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Meio Ambiente

Como minimizar o efeito do óleo de cozinha no ambiente?

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nao-depeje-oleo-de-cozinhaGordura despejada nas pias é considerada uma grande inimiga quando o assunto é tratamento de água e esgoto. Caso o tratamento de caixas de gordura não seja feito rotineiramente, fluxo barrado pela gordura poderá voltar às residências, empresas ou comércios.

Muitas donas de casa, assim como empregadas domésticas, diaristas e, em alguns casos, até homens do lar, tomam algumas medidas no combate à preservação do meio ambiente. Seja separando resíduos de alimentos, ou, então, reciclando o lixo gerado por sua residência. Entretanto, um fato, que para alguns pode parecer simples, faz toda a diferença quando falamos em preservação ambiental: o descarte inadequado de produtos como óleo e gordura nos esgotos das residências.

De acordo com dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), estima-se que uma família gere 1,5 litro de óleo de cozinha por mês. Para servir de parâmetro, 1 litro de óleo é responsável pela poluição de 1 milhão de litros de água, segundo a mesma companhia.

Para Franz Souza, diretor de planejamento da Mariano e Souza Ambiental, empresa que realiza tratamento dos efluentes e outros poluentes gerados por diversas instituições, “O óleo e a gordura utilizados em frituras não se misturam com a água, pois são insolúveis. Se o mesmo for despejado na pia ou descartado inadequadamente, os riscos ao meio ambiente são enormes, podendo causar entupimento das tubulações da própria residência ou mesmo das galerias e redes de esgotos”.

Após estes empecilhos causados aos sistemas de esgotos, o problema ambiental se agravará quando este mesmo óleo de fritura chegar aos rios, córregos e lagoas. O especialista explica que “com a formação de uma camada sobre a água, serão aglomerados entulhos e lixos dos mais variados tipos. Assim sendo, o acúmulo dificultará a passagem da luz, evitando a oxigenação e a evaporação da água. Causando imediatamente a morte de qualquer tipo de vida aquática, como a fauna e a flora brasileira dos rios, lagos e lagoas”.

No caso do óleo ser despejado diretamente no solo, a impermeabilização da terra é o primeiro resultado. Dificultando, assim, a passagem da água de chuva e propiciando enchentes.

Souza lista seis alternativas para contribuir pela preservação do meio ambiente e fazer o descarte correto do óleo utilizado nas frituras:

- Utilize-o na fabricação doméstica de sabão. Muitas pessoas fazem este produto e necessitam de doações do produto queimado;

- Envie-o para uma entidade que o reaproveite. Há muitas delas espalhadas por diversos municípios brasileiros;

- Realize o tratamento de sua caixa de gordura eventualmente. Isso irá contribuir para que o esgoto gerado por sua residência ou comércio chegue da forma correta aos rios e esgotos;

- Espere o óleo esfriar e coloque-o em garrafas PET. Quando reunir uma quantidade significativa vá a uma das muitas redes de varejista que fazem a coleta do produto;

- Também é possível transformar o óleo usado em combustível, mais precisamente em biodiesel. Porém, não é possível fazer isto em casa. Informe-se sobre os locais de descarte adequados;

- E nunca, em hipótese alguma, despeje o mesmo na pia, ou, mesmo, nos esgotos de sua rua ou avenida.

Franz Souza é diretor de planejamento da Mariano e Souza Ambiental, empresa com oito anos de experiência no tratamento de esgotos, efluentes, caixas de gordura, além da comercialização de biorremediadores e avaliação de passivo ambiental de empresas dos mais variados segmentos.

Por: Jorge Valério, Jornalista e Assessor de Imprensa da Ato Z Comunicação ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

Semana do Planeta Yuny incentiva a pratica do consumo consciente

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Pensando na necessidade de incentivo ao consumo consciente, uma vez que esse instrumento pode provocar diversos impactos na natureza, na economia, na sociedade, ou seja, em nós mesmos, a Yuny Incorporadora em parceria com a Lynx - consultoria de responsabilidade social especializada em projetos socioambientais e comunicação responsável - criou a Semana do Planeta Yuny; em comemoração a Semana Mundial do Meio Ambiente, com cinco ações de sensibilização e engajamento junto aos colaboradores da empresa.

Marcos Yunes, presidente da empresa, comenta que no primeiro dia da ação foram colocados nas mesas de cada um dos funcionários um balão biodegradável com sementes de árvores nativas e um folder explicativo. "Convidamos a todos para descer a rua, e soltamos os balões em homenagem ao dia do meio ambiente. Após a revoada todos participaram do plantio de uma muda de árvore nativa da Mata Atlântica na calçada na sede da Yuny".

