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Em um ano Investe São Paulo atrai R$ 2,7 bilhões em investimentos

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Com um ano de vida, completado no último dia 9 de junho, a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade – Investe São Paulo – já apresenta resultados positivos. Em julho de 2010, a Investe SP administra em sua carteira 32 projetos de empresas nacionais e estrangeiras interessadas em se instalar no Estado de São Paulo. Segundo estimativa da agência, esses projetos podem gerar investimentos de R$ 5,8 bilhões e 22.500 empregos diretos.

Até agora, metade desse montante, cerca de R$ 2,7 bilhões, já está garantido com os investimentos anunciados por quatro grandes empresas. “Foi um ano de muito trabalho, onde passamos a ser conhecidos e pudemos garantir bons investimentos para o Estado. Estamos cumprindo nossa missão de ser a porta de entrada do investidor estrangeiro em São Paulo”, disse o presidente da Investe SP, Mario Mugnaini Jr.

Entre as empresas que anunciaram a vinda para São Paulo está a japonesa Toyota, que já iniciou a terraplanagem da futura fábrica na cidade de Sorocaba. A empresa investirá US$ 600 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) e irá gerar 2.500 empregos. A fábrica, que ficará ao lado do Parque Tecnológico de Sorocaba, produzirá 150 mil veículos por ano.

Já a coreana Hyundai também fará um investimento de US$ 600 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) em uma planta que produzirá 150 mil automóveis por ano. A previsão é de que a fábrica comece a funcionar em 2012, em Piracicaba, e gere 1.600 empregos.

A Cebrace, maior produtora de vidros e espelhos da América do Sul, ampliará sua planta na cidade de Jacareí com um investimento de cerca de US$ 210 milhões (cerca de R$ 380 milhões). A nova unidade, destinada à produção de vidros planos, terá capacidade produtiva de 900 toneladas por dia (300 mil t/ano).

Fechando os quatro principais investimentos captados pela Investe SP, a chinesa Sany, da área de máquinas e equipamentos para construção, pretende investir US$ 200 milhões (cerca de R$ 360 milhões). A expectativa do grupo chinês é gerar mil empregos, além de faturar US$ 500 milhões em cinco anos no fornecimento de produtos para o mercado brasileiro e latino-americano. A empresa ainda não anunciou o local da futura fábrica.

Durante esse ano, a Investe SP também informou, orientou e acompanhou potenciais investidores privados estrangeiros e nacionais em reuniões com órgãos públicos estaduais e prefeituras. Atualmente, os principais projetos de investimentos em fase de negociação são nos setores aeronáutico, alimentícios, automotivo, de bens de capital, eletroeletrônico, naval (estaleiro), petróleo e gás. Os potenciais investidores são originários da Alemanha, Canadá, China, Coréia do Sul, Espanha, EUA e França.

Para o biênio 2010-2011, a Investe São Paulo expandirá sua atuação por meio de convênios e parcerias com instituições congêneres no exterior, em especial na Ásia, para atração de investimentos nas áreas de semicondutores, automóveis e eletroeletrônicos; nos EUA, para a captação de investimentos em centros de pesquisa e desenvolvimento e; na Europa, para a atração de investimentos nas áreas de energia alternativa, petróleo e gás, aeronáutica, resíduos sólidos e bens de capital.

 

Relações Institucionais

Outro trabalho realizado pela Investe SP é na recepção de delegações e missões empresariais e institucionais. Em um ano, foram recebidas pela agência 105 delegações, divididas em missões governamentais e empresariais, Agências de Investimentos Estrangeiras e organismos internacionais.

Esse número ainda deve crescer. A Investe SP passou a integrar, em setembro de 2009, a Associação Mundial das Agências de Promoção de Investimento (Waipa), que conta com 249 agências de promoção de investimentos de 157 países.

No exterior, a Investe SP representou o Estado de São Paulo na 14ª e 15ª Conferência Internacional das Agências de Promoção de Investimentos (Itália e Argentina), no Encontro de Agências Francesas de Investimentos Regionais, em seminários em Portugal e Itália sobre as Oportunidades de Investimentos no Estado de São Paulo, além de participar do 28ª Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2010, em Munique.

