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Melhor educação pública do país tem Sistema de Ensino como parceiro há 6 anos

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Trabalho conjunto entre a comunidade escolar e o Núcleo de Apoio à Municipalização do Ensino (NAME) rendeu a melhor avaliação no IDEB 2009 ao município de Cajuru (SP).

Localizada na região de Ribeirão Preto (SP), Cajuru se tornou referência em educação pública no país. Com a melhor média nacional (8,6) e quatro escolas entre as cinco melhores colocadas na avaliação do MEC, através do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) 2009, município é parceiro do Núcleo de Apoio à Municipalização do Ensino (NAME) desde 2006 e utiliza o Sistema COC de Ensino em todas as escolas de Educação Básica ao Ensino Fundamental, atendendo cerca de 2700 alunos.

Além de reconhecer a melhora no desempenho dos alunos, o resultado do IDEB também reafirma a qualidade da educação em municípios que utilizam Sistemas de Ensino conforme pesquisas que defendem as metodologias de ensino, fornecidas por grupos privados de educação. O levantamento mais recente, da Fundação Lemann, divulgado em 29 de junho deste ano, mostrou que as escolas que utilizam essa metodologia tiveram médias superiores em cinco pontos de escala na Prova Brasil 2007, em Português e Matemática. A vantagem também aponta o aumento de 187 para 291 no número de municípios no Estado de São Paulo que trabalham métodos apostilados entre 2007 e 2010.

Nos últimos anos, a metodologia de ensino NAME/COC, que pertencente ao Sistema Educacional Brasileiro (SEB), tem ajudado os municípios conveniados a se posicionarem entre os melhores colocados no IDEB. Em 2005, Dolcinópilos (SP) foi a segunda melhor colocada no ranking em média nacional e, em 2007, outras quatro cidades que utilizam Name/COC ficaram entre as dez melhores na 4ª série e duas entre as da 8ª série. "Atuamos muito próximos da comunidade escolar local trazendo soluções que beneficiem a qualidade na educação, por isso, nosso parceiros costumam superar a média nacional", comenta o José Luiz do Carmo, diretor pedagógico do NAME/COC.

Segundo a Secretária de Educação de Cajuru, Isabel Ruggeri Ré, o resultado deve-se ao conjunto de iniciativas lideradas pela Secretaria Municipal de Educação, que incluem desde acompanhamento do NAME/COC ao desempenho dos alunos em sala de aula até a capacitação dos professores e envolvimento dos pais na rotina dos estudantes. "A equipe pedagógica do NAME acompanha nossos alunos em sala de aula e nos entrega um relatório bimestral com todas as dificuldades encontradas. Estes problemas são discutidos em conjunto com a Secretaria de Educação, que repassa as soluções encontradas para avaliação e aplicação dos coordenadores pedagógicos das escolas", explica Isabel.

Outra iniciativa de destaque é a capacitação do corpo docente. Além os cursos periódicos de formação continuada para professores e de gestão para coordenadores realizados pelo NAME/COC, a cidade também oferece bolsa de estudo aos educadores que não possuem graduação em Pedagogia. O curso é realizado pelo sistema de Educação à Distância (EAD) por meio da Faculdade COC Interativa. Os docentes ainda contam com um portal exclusivo e ferramentas de avaliação que constatam previamente os resultados em exames nacionais.


Sobre o NAME

Presente em mais de 100 municípios brasileiros, o NAME (Núcleo de Apoio à Municipalização do Ensino) atinge hoje mais de 160 mil alunos e 10 mil professores, congregando em um mesmo modelo de gestão e qualidade algumas das mais conceituadas e reconhecidas marcas na educação nacional: COC, Dom Bosco e Pueri Domus.

Todas têm o compromisso NAME de levar aos alunos dos municípios conveniados os mais modernos recursos pedagógicos, tecnológicos e administrativos, buscando sempre oferecer educação pública de qualidade. Trata-se de uma iniciativa inovadora com trabalhos voltados à educação pública, em parceria com os municípios, na busca de uma educação de qualidade.

O programa consiste na utilização de material didático em acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, os Parâmetros Curriculares Nacionais e os Referenciais Curriculares Nacionais, juntamente com acompanhamento pedagógico, cursos de formação continuada, e tecnologias da informação.

O NAME tem possibilitado aos municípios parceiros, avaliados pela Prova Brasil e IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), colocações acima da média brasileira. No primeiro IDEB, dos dez melhores municípios brasileiros, cinco eram parceiros do NAME. Já no segundo, o primeiro colocado no Brasil, que atingiu a média 7,7, usa NAME, assim como o 2º, o terceiro e o quarto colocados. Os resultados demonstram a seriedade e o comprometimento do projeto com os resultados de cada município.

Por: Tammy Lauterbach, Jornalista da CDI Comunicação Corporativa. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Apagão profissional

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A complexa construção de uma plataforma petrolífera em águas profundas, com capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo e comprimir dois milhões de metros cúbicos de gás por dia, demora três anos; as obras da Rodovia Transoceânica, fabulosa estrada de 2,6 mil quilômetros ao longo da Floresta Amazônica e dos Andes, que ligará o Brasil ao Oceano Pacífico, devendo ser concluída em 2011, realizam-se em menos de cinco anos; e se gastam apenas três para a edificação de moderna arena esportiva e multiuso, para cerca de 50 mil pessoas e adequada aos mais exigentes padrões da FIFA.