Durante a semana, também foi aplicado um teste de Consumo consciente, onde os colaboradores puderam verificar seus hábitos de consumo e entender que tipo de consumidor é. Marcelo Yunes, CEO da Yuny, fez questão de ressaltar a importância dessa ação e o quanto o Teste do Consumidor Consciente, desenvolvido pelo Instituto Akatu com o objetivo de detectar o nível de consciência dos consumidores brasileiros, foi fundamental para que cada pessoa dedicasse alguns minutos de seu tempo para refletir sobre suas atitudes de consumo. "Espero que todos os nossos colaboradores entendam a grandiosidade dessa ação e como um exercício repassem às pessoas de seu convívio a importância do consumo consciente".

Além disso, a empresa fechou parceria com a ONG Iniciativa Verde para plantar algumas mudas em áreas de mata ciliar, com acompanhamento de dois anos. A ONG possui como compromisso compensar emissões de gases do efeito estufa (GEE) emitidos por atividades do homem - do simples ato de dirigir um carro aos mais sofisticados processos industriais - com o plantio de árvores em matas ciliares que estão à espera de reflorestamento. Essa iniciativa faz com que as árvores absorvam carbono da atmosfera e preservam o solo, a água e a biodiversidade.

O que é consumo consciente?

O Instituto Akatu explica que a compra é apenas uma etapa do consumo. Antes dela, temos que decidir o que consumir, por que consumir, como consumir e de quem consumir. Depois de refletir a respeito desses pontos é que partimos para a compra. E após a compra, existe o uso e o descarte do que foi adquirido.

Ainda neste contexto, basta refletir por alguns instantes para concluir o quanto consumimos diariamente, exemplo disso: a água e a eletricidade, que em nossa rotina funciona como um coringa. Então, consumo consciente é consumir levando em consideração os impactos provocados pelo consumo. É um consumo com consciência de seu impacto e voltado à sustentabilidade.

Só para se ter ideia, a falta de água de boa qualidade provoca diversos males. De acordo com o Akatu, entre 1995 e 2000, só no Brasil, ocorreram 700 mil internações hospitalares por doenças relacionadas à falta de água e saneamento básico.

"Portanto, quando você fecha a torneira ao escovar os dentes, ao se ensaboar no banho e ao lavar a louça, você está praticando um ato de consumo consciente, um ato que terá um impacto positivo sobre a sociedade porque ajudará a preservar água para os outros; terá um impacto positivo para a economia porque adiará a necessidade de novos investimentos no setor; terá um impacto positivo sobre a natureza porque não estará pressionando as nascentes; e terá um impacto positivo para você, que vai economizar na conta de água", esclarece o Instituto.

"O consumo consciente é uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária para garantir a sustentabilidade da vida no planeta", Instituto Akatu.

Sobre a Yuny - A Yuny Incorporadora iniciou sua trajetória em 1996 e, ao longo de 14 anos de atuação, já possui em seu portfólio 51 empreendimentos, tanto residenciais como comerciais, com VGV contratado de R$ 5 bilhões e 2 milhões de metros quadrados construídos e em construção.

No segmento residencial, a empresa é voltada ao público de médio e alto padrão. Reconhecida pelo mercado pela agilidade em desenvolver projetos de sucesso, a Yuny encerrou 2009 com um VGV de R$ 750 milhões, o maior de sua história.

Por: Adriana Marcely Pedroso ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ); da Máquina da Notícia (http://www.maquina.inf.br).

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Trabalho de Agronomia desenvolvido por aluno da UFSCar é único selecionado no Estado para Projeto Senar/Rondon

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logo-ufscarO aluno Paulo Vinícius da Silva, do curso de Engenharia Agronômica do Centro de Ciências Agrárias (CCA), campus Araras da UFSCar, teve seu trabalho selecionado para participar do projeto nacional Senar/Rondon, uma iniciativa da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e do Instituto CNA. O objetivo deste Projeto é melhorar as condições de cidades pobres e oferecer aos estudantes de universidades públicas e privadas do País a oportunidade de realizar, durante o período de férias, ações de intercâmbio técnico e cultural com profissionais e comunidades de dez cidades dos Estados da Bahia, Tocantins e Minas Gerais, localizadas na zona rural.