 

Sobre a Investe SP

A Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade - Investe São Paulo - tem como objetivo atrair investimentos para o Estado e aumentar a competitividade da economia paulista, promovendo a geração de empregos, renda e inovação tecnológica. Criada oficialmente em dezembro de 2008, pelo Governo do Estado de São Paulo, a agência começou a funcionar efetivamente a partir de junho de 2009, quando entrou em operação.

 

Serviços oferecidos pela Investe SP

1. Apoio à tomada de decisão:

- Identificação de áreas para investimento: apoio ao empreendedor para que ele identifique os melhores locais do Estado para investir, de acordo com as necessidades de sua atividade no tocante a mão-de-obra, infraestrutura, logística, disponibilidade de fornecedores, mercado consumidor, meio ambiente, entre outros fatores.

- Disponibilização de informações: fornecer informações pontuais e estratégicas sobre as melhores condições para se investir no Estado de São Paulo.

2. Facilitação de negócios: apoio aos potenciais investidores em sua interlocução com órgãos públicos, com o objetivo de facilitar e agilizar o processo de tomada de decisão e de implantação de novos empreendimentos.

3. Articulação com entidades públicas e privadas relevantes para o processo de atração de investimentos:

- Instituições públicas nos níveis estadual, municipal e federal;

-Instituições privadas, como concessionárias de serviços públicos, associações empresariais, entre outras.

4. Articulação com os municípios paulistas visando:

- identificar oportunidades para atração de novos investimentos;

- apoiar os municípios na atração de empresas;

5. Promoção da competitividade: identificar entraves à competitividade e propor medidas para superá-los.

6. Articulação com entidades nacionais e internacionais congêneres.

7. Recepção de missões estrangeiras com foco em investimento e a difusão dessas informações.

logo_investesp

Por: Armando Jr. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos- Junho de 2010

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cheque_sem_fundo

A inadimplência com cheques foi de 1,86% em maio de 2010. É o menor percentual para o quinto mês do ano desde maio de 2004, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos.

No acumulado do ano, o levantamento também verificou queda no percentual de cheques sem fundos. De janeiro a maio houve 1,90% de cheques devolvidos, menor percentual registrado desde 2006, considerando os cinco primeiros meses do ano.

Enquanto a inadimplência geral (cartões de crédito e financeiras, protestos e dívidas com bancos) apresentou elevação no quinto mês do ano, os cheques sem fundos, por sua vez, seguiram em direção contrária. Os recuos verificados na inadimplência com cheque se devem à recuperação da qualidade neste instrumento. Em um ambiente de endividamento crescente, o cheque promove agilidade no registro da inadimplência, por meio de sua devolução. Além disso, o consumidor tem evitado o parcelamento com cheque pré-datado, porque oferece prazos menores de financiamento, não há opção de amortização menor que o valor acordado e a renegociação é mais difícil.

A perspectiva é de que, apesar de haver espaço para novos decréscimos na inadimplência com cheques, o bom volume de vendas no Dia das Mães, na Copa do Mundo e no Dia dos Namorados, ampliando o endividamento do consumidor, podem causar algum impacto neste indicador. De qualquer forma, a inadimplência com cheques fechará o ano menor que a registrada em 2009.

*Confira abaixo tabela com o total de cheques devolvidos e compensados, em maio de 2010 e 2009, e nos acumulados de janeiro a maio, de 2010 e 2009:

tabela_serasa2

Nos estados e regiões

De janeiro a maio, o Amapá foi o estado com o maior percentual de cheques devolvidos (12,00%). São Paulo, por sua vez, foi o estado com menor percentual (1,45%). Entre as regiões, a Norte foi a com maior percentual de devolução de cheques nos cinco primeiros meses do ano, com 4,29%. Na outra ponta do ranking está a Sudeste, com 1,57%.

Veja abaixo o ranking completo com o percentual de cheques devolvidos de janeiro a maio de 2010, por Estado.