Os três exemplos, pertinentes a grandes projetos de engenharia a serem executados no Brasil, considerando a exploração das reservas de petróleo da camada pré-sal, a solução da deficiência dos transportes e a demanda de estádios para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016, evidenciam que, havendo recursos para investimentos, pode-se resgatar em curto prazo o gargalo nacional da infraestrutura. Contudo, exatamente agora que há financiamento disponível e concretas oportunidades, o País esbarra num grave obstáculo: a falta de profissionais especializados.

No tocante às construções, a maior carência é de engenheiros. Sua formação, entretanto, exige tempo muito maior do que o da realização das mais sofisticadas e desafiadoras obras. Contando apenas o Ensino Fundamental e o Médio, são 12 anos de educação básica e, depois, mais cinco na universidade, totalizando 17. Há que se considerar, ainda, o tempo necessário para que o formando adquira um mínimo de experiência profissional. Por conta desse descompasso na escolaridade, um velho e gravíssimo problema do Brasil, estima-se que já faltem mais de 20 mil engenheiros para trabalhar em todo o País e se observa excessiva valorização salarial. Engenheiros recém-formados que quiserem atuar na área de petróleo e gás, por exemplo, podem conseguir salários iguais ou superiores a sete mil reais.

O Brasil forma cerca de 30 mil engenheiros por ano (para uma população de 190 milhões de pessoas), ante 80 mil na Coreia do Sul (com apenas 48,3 milhões de habitantes). Na Rússia, são 190 mil bacharéis, na Índia, 250 mil e na China, 400 mil. Aqui, temos seis engenheiros para mil pessoas economicamente ativas. Nos Estados Unidos e no Japão, a proporção é de 25 profissionais para mil. De cem alunos que se formam em nossas universidades, apenas oito graduam-se em algum ramo de Engenharia. Na Coreia do Sul, são 20 em cada 100 formandos e na França, a relação é de 15 para 100. Obviamente, tais proporções não dependem somente da aptidão profissional e da escolha dos jovens, mas também da disponibilidade de vagas no Ensino Superior.

Depois do colapso de energia em 2001 e da constante ameaça representada pela deficiência dos transportes, um verdadeiro "apagão" profissional apresenta-se como novo obstáculo ao desenvolvimento brasileiro. Solucioná-lo é crucial para vencermos a precariedade da infraestrutura, fator condicionante para a prosperidade socioeconômica. Portanto, estamos pagando um duro preço pela negligência com que o ensino sempre foi tratado no País!

Por: Juan Quirós, Presidente do Grupo Advento e Vice-Presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e da ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).

Enade e Enem 2010 serão realizados em novembro

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O Ministério da Educação (MEC) vai realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos dias 6 e 7 de novembro. A expectativa é de que a edição deste ano tenha 6 milhões de inscrições. O Enem será realizado em novembro, por causa do primeiro e do segundo turnos das eleições, que aconteceram em outubro, mês em que geralmente o exame é realizado.

Em 2009, 4,1 milhões de estudantes se inscreveram no Enem e 3,2 milhões fizeram as provas. A data para o início das inscrições de 2010 ainda não foi fechada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).

Com a realização do Enem em novembro a expectativa é de que o resultado das provas seja disponibilizado na primeira semana de janeiro para ser usado por instituições públicas de ensino superior como forma de ingresso.

Em junho, o MEC fará uma nova rodada de inscrições do Sisu. Os alunos que tiverem interesse em disputar as vagas a serem oferecidas por instituições públicas de ensino superior vão usar a nota do Enem de 2009.

As 51 instituições que participaram da primeira edição do sistema manifestaram interesse em permanecer no processo, mas ainda não é possível saber quantas vão participar da etapa de junho, já que nem todas fazem processos seletivos duas vezes ao ano.

O Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) de 2010 que estava marcado para o primeiro fim de semana de novembro foi adiado para o dia 21 de novembro. O Inep divulgará até o dia 20 de setembro a lista de estudantes que participarão do Enade, e até o dia 22 de outubro os respectivos locais onde serão aplicadas as provas.

 

Por: Danilo Rocha


Veja e a ameaça da Educação

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As disciplinas Filosofia e Sociologia agora são obrigatórias, por lei, no ensino médio brasileiro, o que fez a Revista Veja tremer só de ter que pensar no impacto direto dessa lei em suas vendas, no longo prazo.

A matéria publicada na edição 2158, de 31 de março de 2010, da Revista Veja poderia ser uma grande crítica ao sistema educacional brasileiro, poderia... se não fossem dois problemas: 1- ataca só à uma das leis  e 2- tem motivações políticas e econômicas.

É fato que nenhuma revista no Brasil sequer se aproxima de possuir o mesmo poder que a Revista Veja, mas por quê? Será que por ser o Brasil um país onde a maioria da população é analfabeta funcional e facilmente manipulada? (o que restringe o espaço que revistas como a Caros Amigos e a Piauí e jornais como o Le Monde Diplomatique Brasil poderiam ocupar). Provável.

