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Qualidade de crédito do consumidor recuou 0,3% no segundo trimestre, revela Serasa Experian

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O Indicador Serasa Experian da Qualidade de Crédito do Consumidor, que avalia, numa escala de 0 a 100, a qualidade de crédito do consumidor – quanto maior, melhor a qualidade de crédito, portanto menor é a probabilidade de inadimplência, caso este consumidor venha a requerer crédito – registrou recuo de 0,3% no segundo trimestre de 2010, atingindo o valor de 80,3.

Segundo economistas da Serasa Experian, o recuo é justificado pelo aumento acelerado do endividamento dos consumidores, especialmente a partir de meados de 2009, estimulado pelas condições de crédito mais favoráveis (juros mais baixos e prazos mais longos), pela evolução do emprego e pelas medidas de isenções tributárias em determinados segmentos de bens duráveis, tornando atraente ao consumidor aquisição destes bens via financiamentos.

Contudo, tal evolução do endividamento não foi acompanhada, na mesma proporção, pelos incrementos observados na renda. Este fato contribuiu para a redução da qualidade de crédito do consumidor (aumento do risco de inadimplência), verificado no segundo trimestre de 2010.

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Vale a pena notar que apesar do recuo detectado no segundo trimestre, o Indicador Serasa Experian da Qualidade de Crédito do Consumidor ainda permanece em nível superior ao observado nos meses imediatamente anteriores à eclosão da crise financeira internacional (quarto trimestre de 2008), atingindo, neste segundo trimestre de 2010, a segunda maior cifra desde o terceiro trimestre de 2008.


Análise Regional

Na análise regional, verifica-se que as regiões Sul e Sudeste são as únicas a se situarem acima da média nacional (80,3), em termos de qualidade de crédito dos seus consumidores, registrando as marcas de 85,0 e 80,4, respectivamente. Em seguida temos o Nordeste, com 79,0, praticamente empatado com o Centro-Oeste (78,6). E, por fim, aparece a Região Norte com 76,5.

Comparativamente ao trimestre anterior (primeiro trimestre de 2010), as regiões economicamente menos desenvolvidas do país – Norte e Nordeste – registraram as maiores quedas na qualidade de crédito dos consumidores: -1,9% e -1,2%, repesctivamente. A região Centro-Oeste manteve a sua qualidade de crédito inalterada, e as regiões mais ricas – Sul e Sudeste – exibiram elevações (0,2% e 0,5%, respectivamente) na qualidade de crédito dos seus consumidores durante o segundo trimestre de 2010.
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Análise por Rendimento Pessoal Mensal

Por faixa de renda, a classe que ganha até R$ 500 por mês é a que possui o menor índice de qualidade de crédito (75,7). No outro extremo, a classe acima de R$ 10 mil registra o melhor indicador, 94,0, seguida pela classe de renda de R$ 5 mil a 10 mil (92,9). Assim, a qualidade de crédito do consumidor tende a ser positivamente correlacionada com a sua renda.

Na classificação por rendimento mensal, o maior recuo na qualidade de crédito durante o segundo trimestre de 2010 foi observado nos consumidores que ganham até R$ 500,00 por mês (queda de 3,0%). Também foram observadas quedas trimestrais na qualidade de crédito dos consumidores dos extratos superiores de rendimento mensal: entre R$ 2.000 a R$ 5.000 (-2,4%), entre R$ 5.000 e R$ 10.000 (-0,8%) e mais de R$ 10.000 (-0,2%).

Somente os consumidores que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000 por mês e entre R$ 1.000 e R$ 2.000 por mês acusaram elevação de suas qualidades de crédito no segundo trimestre de 2010: altas de 1,2% e 1,6%, respectivamente.

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Metodologia do Indicador

O Indicador Serasa Experian da Qualidade de Crédito do Consumidor avalia, trimestralmente, o risco de crédito dos consumidores. É construído a partir dos scores computados a partir de uma amostra aleatória representativa de 450 mil pessoas físicas sem identificação, constantes da base de dados da Serasa Experian, com base nos modelos internos de avaliação de risco de crédito. O indicador varia numa escala de 0 a 100 e quanto maior, melhor é a qualidade do crédito (menor é a probabilidade de inadimplência). É segmentado por região geográfica e classe de rendimento mensal.


Serasa Experian

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A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007.

Responde on-line/real-time a 4 milhões de consultas por dia, auxiliando 400 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.


Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.


www.serasaexperian.com.br



Experian

A Serasa Experian é parte do grupo Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes em mais de 65 países. A empresa auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização o processo de tomada de decisão. A Experian plc também apóia pessoas físicas no gerenciamento de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100, que é o principal indicador do desempenho médio das cotações da Bolsa de Londres. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2009 foi de US$ 3,9 bilhões. A empresa emprega cerca de 15.000 pessoas em 40 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; em Costa Mesa, na Califórnia e em São Paulo, Brasil.

Para mais informações, visite http://www.experianplc.com

Por: Viviane Evangelista ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

Estudo inédito da Economist Intelligence Unit aponta principais desafios do Brasil

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logo-eiuPatrocinado pelo HSBC, análise indica caminhos que o País deve seguir na próxima década para se tornar um dos mercados mais atrativos do mundo e alcançar um crescimento sustentável do PIB acima de 5% por ano.

Como parte do HSBC Festival Brazil, celebração internacional dos negócios e da cultura brasileira e do HSBC Global Culture Exchange Programme em 2010, o HSBC está divulgando hoje, 26 de julho, o estudo Brazil unbound: How investors see Brazil and Brazil sees the world, feito pela Economist Intelligence Unit (EIU), do grupo The Economist. O estudo, realizado com 536 executivos seniores em todo o mundo, revela como os investidores enxergam o Brasil e como o país se posiciona mundialmente.

O estudo reconhece as conquistas brasileiras nos últimos 15 anos, o que inclui privatizações bem-sucedidas, uma nova moeda estável - após a introdução do real em 1994 -, um aumento vigoroso da demanda global pelas suas abundantes reservas de commodities e a significativa expansão de comércio bilateral com a China, que aumentou mais de 50% desde 2007.

A análise também identifica como os quatro principais desafios para o País, educação, infraestrutura, inovação e reconhecimento internacional, áreas nas quais o Brasil ainda precisa realizar progressos para atingir todo o seu potencial como nação. Segundo Justine Thody, diretora da EIU, "caso estes desafios possam ser trabalhados na próxima década, a economia poderá sustentar taxas de crescimento anual acima de 5% durante um longo período, em uma economia de classe média e população de 200 milhões de habitantes, o que formaria um dos mercados mais atraentes do mundo".

logo-hsbcDe acordo com Andre Loes, economista-chefe do HSBC no Brasil, "os olhos do mundo estarão voltados para o Brasil durante a próxima década. A Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos serão as atrações mais próximas, mas estes eventos vão estimular o potencial de crescimento sustentável e de longo prazo identificado pela EIU". O documento ressalta o atual otimismo com a forte posição do Brasil atualmente e suas perspectivas. Contudo, os quatro desafios devem ser trabalhados para que o País atinja o seu potencial máximo. "Nós reconhecemos a importância da educação, infraestrutura, inovação e do reconhecimento global, como pontos de desafios, que não devem ser obstáculos para o Brasil moderno, focado no crescimento e na economia".

A questão da infraestrutura aparece como o primeiro item da lista de desafios para os investidores, segundo a EIU. Quase metade dos entrevistados (49%) afirma que "padrões de baixa qualidade ou custos elevados de infraestrutura" são os principais obstáculos operacionais. Apesar de alguns avanços em logística, o transporte é caro e a malha rodoviária insuficiente. Também existem poucas ferrovias e o potencial do transporte marítimo continua sendo extremamente inexplorado, com portos e aeroportos que já estão congestionados. Estas condições podem aumentar em um quarto ou mais o preço para levar os produtos aos seus respectivos mercados, segundo os investidores. A solução, ainda com base na análise, é prover uma melhor infraestrutura considerando soluções coordenadas entre diferentes esferas governamentais e do setor privado.

No sistema educacional, as principais fraquezas estão na formação para o mercado de trabalho. Embora muitos formandos de universidades brasileiras sejam percebidos como de primeira classe, há poucos deles. Educação e recursos pobres durante o nível secundário fazem com que os estudantes deixem as escolas entre os menos instruídos em todo o mundo. As empresas descobrem que elas devem preencher os lapsos de habilidades com treinamentos próprios. Pelo menos um terço dos investidores entrevistados diz que a falta de capacitação representa um dos principais problemas operacionais, com quase metade (47%) das companhias americanas apontando este como o principal desafio do Brasil.

inovao-ideiaA classificação do Brasil também é baixa na maioria dos rankings de inovação e análises mais aprofundadas sugerem que mesmo os atuais pequenos investimentos em inovação poderiam produzir resultados significativamente melhores. O investimento em inovação é considerado relativamente baixo e insuficiente, mas de acordo com a análise, produziu avanços considerando "tecnologias verdes".

