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Ministro homologa diretrizes nacionais para os planos de carreira dos funcionários da educação

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fernando-haddadFoi publicado no Diário Oficial da União, em 30/07/2010, despacho do Ministro da Educação, Fernando Haddad (foto), homologando as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira dos Funcionários da Educação Escolar Básica Pública,  cuja relatora foi a Conselheira Maria Izabel Azevedo Noronha, presidente da APEOESP. As diretrizes foram aprovadas durante a gestão do Conselheiro César Callegari como Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação.

Tomando como base a lei 12.014/2009, de autoria da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), que alterou o artigo 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que passou a reconhecer os funcionários das escolas como profissionais da educação, mediante as habilitações necessárias, além de outros dispositivos legais, as diretrizes ora homologadas representam um avanço na luta desses profissionais pela valorização no contexto do processo educacional. 

Agora, os funcionários da educação têm condições de pleitear junto aos respectivos sistemas de ensino a formulação de planos de carreira que contemplem seus direitos e necessidades, na perspectiva de sua total profissionalização. Através de normas relativas à formação e aos concursos públicos para o ingresso na carreira, as diretrizes visam a reversão da terceirização dos serviços técnico-administrativos nos sistemas e unidades escolares, tendo em vista que ela distancia esses serviços dos projetos político-pedagógicos das escolas e, assim, prejudica a qualidade do ensino.
Abaixo, a íntegra do Despacho do Ministro da Educação.

 

D.O.U – 30/07/2010 - Seção 1, p. 7
DESPACHO DO MINISTRO
Em 29 de julho de 2010

Nos termos do art. 2o da Lei no 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação, HOMOLOGA o Parecer n° 9/2010, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, que propõe a aprovação das Diretrizes Nacionais para a Carreira dos Funcionários da Educação Básica Pública na forma deste Parecer e do Projeto de Resolução em anexo, do qual é parte integrante, conforme consta do Processo no 23001.000240/2009-46.
Por: Rosana Inácio ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ); da Assessoria de Comunicação da APEOESP.

Projeto prevê intercâmbio e contato com profissionais renomados

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logo-fasmOs alunos de graduação no curso de Relações Internacionais, da Faculdade Santa Marcelina, terão a oportunidade de estudar um semestre na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, em Portugal, uma das instituições mais tradicionais do mundo.

A parceria entre as faculdades faz parte do projeto que permite o intercâmbio de estudantes e professores para o desenvolvimento de linha de pesquisa conjunta. Esses acordos abrem possibilidade para que os estudantes da FASM realizem parte de seus estudos fora do Brasil, e que fiquem em contato com o ambiente acadêmico e profissional europeu.

Os participantes conhecerão mais sobre a economia e integração europeia e globalização em uma universidade renomada e com professores especializados, como Boaventura de Sousa Santos, professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, diretor do Centro de Estudos Sociais e do Centro de Documentação da Universidade de Coimbra, e coordenador Científico do <http://opj.ces.uc.pt/> Observatório Permanente da Justiça Portuguesa. Também possui trabalhos publicados sobre globalização, sociologia do direito, epistemologia, democracia e direitos humanos.

“Este projeto é muito importante para a qualificação dos alunos, pois além de conhecerem outra cultura, podem se aproximar de profissionais importantes de Relações Internacionais, terem contato com a realidade da Europa e adquirirem experiência internacional. Incentivamos muito a ida dos alunos, pois acreditamos que este será um diferencial relevante para a carreira profissional e mesmo para a vida pessoal deles”, explica Moisés da Silva Marques, professor e coordenador do curso de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina.

O projeto possibilita que os alunos cursem um semestre em Coimbra, sem prejudicar o curso já iniciado no Brasil, pois se trata de uma continuação e especialização oferecida pela grade curricular, possibilitando a permuta por disciplinas da grade do curso. Todos os alunos interessados em participar do intercâmbio têm a chance de ir, bastando apenas inscrever-se e passar por um processo de seleção interno em Coimbra. .

No ano passado, oito alunos de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina passaram por esta experiência. Para o mês de agosto, está prevista a ida de dez alunos, que já estão animados com a viagem. “Quem estuda ou trabalha com Relações Internacionais não pode deixar de ter a experiência de conhecer outros países e culturas. Estou muito ansiosa e feliz, pois não teria essa oportunidade em outra faculdade”, afirma Nayara Wenceslau, aluna do 6º semestre de RI, e que embarca no dia 15 de agosto. “Espero complementar meus conhecimentos e voltar para a FASM para finalizar meus estudos”, completa.

Os alunos ficarão hospedados no alojamento da Universidade de Coimbra, por € 100 mensais, que incluem despesas como água, luz e gás. Gastos com comida e lavanderia serão pagos à parte pelos estudantes.