A reclamação da Veja é de que os professores da disciplinas de Filosofia e Sociologia estão impregnados pela ideologia de esquerda que “os especialistas concordam, estão longe de se prestar ao essencial numa sala de aula: expandir o horizonte dos alunos”.

Os especialistas utilizados pela revista para apoiar sua visão não foram apresentados “curricularmente” aos leitores, apenas como Sociólogos e Economista e especialista em educação (?). Não que estes profissionais não possuam credibilidade, na verdade, não os conheço ainda, e o leitor provavelmente também não.

Ora, concordo que os professores de tais matérias deveriam ajudar os alunos a “expandirem os próprios horizontes” e a desenvolverem a capacidade crítica, principalmente no Brasil, onde a população carece de esclarecimento e determinados políticos fazem o que querem, sem que ninguém reclame.

Também concordo que é errado ensinar uma determinada ideologia aos jovens e tratar as demais como lixo a ser excluído das mentes deles, deixando-os capazes de raciocinar apenas em uma direção a eles infringida, porém... uma coisa me preocupa.

Ficou claro que a Revista Veja só criticou a obrigatoriedade das disciplinas por causa da “ameaça” esquerdista, do “marxismo de botequim”, até mostram erros colocados por sociólogos em seus currículos quanto às idéias de Karl Marx, para mascarar o verdadeiro ataque.

O que pergunto, se a ideologia que está supostamente impregnada fosse a de direita, a Revista Veja atacaria a decisão ou a abraçaria? Se a suposta maioria desses profissionais fossem neutros, ensinassem como deve ser, desenvolvessem o senso crítico do aluno e o conscientizassem do poder que tem de mudar o país, haveria críticas da revista?

Bem, não sou dono da verdade, mas não posso deixar de ter certeza que as respectivas respostas são “abraçaria” e “criticaria”. Indivíduos capazes de pensar por si próprios e com senso crítico ou que abracem a ideologia de esquerda são uma ameaça à Veja, pois pessoas política e mentalmente atuantes, assim como esquerdistas, não compram a revista, não são manipulados por ela.

Não dou meu apoio àqueles impõe uma ideologia e muito menos aos que preferem que a população continue no obscurantismo social e político, sem noções de responsabilidade social, senso crítico ou capacidade de interpretar e tirar as próprias conclusões sobre algo, sem se deixar levar por terceiros, só para não correr o “risco” de perder leitores.

O papel da Veja deveria ser ajudar a sociedade a debater o assunto e encontrar um solução para que os alunos tenham uma educação que os prepare para a vida cidadã, tornando-os capazes de pensar por si, criticar, brigar por seus direitos e exigir de seus representantes eleitos um bom trabalho.

Que não aceitem a corrupção, que não se omitam de suas responsabilidades sociais e ambientais, que tenham noção do poder retido em suas mãos e não se deixem levar por ninguém mais; mas não, isso ela jamais fará.

No dia em que todos forem capazes de ser donos de suas próprias mentes, sem terceiros dizendo o que pensar, o que fazer e para onde ir ou em quem votar, nesse dia diremos: “Adeus desigualdades sociais, adeus manipulação e adeus Veja”.

Por: Roberto Barricelli

O artigo completo da Revista Veja pode ser lido no link: http://veja.abril.com.br/310310/ideologia-cartilha-p-116.shtml

O Ensino Médio Inovador

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O “Ensino Médio Inovador”, ministrado pelo Instituto Educarte, é baseado no novo plano do MEC e traz à Baixada Fluminense uma revolução na educação com a matriz curricular dividida em Disciplinas Obrigatórias e Disciplinas Optativas em um período integral. O projeto está sendo implementado de forma a revolucionar o Ensino Médio,proporcionando ao aluno uma forma mais dinâmica e estimulante de estudar.

A proposta é que o aluno preparado no Ensino Médio Inovador não precise recorrer aos pré-vestibulares como um dos poucos caminhos para ingressarem em uma Universidade, principalmente com a necessidade eminente de um conhecimento a longo prazo trazido durante os 3 anos do Ensino Médio.

Esta nova forma de ensino proporciona aos alunos adquirirem os conhecimentos tradicionais e os que fogem da matriz curricular tradicional, tal como:

“Elaboração e Gestão de Projetos”,“Laboratório de Criação Publicitária”,“Introdução ao Direito”, “Teatro”,“Música”, “Fotografia”, “Laboratório de Jornalismo”, “Elaboração de Roteiro cinematográfico”, dentre outras. Esta formação abre a mente do estudante para outras possibilidades que não teriam contato antes da universidade e facilita na hora da escolha de uma carreira.

Para que a proposta se torne possível os alunos estudam em horário integral em vários ambiente de aula, como estúdio de fotografia e filmagem, sala de criação publicitária, teatros da Rede Sesc, sala de projeção, biblioteca e outros espaços culturais.

Por: Flávia Ferreira, Jornalista e Assessora de Imprensa.

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