Cerca de 57% dos entrevistados brasileiros não têm um programa de pesquisa e desenvolvimento ('R&D') ou sequer planos para criar um em breve no País. No entanto, metade (49%) dos entrevistados descreve como "muito boa" ou "excelente", a capacidade dos negócios baseados no Brasil de se integrarem com as últimas tecnologias internacionais.

Isso indica que melhor educação, infraestrutura e investimentos em pesquisas e desenvolvimento (P&D), além de relações mais próximas entre empresas e universidades, resultariam automaticamente em impactos positivos em inovação. Dito isso, os negócios já ultrapassaram barreiras, desenvolvendo tecnologias ambientais e agrícolas que hoje já estão sendo exportadas para todo o planeta.

O reconhecimento internacional das empresas brasileiras está melhorando, principalmente na China. Mas o estudo mostra que as empresas brasileiras ainda sofrem com baixo reconhecimento em outros países. Exceto algumas empresas muito conhecidas, as marcas brasileiras ainda falham neste quesito: 84% dos entrevistados afirmaram que marcas brasileiras não são muito reconhecidas ou muito consideradas em outros países. Apenas 3% dos entrevistados americanos acreditam que as marcas brasileiras são altamente reconhecidas e consideradas. Contudo, a percepção das marcas brasileiras entre os entrevistados chineses muda, com quase um quarto dos respondentes (24%) recebendo os produtos brasileiros deforma acalorada.

O material completo pode ser obtido no endereço www.hsbc.com/culturalexchange.


1 - Sobre o relatório

Brazil unbound: How investors see Brazil and Brazil sees the world é um estudo da Economist Intelligence Unit (EIU), patrocinado pelo HSBC. O estudo é baseado em entrevistas com especialistas e analistas, previsões da EIU e entrevistas com executivos de 536 companhias de 18 setores, entre abril e maio de 2010. Cerca de um terço dos entrevistados estão no Brasil, 11% na América Latina, 20% na Ásia, 15% na América do Norte e 12% na Europa Ocidental. Cerca de 41% das companhias obtiveram faturamento anual superior a US$ 500 milhões e 22% acima de US$ 1 bilhão. Em termos de senioridade, 58% dos respondentes são autoexecutivos ou membros dos conselhos de administração das empresas.

2 - Programa de Intercâmbio Cultural do HSBC

O HSBC estimula o entendimento e a aceitação de diferentes culturas de todo o mundo via seu Programa de Intercâmbio Cultural. Como provedor internacional de serviços financeiros, o HSBC trabalha com os seus clientes em 88 países ao redor do planeta, reforçando a troca de idéias entre diferentes culturas para gerarfestival-brasil-2010 e fortalecer relações de negócios. Desde o seu lançamento em 2008, o programa englobou culturas (no sentido mais amplo do termo) em mais de 25 países: de artes à culinária, de linguagem à literatura e dança, arte de rua e todos os tipos de música. www.hsbc.com/culturalexchange. Em 2010, o foco do Programa é "O Brasil, celebrando a nação que deverá ser a quinta maior economia do mundo até 2025".

Brazil unbound: How investors see Brazil and Brazil sees the world faz parte do HSBC Festival Brazil, uma celebração internacional da cultura e da economia brasileira. O foco dessa celebração é o Festival Brazil, no Southbank Centre - um festival de três meses com o melhor da música, teatro, literatura e artes visuais do Brasil criado em parceria com o HSBC


3 - HSBC Holding

HSBC Holdings, controladora do Grupo HSBC, está sediada em Londres. O Grupo atende clientes em todo o mundo, com cerca de 8 mil escritórios em 88 países e territórios na Europa, Ásia, Américas, Oriente Médio e África. Com ativos totais de US$ 2,4 trilhões em dezembro de 2009, o HSBC é um dos maiores bancos do mundo. Também é conhecido globalmente como o "banco local do mundo".

Por: Amanda Cardoso ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

8º Congresso Internacional Brasil Competitivo

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A frente do movimento pela disseminação da cultura de eficiência e qualidade, o Movimento Brasil Competitivo (MBC) promove a oitava edição do Congresso Internacional Brasil Competitivo com o tema Inovação e Empreendedorismo. O evento receberá autoridades e especialistas para debater inovação e empreendedorismo.