Sobre a Universidade de Coimbra

A Universidade de Coimbra é uma referência no panorama do ensino superior e da pesquisa em Portugal e na Europa, pela qualidade reconhecida do ensino ministrado nas suas oito Faculdades e pelos avanços que têm permitido a investigação pura e aplicada, em várias áreas do conhecimento, em Portugal e no mundo. O prestígio da Universidade de Coimbra pode ser comprovado pela posição que esta instituição ocupa em classificações internacionais entre universidades e centros de pesquisa.

Sobre o curso de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina

O curso de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina forma profissionais preparados para o mundo de hoje, com a combinação de grade curricular conceitual e aberta aos temas e discussões atuais, na qual a prática da pesquisa ocupa um lugar de destaque. Importantes questões internacionais, nos campos político, legal, econômico e social, são trabalhadas de forma personalizada em turmas de até 25 pessoas, a fim de capacitar o futuro Internacionalista para enfrentar os mais instigantes desafios profissionais. O corpo docente é altamente qualificado, sendo que 95% são mestres ou doutores. Além disso, vários professores têm ampla vivência no universo empresarial, de governo e em organismos internacionais, contribuindo para enriquecer a preparação dos estudantes.

Por: Simone Brambilla ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ), da A. Maradei Comunicação.

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Reitores de Universidade Federais debatem autonomia universitária com Lula

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autonomia_universitariaAconteceu em 19/07/2010, em Brasília (DF), reunião entre reitores de Universidades Federais e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A principal pauta do encontro é a autonomia universitária, resultado de um longo período de discussões entre o Ministério da Educação e a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que teve por objetivo buscar medidas que permitam mais agilidade, autonomia e transparência à gestão das universidades. O Reitor da UFSCar professor Targino de Araújo Filho participa do evento.

Na reunião, Lula assinará o decreto da autonomia universitária que altera dispositivos referentes à gestão financeira e orçamentária das Universidades Federais. A partir do decreto, por exemplo, poderá ser realizado o remanejamento de recursos não empenhados de um ano fiscal para o seguinte e haver um banco de técnico–administrativos equivalentes, que permite agilidade na reposição de técnicos quando há aposentadoria nos cargos.

logo-ufscarPara o Reitor da UFSCar, essas medidas representam um avanço importante na gestão das universidades. "Em relação ao remanejamento de recursos, teremos autonomia para utilizà1–los e adequaremos de maneira mais efetiva a sua aplicação. Em relação à reposição de pessoal (técnico–administrativos), isso proporcionará a continuidade do trabalho realizado, que antes era interrompido com a perda da vaga", aponta Araújo Filho. Além disso, o Reitor considera que o foco dos trabalhos desenvolvidos na Instituição também será otimizado a partir das medidas previstas no decreto. "Com essas alterações, a gestão da Universidade será facilitada. Não precisaremos nos preocupar mais com as constantes perdas de vagas e vamos nos concentrar na luta para repor as lacunas das vagas de docentes e técnicos que foram perdidas ao longo dos anos", avalia.

Além do decreto da autonomia, também será pauta da reunião com o presidente Lula a assinatura de uma medida provisória que disciplina o relacionamento das universidades com as fundações de apoio à pesquisa. "Para a UFSCar, essa medida provisória não traz alterações significantes, visto que a universidade já mantém uma relaà7ão efetiva com a sua Fundação. O importante é que a medida vai garantir e respaldar essa interação por meio de Lei", considera o Reitor da UFSCar.

O Programa de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) também será abordado na reunião de logo mais. Reitores de instituições responsáveis pela gestão de hospitais universitários apresentarão suas preocupações e discutirão a publicação de portarias que contemplem o Rehuf.

Targino de Araújo Filho afirma que a assinatura do decreto da autonomia universitária representa um passo importante para o avanço do Ensino Superior no Brasil. "Sem dúvida, temos um avanço considerável com a autonomia universitária, mas ainda temos muito a conquistar", conclui o Reitor. Até o final do ano, outros dois projetos de lei serão apresentados. Um deles aborda o decreto de carreira e o outro garante mais 10 mil vagas para as Universidades Federais em 2011.

Por: Gisele Bicaletto, Jornalista e Assessora de Imprensa.

O Formalismo na Liberdade de Expressão

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Muito se fala sobre a liberdade de imprensa, que é um dos princípios pelos quais o Estado democrático assegura a liberdade de expressão aos seus cidadãos e respectivas associações, principalmente no que diz respeito a quaisquer publicações que estes possam pôr a circular.

Embora a liberdade de expressão não possa ser cercada em seu nascedouro, em algumas hipóteses é possível solicitar e obter do judiciário a proibição da difusão, a fim de evitar danos graves e irreparáveis a direitos fundamentais ou a bens públicos importantes.

