurança, segundo Vinicius de Luca, diretor da VAULT, empresa especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Nesse próprio celular é possível instalar um software especializado que possibilita o acesso às imagens das câmeras pelo próprio aparelho (desde que seja um iPhone), senão será necessário um laptop.

Além disso, a VAULT atua com sistemas integrados em IP para controle de acesso e monitoramento de CFTV e alarme, leitoras biométricas de reconhecimento facial, equipamentos blindados para monitoramento de grandes eventos, entre outras tecnologias inovadoras que permitem que o usuário monitore sua casa pelo iPhone, controle o sistema de segurança de sua casa à distância, entre outras possibilidades. Tudo isso por meio da automação de sistemas inteligentes de segurança e monitoramento que vem, cada vez mais, despertando o interesse de um público seleto. “O número de pessoas de alta renda que vem buscando estas soluções é impressionante, dada a necessidade de assegurar a proteção da família e do patrimônio”, confirma de Luca.

Sobre a VAULT

A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a VAULT surgiu como um embrião dentro de uma empresa de engenharia voltada para execuções de projetos e estruturas metálicas no segmento de módulos habitáveis para plataformas de petróleo, containers de cargas e vagões ferroviários.

Com o aumento da violência no início dos anos 90, a empresa de engenharia decidiu criar uma empresa destinada especialmente à fabricação de portas de segurança em função da crescente demanda por estes produtos. Atualmente, a VAULT desenvolve projetos mais complexos, customizados, que preservam a integridade arquitetônica da estrutura, com proteções de ambientes inteiros para residências, condomínios, bancos, empresas e representações diplomáticas para garantir a segurança total de seus clientes. A VAULT já atendeu mais de 3000 clientes e realizou desde blindagem de portas residenciais (mais de 1500 residências) até blindagem de fachadas inteiras de prédios localizados em área de risco de bala perdida no Rio de Janeiro, como da Fiocruz, White Martins, Tribunal de Justiça e Petrobrás. Este último, resultou na maior blindagem feita no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados).

Por: Flávia Ghiurghi, Jornalista e Assessora de Imprensa. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

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