ESTADOS/REGIÕES

JAN-MAI/2010

1

Amapá

12,00%

2

Maranhão

9,70%

3

Roraima

9,63%

4

Acre

8,02%

5

Sergipe

6,69%

6

Piauí

5,84%

7

Tocantins

5,59%

8

Rio Grande do Norte

5,16%

9

Paraíba

4,66%

10

Alagoas

4,53%

11

Pará

4,29%

12

Mato Grosso

3,81%

13

Amazonas

3,29%

14

Rondônia

3,13%

15

Ceará

2,78%

16

Bahia

2,77%

17

Distrito Federal

2,55%

18

Goiás

2,23%

19

Espírito Santo

2,12%

20

Rio Grande do Sul

2,04%

21

Pernambuco

1,91%

Brasil

1,90%

22

Mato Grosso do Sul

1,88%

23

Minas Gerais

1,82%

24

Paraná

1,70%

24

Santa Catarina

1,70%

25

Rio de Janeiro

1,57%

26

São Paulo

1,45%

1

REGIÃO NORTE

4,29%

2

REGIÃO NORDESTE

3,23%

3

REGIÃO CENTRO-OESTE

2,43%

4

REGIÃO SUL

1,82%

5

REGIÃO SUDESTE

1,57%

Da Assessoria de Comunicação do Serasa Experian.

Atividade econômica iniciou o segundo trimestre em desaceleração, revela indicador Serasa Experian

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A economia brasileira iniciou o segundo trimestre de 2010 em desaceleração. Segundo o Indicador Serasa Expe rian de Atividade Econômica (PIB Mensal), o crescimento econômico verificado em abril/2010 foi de apenas 0,1% em relação a março/2010, já descontadas as influências sazonais. Com esse resultado, a taxa de expansão trimestral da economia brasileira diminui de 2,7% no trimestre findo em março/10 para 2,4% no trimestre encerrado em abril/10.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a retirada dos estímulos fiscais à aquisição de veículos e outros bens duráveis, a implementação dos cortes orçamentários anunciados pelo Governo Federal e os efeitos contracionistas da política de aperto monetário (elevação dos juros básicos) posta em prática pelo Banco Central deverão impor um ritmo mais brando de crescimento da atividade econômica comparativamente ao que se verificou ao longo do primeiro trimestre deste ano. Tal desaceleração começa a ser observada já neste segundo trimestre de 2010, conforme apontado pelo indicador.

tabela_serasa

Do ponto de vista da oferta agregada, somente foi observado avanço mensal no setor agropecuário em abril de 2010 (crescimento de 3,7% frente ao mês de março). O setor industrial, recuando 1,8%, foi o grande responsável pela pequena alta de apenas 0,1% na atividade econômica em abril. Por sua vez, o setor de serviços, com ligeira queda de 0,1%, também contribuiu para enfraquecer o ritmo de crescimento econômico em abril de 2010.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 8,8% no ritmo de atividade econômica em abril de 2010. Tal resultado fez com que o crescimento da economia durante o primeiro quadrimestre atingisse 8,9%, abaixo, portanto, da expansão de 9,0% verificada ao longo do primeiro trimestre deste ano.

Por fim, nos doze meses encerrados em abril de 2010, o crescimento econômico atingiu 3,4%, resultado ainda segue prejudicado pelo período recessivo do início de 2009.

Metodologia do Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal)

Na construção do Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal) são utilizadas técnicas estatísticas de desagregação temporal com indicadores (Chow-Lin, Fernandez, Litterman e Santos Silva-Cardoso). Cada subcomponente do PIB Trimestral, sem ajuste sazonal, oriundo do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE foi desagregado, por cada uma das técnicas supramencionadas, utilizando-se séries de alta freqüência (mensais) altamente correlacionadas com a série a ser desagregada. Considerou-se como estimativa final de cada série mensal associada a cada um dos subcomponentes do PIB Trimestral a média aritmética simples dos valores mensais obtidos por cada um das técnicas distintas de desagregação temporal.

