O Indicador Serasa Experian da Qualidade de Crédito do Consumidor, que avalia, numa escala de
Segundo economistas da Serasa Experian, o recuo é justificado pelo aumento acelerado do endividamento dos consumidores, especialmente a partir de meados de 2009, estimulado pelas condições de crédito mais favoráveis (juros mais baixos e prazos mais longos), pela evolução do emprego e pelas medidas de isenções tributárias em determinados segmentos de bens duráveis, tornando atraente ao consumidor aquisição destes bens via financiamentos.
Contudo, tal evolução do endividamento não foi acompanhada, na mesma proporção, pelos incrementos observados na renda. Este fato contribuiu para a redução da qualidade de crédito do consumidor (aumento do risco de inadimplência), verificado no segundo trimestre de 2010.
Vale a pena notar que apesar do recuo detectado no segundo trimestre, o Indicador Serasa Experian da Qualidade de Crédito do Consumidor ainda permanece em nível superior ao observado nos meses imediatamente anteriores à eclosão da crise financeira internacional (quarto trimestre de 2008), atingindo, neste segundo trimestre de
Análise Regional
Na análise regional, verifica-se que as regiões Sul e Sudeste são as únicas a se situarem acima da média nacional (80,3), em termos de qualidade de crédito dos seus consumidores, registrando as marcas de 85,0 e 80,4, respectivamente. Em seguida temos o Nordeste, com 79,0, praticamente empatado com o Centro-Oeste (78,6). E, por fim, aparece a Região Norte com 76,5.

Análise por Rendimento Pessoal Mensal
Por faixa de renda, a classe que ganha até R$ 500 por mês é a que possui o menor índice de qualidade de crédito (75,7). No outro extremo, a classe acima de R$ 10 mil registra o melhor indicador, 94,0, seguida pela classe de renda de R$ 5 mil a 10 mil (92,9). Assim, a qualidade de crédito do consumidor tende a ser positivamente correlacionada com a sua renda.
Na classificação por rendimento mensal, o maior recuo na qualidade de crédito durante o segundo trimestre de 2010 foi observado nos consumidores que ganham até R$ 500,00 por mês (queda de 3,0%). Também foram observadas quedas trimestrais na qualidade de crédito dos consumidores dos extratos superiores de rendimento mensal: entre R$
Somente os consumidores que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000 por mês e entre R$ 1.000 e R$ 2.000 por mês acusaram elevação de suas qualidades de crédito no segundo trimestre de 2010: altas de 1,2% e 1,6%, respectivamente.

Metodologia do Indicador
O Indicador Serasa Experian da Qualidade de Crédito do Consumidor avalia, trimestralmente, o risco de crédito dos consumidores. É construído a partir dos scores computados a partir de uma amostra aleatória representativa de 450 mil pessoas físicas sem identificação, constantes da base de dados da Serasa Experian, com base nos modelos internos de avaliação de risco de crédito. O indicador varia numa escala de
Serasa Experian
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A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007.
Responde on-line/real-time a 4 milhões de consultas por dia, auxiliando 400 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.
Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.
Experian
A Serasa Experian é parte do grupo Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes em mais de 65 países. A empresa auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização o processo de tomada de decisão. A Experian plc também apóia pessoas físicas no gerenciamento de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade.
A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100, que é o principal indicador do desempenho médio das cotações da Bolsa de Londres. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2009 foi de US$ 3,9 bilhões. A empresa emprega cerca de 15.000 pessoas em 40 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido;
Para mais informações, visite http://www.experianplc.com
Por: Viviane Evangelista ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).



Patrocinado pelo HSBC, análise indica caminhos que o País deve seguir na próxima década para se tornar um dos mercados mais atrativos do mundo e alcançar um crescimento sustentável do PIB acima de 5% por ano.
De acordo com Andre Loes, economista-chefe do HSBC no Brasil, "os olhos do mundo estarão voltados para o Brasil durante a próxima década. A Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos serão as atrações mais próximas, mas estes eventos vão estimular o potencial de crescimento sustentável e de longo prazo identificado pela EIU". O documento ressalta o atual otimismo com a forte posição do Brasil atualmente e suas perspectivas. Contudo, os quatro desafios devem ser trabalhados para que o País atinja o seu potencial máximo. "Nós reconhecemos a importância da educação, infraestrutura, inovação e do reconhecimento global, como pontos de desafios, que não devem ser obstáculos para o Brasil moderno, focado no crescimento e na economia".
A classificação do Brasil também é baixa na maioria dos rankings de inovação e análises mais aprofundadas sugerem que mesmo os atuais pequenos investimentos em inovação poderiam produzir resultados significativamente melhores. O investimento em inovação é considerado relativamente baixo e insuficiente, mas de acordo com a análise, produziu avanços considerando "tecnologias verdes".
e fortalecer relações de negócios. Desde o seu lançamento em 2008, o programa englobou culturas (no sentido mais amplo do termo) em mais de 25 países: de artes à culinária, de linguagem à literatura e dança, arte de rua e todos os tipos de música. www.hsbc.com/culturalexchange. Em 2010, o foco do Programa é "O Brasil, celebrando a nação que deverá ser a quinta maior economia do mundo até 2025".

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