O livro "O Formalismo na Liberdade de Expressão", da Editora Saraiva, aborda as diferenças tradicionalmente apontadas entre restrições prévias e responsabilidades posteriores que é remetido a um fato recente e marcante ocorrido no Brasil: a revogação da Lei de Imprensa.


Sobre o autor

Fernando Toller é graduado pela Pontifícia Universidade Católica da Argentina. Advogado. Professor Titular de direito constitucional, coordenador do curso de Doutorado em direito e chefe do departamento de filosofia do direito da Universidade Austral (Buenos Aires). Professor visitante de diversas universidades.

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O FORMALISMO NA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Fernando M. Toller

Editora Saraiva, 1.ª edição, 2010, brochura, 136 páginas, R$ 56,00

Por: Melissa Stranieri ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

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Bolsa Família cancela benefícios por baixa frequência à escola

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bolsa_familia_baixaO monitoramento da frequência escolar dos beneficiários do “Bolsa Família” chegou a 83% do total de alunos entre 6 e 15 anos atendidos pelo programa de transferência de renda do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). As informações referem-se à presença nas unidades de ensino durante o bimestre abril/maio e abrange 13,1 milhões de crianças e adolescentes. Devido às faltas escolares de seus filhos, acima de 15% das aulas, por cinco períodos consecutivos, 13.618 famílias tiveram seus benefícios cancelados em julho.

As informações registradas sobre os adolescentes de 16 e 17 anos alcançaram 76,% do total de alunos nessa faixa etária no bimestre. Foram 5.855 benefícios cancelados porque os estudantes não frequentaram pelo menos 75% das aulas nos últimos três períodos de acompanhamento consecutivos. A diferença, nessa situação, é que a família perde apenas o valor de R$ 33 ou R$ 66 (para um ou dois filhos de 16 e 17 anos, respectivamente) referente ao adolescente, e não o benefício total.

Os índices de monitoramento da frequência escolar se mantêm superiores a 80%, registro alcançado a partir de 2008, após esforços do MDS e do Ministério da Educação, em parceria com Estados e municípios, para avançar no acompanhamento das condicionalidades do programa.

Sanções - São gradativas as sanções para beneficiários que frequentaram menos de 85% das aulas, no caso de alunos de até 15 anos, e de 75%, para adolescentes de 16 e 17 anos. Para menores de 15 anos, quando é detectada a baixa frequência, as famílias recebem uma advertência; se não houver alteração nos números, o benefício é bloqueado; e se a situação permanecer, ou seja, se os índices não atingirem o mínimo exigido pelo Governo Federal, o repasse é suspenso (por 60 dias) pela primeira vez. Se o quadro de descumprimento não for alterado, haverá uma segunda suspensão. Após cinco descumprimentos consecutivos, o benefício é definitivamente cancelado. Somando todos esses estágios, 353.216 alunos de até 15 anos não cumpriram os índices mínimos em abril e maio.

O processo de acompanhamento dos adolescentes de 16 e 17 anos é mais ágil, bastando três descumprimentos para o cancelamento do benefício. Na primeira vez que é detectada presença inferior a 75% das aulas, a família recebe uma advertência; na segunda, o benefício é suspenso; e cancelado na terceira. Outra diferença no monitoramento de alunos de 16 e 17 anos é que, nesse caso, será suspenso ou cancelado apenas o valor do benefício vinculado ao adolescente (de R$ 33, limitado a dois por família). No bimestre, 78.482 (6,7%) não cumpriram o mínimo exigido.

Os valores de R$ 22 por filho de até 15 anos (limitados a três por família), e o benefício básico de R$ 68 (destinado a famílias extremamente pobres, com renda per capita de até R$ 70) continuam disponíveis, desde que as crianças e adolescentes de até 15 anos cumpram o mínimo de 85% de frequência escolar.

Acompanhamento familiar - O objetivo da sanção gradativa é permitir que a gestão municipal do programa verifique o motivo que está levando estudantes a não cumprirem os percentuais exigidos para a família continuar a receber os valores, que variam entre R$ 22 e R$ 200. Com o objetivo de aprimorar o programa para garantir a presença na escola, o MDS está desenvolvendo o acompanhamento familiar em parceria com os municípios. As áreas de educação, saúde e assistência social estão envolvidas nesse trabalho, que busca resolver os dramas sociais e fazer com que a família volte a cumprir as condicionalidades, antes que o benefício seja cancelado. Iniciado de forma experimental em dezembro de 2009, o acompanhamento familiar atualmente alcança cerca de 2,6 mil famílias.

Por: Roseli Garcia, Assessoria de Comunicação do MDS.

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