O estudante da UFSCar se inscreveu no Projeto Senar/Rondon com o trabalho "Aspectos teóricos e práticos de manejo de plantas daninhas, visando as boas práticas agronômicas", e foi o único da área de Agronomia selecionado no Estado de São Paulo para fazer parte das ações do Projeto. As atividades começaram no dia 16 de julho e seguem até o dia 1º de agosto. Para Paulo Vinícius, o contato com outras realidades brasileiras foi motivador para se inscrever nesta edição do Senar/Rondon. "A minha maior motivação para me inscrever no Projeto foi a de ter contato com outras realidades de produção agrícola vigentes no País, uma vez que o Brasil tem dimensão continental", explica o aluno.

As cidades escolhidas para receber a visita do Projeto foram selecionadas a partir do Estudo Nacional sobre Educação Rural, realizado pelo Instituto Paulo Montenegro, e do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que considera riqueza, educação e expectativa de vida ao nascer.

Os 215 estudantes que participam desta primeira edição do Senar/Rondon foram indicados por universidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte e também por meio de uma seleção no site do Canal do Produtor (http://www.canaldoprodutor.com.br/). Foram selecionados estudantes dos cursos de Pedagogia, Serviço Social, Agronomia, Veterinária, Enfermagem e Engenharia Civil.

logo-senarTodas as ações do projeto têm intenção de colocar em prática o conhecimento adquirido nas salas de aula das universidades, melhorando as condições de vida e também o desempenho dos alunos das escolas rurais, promovendo o acesso ao conhecimento e à interação, com envolvimento dos pais e da comunidade. Entre as atividades que os estudantes desenvolvem nas cidades visitadas estão a avaliação da qualidade nutricional dos alimentos, pesagem de crianças, medição da pressão e do índice de glicose dos habitantes, realização de atividades pedagógicas e culturais, avaliação da infraestrutura das escolas e da qualidade de ensino oferecida, orientação sobre técnicas de produção agrícola e sobre a restauração do patrimônio históricos destas cidades.

Para Paulo Vinícius da Silva, além de reforçar os conhecimentos adquiridos em sala de aula, a participação no Projeto amplia sua formação pessoal e profissional. "Através deste projeto eu estou tendo a oportunidade de colocar em prática alguns conhecimentos adquiridos na graduação para melhorar uma realidade agrária e ajudar as pessoas, o que é muito gratificante. Sem contar o contato com novas pessoas, como os alunos das escolas técnicas, produtores e os diferentes estudantes de graduação do Brasil inteiro, que também participam do projeto. Tenho certeza que esta é uma experiência muito enaltecedora para minha formação pessoal, profissional e também cultural", afirma o estudante.

Mais informações sobre o andamento das atividades diárias do Senar/Rondon podem ser acompanhadas através do blog do Projeto, no endereço http://senarrondon.wordpress.com

Por: Nádia Lopes; da Coordenadoria de Comunicação Social da Universidade Federal de São Carlos.

A Sustentabilidade do Planeta: Meio Ambiente X Consumismo

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O nosso planeta é um organismo vivo. Diante disso é preciso compreender que, como nós, ele também sofre com doenças e ulcerações.

Algumas delas são próprias de suas metamorfoses, ou seja, transformações geológicas, enquanto outras são provocadas por ações, sobretudo de seus habitantes.

Porém, o nosso planeta tem uma determinada capacidade para atender às demandas de seus habitantes ao desenvolverem seus respectivos modos de vida e esta capacidade foi avaliada, nos primeiros anos do novo milênio, pela Fnuap - Fundo das Nações Unidas para Assuntos Populacionais – em aproximadamente sete bilhões de habitantes, já adicionado um valor relativo à capacidade tecnológica que o homem moderno alcançou.

Se olharmos para a situação demográfica do mundo pode-se verificar que ainda nos faltam alguns milhões de pessoas para atingirmos os limites do planeta, mas aí está o grande problema: a atual população da Terra vem consumindo de forma desmesurada.

Com o advento da Globalização e a expansão do comércio a que estamos assistindo, nossa sociedade vem se defrontando com graves questões socioambientais, provocando o advento de novos conceitos para a sua melhor compreensão e tomada de posição diante da gravidade do problema que o consumismo excessivo vem gerando ao planeta.

Um dos mais recentes conceitos e que mostra o impacto do consumo desenfreado que marca nossa sociedade é o da pegada ecológica, a qual pode ser definida como a área de terras produtivas que cada pessoa precisa para sustentar o seu consumo e absorver seus resíduos pelo período de um ano.