O evento, que será realizado no dia 27 de julho, em São Paulo, reunirá empresários, autoridades públicas e a sociedade para debater o atual cenário brasileiro da inovação e os mecanismos necessários para alavancar a competitividade do país. A ideia é buscar a aproximação do setor privado, visando a criação de oportunidades e ações de incentivo ao empreendedorismo.

A cerimônia de abertura contará com a presença do presidente fundador do MBC, Jorge Gerdau Johannpeter, e do Conselheiro da Endeavor, Beto Sicupira. Também estará no evento o diretor internacional de Inovação Aplicada da Microsoft, Steve Gilmer.  O tema Inovação e Empreendedorismo será abordado por meio de painéis, palestras e apresentação de cases de sucesso.

O credenciamento de imprensa está sendo feito pela Máquina Public Relations. Os interessados podem responder esse email.

Serviço:

8º Congresso Internacional Brasil Competitivo

Data: 27 de julho, a partir das 8h30

Local: Complexo WTC, São Paulo - Avenida das Nações Unidas, 12.551 - Brooklin Novo.

Por: Camila Fernandes; Consultora em Comunicação ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

GE assina contrato de US$160 milhões com a Petrobras

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A empresa irá fornecer turbinas para geração de energia e equipamentos de compressão para as plataformas marítimas P-58 e P-62

A GE Oil & Gas acaba de assinar com a PNBV - Petrobras Netherlands BV, subsidiária da Petrobras, um contrato de US$ 160 milhões para o fornecimento de turbinas a gás para geração de energia e equipamentos de compressão. Os equipamentos serão instalados em duas FPSO no mar do Brasil, ao norte do campo de Parque das Baleias, no Espírito Santo e no campo de Roncador, na Bacia de Campos. Juntos, contribuirão para a produção de 360.000 barris de petróleo por dia, com início previsto para 2013.

“Com a alta tecnologia da GE, conseguimos projetar um equipamento com pesos e dimensões reduzidos, o que permite melhorar o desempenho e a eficiência de ambas as plataformas marítimas. Estamos muito satisfeitos em estreitar ainda mais a nossa parceria com esta grande empresa”, disse Joe Mastrangelo, Vice Presidente da Turbomachinery, GE Oil & Gas.

De acordo com o contrato, a GE Oil & Gas deverá fornecer oito conjuntos geradores compostos de turbinas a gás 31.1 MW PGT25+ e doze conjuntos de motocompressores (LP ou HP) para as duas plataformas com uma pressão de descarga de 200bar para re-injeção de gás natural. A GE Oil & Gas irá fornecer geradores e motores elétricos para os projetos P58 & P62 ambos fabricados no mercado brasileiro contribuindo para o conteudo local dos projetos. Além disso, a empresa prestará supervisão técnica para a instalação, início das operações e treinamento de suporte para as plataformas. Os equipamentos serão fabricados em Florença, na Itália, sendo que todos os testes de plena carga e de desempenho serão realizados no centro de produção da GE em Florença e Massa, ambos na Itália.

A GE Oil & Gas é reconhecida por ser uma importante fornecedora global de equipamentos para unidades de produção offshore. Nos últimos dez anos, a empresa forneceu turbinas a gás, compressores e equipamentos adicionais para projetos em terra firme e flutuantes de produção, armazenagem, e descarga em países do mundo todo, como Angola, Brasil, Canadá, China, Nigéria, Noruega, África do Sul e Reino Unido.

Com este contrato, a GE Oil & Gas continua a expandir a sua presença em todo o setor de petróleo e gás da América Latina, com mais de 1.000 turbinas a gás e compressores instalados em toda a região. Além disso, a empresa já inspecionou mais de 50.000 quilômetros de dutos para petróleo, gás, água e produtos de refino na região. Com base no Rio de Janeiro, a Petrobras é uma das maiores empresas do mundo, com ativos na área de petróleo e energia em 18 países. A Petrobras é uma empresa integrada, que opera na exploração de produtos petrolíferos e afins, bem como na produção, refino, comercialização e transporte.

Sobre a GE Oil & Gás

A GE Oil & Gas é uma companhia líder mundial na produção de serviços e equipamentos de alta tecnologia para todos os segmentos da indústria de óleo e gás, desde a exploração até a produção, LNG, dutos e armazenamento para a indústria de geração de energia, refino e petroquímicos. A GE Oil & Gas também oferece soluções integradas de dutos, incluindo inspeção e gerenciamento de dados. Como parte de seu foco e compromisso com os clientes chamado de “Innovation Now”, a GE Oil & Gas alavanca inovações tecnológicas para outros negócios da GE, como aviação e saúde, para continuamente melhorar o desenvolvimento e a produtividade da indústria de óleo e gás. A GE Oil & Gas emprega mais de 12.000 pessoas no mundo e opera em mais de 100 países.