As séries mensais finais dos subcomponentes foram utilizadas como indicadores para a obtenção das séries dos níveis hierárquicos imediatamente superiores, sempre considerando como estimativas finais, em cada etapa, as médias aritméticas dos valores obtidos pelas quatro técnicas de desagregação temporal. Tal procedimento foi conduzido até chegar-se à última desagregação temporal, ou seja, do PIB Trimestral Consolidado sendo que, para tanto, consideramos como indicadores mensais, as séries desagregadas dos componentes da oferta agregada.

Para a obtenção das estimativas mensais das séries do PIB Trimestral com ajuste sazonal, cada componente mensal desagregado nos procedimentos anteriores (sem ajuste sazonal) foram ajustados sazonalmente utilizando-se TRAMO/SEATS constituindo-se, assim, os indicadores mensais a serem utilizados nas técnicas de desagregação temporal das séries, com ajuste sazonal, do PIB Trimestral.

Para maiores detalhes sobre a metodologia acesse o link www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/index.htm.

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 4 milhões de consultas por dia, auxiliando 400 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

www.serasaexperian.com.br

serasa_experian

Experian

A Serasa Experian é parte do grupo Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes em mais de 90 países. A empresa auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização o processo de tomada de decisão. A Experian plc também apóia pessoas físicas no gerenciamento de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100, que é o principal indicador do desempenho médio das cotações da Bolsa de Londres. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2010 foi de US$ 3,9 bilhões. A empresa emprega cerca de 15.000 pessoas em 40 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; em Costa Mesa, na Califórnia e em São Paulo, Brasil.

Para mais informações, visite http://www.experianplc.com

Da Assessoria de Comunicação do Serasa Experian

Educação financeira e o uso consciente do dinheiro

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cofre_porquinhoTer acesso à educação financeira nos possibilita consumir com inteligência e sem exageros, nos ensina a programar despesas e investir adequadamente independente da classe social, basta ter renda. A partir disso, as pessoas passam a ter um novo olhar sobre si, reveem valores, questões éticas, cuidado com o próximo, entendem que todas as pessoas estão interligadas e que se não adquirirmos comportamentos responsáveis, através de escolhas financeiras inteligentes, do consumo consciente, não estaremos contribuindo para o modelo de escassez no mundo.

A maioria dos brasileiros não está acostumado a planejar, a identificar o que é necessidade, a se preparar para um possível período de crise financeira e a consumir com responsabilidade. O endividamento pessoal e até familiar no que diz respeito ao uso desenfreado do cartão de crédito, empréstimos financeiros e inadimplência generalizada, são alguns dos grandes problemas, além de contribuir para o aumento da inflação em algumas situações.

Portanto, é preciso educar uma nova sociedade para que os diversos aspectos da educação financeira sejam disseminados, iniciativa que deve ser coordenada através de parcerias, entre governo, ONGs, instituições financeiras e escolas. Dessa forma, a ideia da educação financeira nas escolas poderá ser colocada em prática beneficiando muitas crianças e jovens em todo o País, através da capacitação adequada de professores e do desenvolvimento de material educativo dinâmico e informativo com o objetivo de construir uma nova sociedade mais responsável e informada sobre o uso do seu próprio dinheiro.

Para trabalhar o desenvolvimento de um Ser Sustentável é preciso fazer com que as pessoas compreendam que é possível realizar seus sonhos e manter suas conquistas ao longo do tempo, um equilíbrio entre o SER-FAZER-TER. Quando estes valores são invertidos, o ser se desequilibra emocionalmente e se sente em um vazio que parece somente ser suprido quando ele possui bens materiais no presente, sem se preocupar com o seu próprio futuro e o futuro da humanidade. É como se a pessoa vivesse somente no "aqui e agora", sem se preocupar ou cuidar de nada e de ninguém, nem consigo próprio.

No próximo mês de agosto, por meio de uma parceria entre The Money Camp e ITESA (Instituto de Tecnologia Social Aplicada), o projeto "Educação Financeira para Todos", será aplicado para 250 crianças em situação de vulnerabilidade socioeconômica, entre 6 e 17 anos, na região Metropolitana do Estado de São Paulo. As duas entidades envolvidas nesta iniciativa levarão os benefícios da educação financeira por todo o País, nos próximos meses, também, por meio de parcerias com órgãos governamentais, ONGs, escolas e empresas. Além disso, no início do ano, o Colégio Castelo Branco, na capital Paulista, inseriu a disciplina Educação Financeira na grade curricular para crianças com a faixa etária entre 5 e 11 anos.

Por: Silvia Alambert, empresária, sócia-diretora da The Money Camp Brasil, programa de educação financeira para crianças. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Estudo aponta efeitos da privatização no setor de telecomunicações no País

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentou na segunda-feira, 7,  às 10 horas, em São Paulo (Auditório da Caixa Econômica Federal, Praça da Sé, 111, 5º andar), o Comunicado do Ipea n° 57: Desafios e Oportunidades do Setor de Telecomunicações no Brasil,. Parte da série Eixos do Desenvolvimento Brasileiro, o estudo apresenta o processo global de liberalização comercial nas telecomunicações, com suas consequências no Brasil e as novas atribuições dos setores públicos e privados no setor.

Os efeitos da privatização nas telecomunicações, como aumento do acesso da população aos serviços de telecomunicações e a concentração do mercado em alguns grupos econômicos, em sua maioria, estrangeiros, são abordados no estudo. Também faz parte do Comunicado a posição do Brasil em diversos indicadores de evolução dos serviços de telecomunicações em relação ao resto do mundo. As disparidades regionais e entre a zona rural e urbana quanto à cobertura das redes de telecomunicações também estão no estudo.

A interface das políticas públicas e os gargalos do setor são analisados em relação aos potenciais impactos dos investimentos na infraestrutura de telecomunicações no País. São apresentadas algumas perspectivas que servem de insumo para a elaboração de cenários futuros das telecomunicações no Brasil. A evolução dos preços dos serviços de telecomunicações, além das receitas, tributos e subsídios na telefonia fixa e celular também compõem o trabalho.

Fizeram a apresentação o coordenador de Infraestrutura Econômica do Ipea, Carlos Campos; Rodrigo Abdala, técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto; e Cláudio de Almeida Loural, pesquisador do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações.

Série

O Comunicado faz parte de um conjunto amplo de estudos sobre o que tem sido chamado, dentro da instituição, de Eixos do Desenvolvimento Nacional: Inserção internacional soberana; Macroeconomia para o pleno emprego; Fortalecimento do Estado, das instituições e da Democracia; Infraestrutura e logística de base; Estrutura produtivo-tecnológica avançada e regionalmente articulada; Proteção social e geração de oportunidades; e Sustentabilidade ambiental.

A série nasceu de um grande projeto denominado Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro, que busca servir como plataforma de sistematização e reflexão sobre os desafios e as oportunidades do desenvolvimento nacional, de forma a fornecer ao Brasil o conhecimento crítico necessário à tomada de posição frente aos desafios da contemporaneidade mundial. 

Os documentos sobre os eixos do desenvolvimento trazem um diagnóstico de cada campo temático, com uma análise das transformações dos setores específicos e de suas conseqüências para o País; a identificação das interfaces das políticas públicas com as questões diagnosticadas; e a apresentação das perspectivas que o setor deve enfrentar nos próximos anos, indicando diretrizes para (re)organizar a orientação e a ação governamental federal.

Comunicados 

Ao todo, a coleção terá dez livros, cujos capítulos deram origem aos comunicados desta série. Estiveram envolvidas no esforço de produção dos textos cerca 230 pessoas, 113 do próprio Ipea e outras pertencentes a mais de 50 diferentes instituições, entre universidades, centros de pesquisa e órgãos de governo, entre outras.

O livro no qual o comunicado se insere trata de infraestrutura econômica, cuja função é dar apoio às atividades do setor produtivo. A melhoria da infraestrutura econômica trem impacto direto sobre as empresas e indústrias e pode ampliar a capacidade produtiva por meio de custos, tecnologias e capacidade de distribuição.

Por: Daniel Castro; Douglas Portari; Marina Nery e Marcelo Flaeschen. Da Assessoria de Comunicação Social do IPEA.

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