Sobre a GE

A GE é uma companhia diversificada que atua nas áreas de infraestrutura, finanças e mídia, desenvolvendo soluções para os problemas mais complexos do mundo. Da manufatura de turbinas para aeronaves, geração de energia até serviços financeiros, soluções para área de saúde e programação televisiva, a GE opera em mais de 100 países e emprega, globalmente, cerca de 300.000 funcionários.

No Brasil, a GE mantém atividades desde 1919, com escritórios de vendas e marketing distribuídos em diversos estados e com unidades industriais em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Todos os cinco grandes negócios da GE estão presentes no Brasil, empregando cerca de 6.000 funcionários. Para mais informações, visite o website da companhia www.ge.com/br.

Por: Anne Fadul ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

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O Piritubão e as mudanças na zona Oeste

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Estádio seria construído em área da Prefeitura Municipal de São Paulo equivalente a 50 morumbis...

Dizem que a eliminação o Brasil pela Holanda na Copa do Mundo da África do Sul não foi o fim do Mundial, mas o início da Copa do Mundo de 2014. Agora, no lugar da escalação da seleção e do resultado dos bolões, o assunto que está na boca dos brasileiros é a preparação do país para a próxima Copa. E a partir de 11 de julho, quando acontece a grande final que encerra o Mundial africano, todos os olhos do mundo se voltarão para a futura sede do Mundial.

Voltam à tona as discussões interrompidas pelos jogos, que focam principalmente nas rigorosas exigências da Fifa, organizadora da Copa. Devido às regras da entidade, o estádio do Morumbi, que receberia os jogos em São Paulo, teve que ser oficialmente reprovado pela CBF e pelo Comitê Organizador Local da Copa de 2014 por não oferecer garantias financeiras para finalizar o projeto apresentado à Fifa.

Para que a capital paulista não perca o posto de cidade-sede, imediatamente a prefeitura começou a tirar projetos da gaveta para a construção de um novo estádio. O mais divulgado até o momento é o da arena multiuso Piritubão, que seria construído em Pirituba, zona Oeste de São Paulo, em uma área equivalente a 50 Morumbis.

O terreno de cinco milhões de metros quadrados localizado próximo ao Parque Estadual do Jaraguá foi declarado pela prefeitura como de utilidade pública em janeiro de 2008, mas até o momento não haviam planos para a área. Agora, o espaço pode receber um complexo que inclui a um centro de convenções, um centro comercial e a arena multiuso com capacidade para mais de 60 mil pessoas que poderá receber eventos esportivos e shows.

Com a chegada do complexo, a região passaria por um forte crescimento econômico e populacional. As mudanças ajudariam a consolidar um eixo de desenvolvimento descentralizado em São Paulo, necessário em função do esgotamento das áreas centrais da capital.

Mas a maior vantagem do espaço é também seu potencial problema: acessibilidade e mobilidade urbana. O local tem localização privilegiada: há vetores importantes que permitem a chegada dos torcedores, como a Rodovia dos Bandeirantes, a Av. Raimundo Pereira de Magalhães e a estação Vila Clarice, da linha rubi da CPTM. Porém a região não conta com infraestrutura suficiente para receber a massa de torcedores e turistas que seria atraída pela Copa e pelas atrações construídas ali. Não há estacionamentos e o transporte público ainda é insuficiente.

O prefeito Gilberto Kassab já revelou que o projeto só sairá do papel se houver investimentos da iniciativa privada. Mas para que o Piritubão consiga atender às exigências da Fifa e consolide-se como um legado importante para a região – e não um “elefante branco” sem utilidade – é preciso um projeto detalhado de mobilidade que permita que as pessoas desfrutem do novo espaço.

Além disso, é preciso pensar localmente em função dessas mudanças e aproveitar essa oportunidade de desenvolvimento. Assim a zona Oeste ganha um novo pólo de desenvolvimento econômico e de lazer.

Por: Thomaz Assumpção; Diretor da Urban Systems, empresa especializada em análise de dados demográficos em mapas digitais para dimensionamento de tendências em mercados e cidades (http://www.urbansystems.com.br/).

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