A pegada ecológica de cada um depende de seu padrão de consumo. Atualmente cada habitante do planeta tem 1,6 hectares de terras produtivas disponíveis ao ano. Nos anos 1960 era de 6,3, o que seria o ideal para hoje.

Entretanto, os países mais industrializados têm uma pegada ecológica muito forte superior a 6 ha/pessoa/ano, provocando déficits globais. Isso significa que tais países, ao exigirem mais do que se tem em disponibilidade por pessoa para seu padrão de vida, comprometem os padrões dos demais países, que, como o Brasil e a Argentina, por exemplo, que não chegam a consumir mais hectares do que tem disponível.

Cada brasileiro consome 2,4 hectares de recursos naturais, ou seja, 0,3 hectares além da média mundial, mas a oferta de recursos é de 7,3 hectares por pessoa - bem acima da média mundial.

Portanto, a análise da pegada ecológica indica que precisamos rever urgentemente nossos padrões de produção e consumo, porque, no patamar em que se encontra, já se consomem 30% a mais de recursos do que o planeta pode nos oferecer. É por isso que se ouve, constantemente, em relatórios, congressos e na mídia, que vai faltar planeta. Tal situação não é, com certeza, a que as nações de hoje querem deixar como herança para os futuros habitantes do planeta. Para tanto, então, é necessário que haja um efetivo movimento na educação das novas gerações, a fim de que aprendamos todos a consumir com responsabilidade social.

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Por: Professor Elian Lucci; Bacharel e Licenciado em Geografia e História pela PUC-SP. Professor da rede particular de ensino do estado de São Paulo. Pós-graduado em História, Geografia e Turismo pela Faculdade Dom Bosco - SP. Diretor da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB) - seção local - Bauru-SP. Diretor da Arvo Comunicación - Salamanca - Espanha.

EcoMais apresentará novidades em componentes sustentáveis para calçados e acessórios

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inspira-maisEspaço apresentará lançamentos ecológicos para o segmento coureiro-calçadista durante o INSPIRAMAIS.

As empresas de componentes para couro, calçados e que utilizam matérias-primas sustentáveis e investem em mudanças nos seus processos produtivos para reduzir o impacto ambiental terão um lugar de destaque no Salão INSPIRAMAIS. O espaço EcoMais, uma das novidades do evento, reunirá, em uma mesma área, os principais lançamentos de materiais ecológicos para o segmento coureiro-calçadista. Promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal by Brasil), a exposição ocorrerá entre os dias 27 e 29 de julho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

No espaço, os visitantes poderão conferir as principais características técnicas dos componentes "verdes", identificando as matérias-primas utilizadas em sua composição, bem como os processos produtivos menos agressivos ao meio ambiente.  "Muitas empresas estão priorizando a 'linha eco' na composição de seus produtos. No EcoMais, reservamos um espaço especial para que o público conheça as novidades em materiais ecologicamente corretos e se inspire na criação de suas coleções", destaca o presidente da Assintecal, Oséias Schroeder.

Estarão no Espaço EcoMais as empresas Artecola, Amazonas, Ecológica, Criart By Brasil, JR Dublagens, Discover, MRJ Injetados de Saltos e Solados, Albercan, WOLFSTORE, Rollatextil, Reciclau, Comlasa, Magma, Metalúrgica Reuter e Daniel Metais e Plásticos.

 

Sobre o Inspiramais

A segunda edição do INSPIRAMAIS - Salão de Design e Inovação das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos acontecerá de 27 a 29 de julho no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo e reunirá 80 expositores do setor coureiro-calçadista para apresentar seus lançamentos em matérias primas e componentes para os segmentos de calçados, couro artefatos, têxtil e moveleiro para o Inverno 2011.  "O INSPIRAMAIS é um ação de estímulo às novas idéias que pretende valorizar o produto nacional, incentivando e trazendo muito mais conhecimento através de oficinas especializadas e profissionais de primeira linha", conta Oséias Schroeder, presidente da Assintecal by Brasil.

Outra característica do Salão é exaltar a moda brasileira por meio das fontes de inspiração nativas, apresentando  as principais características do made in Brazil para o mundo. "O Inspiramais é a oportunidade de fortalecer nossa identidade de moda brasileira ao mundo. E isso certamente poderá contribuir a partir do desenvolvimento das matérias primas - tecidos, couros, fivelas, botões e todos os outros materiais", conta Walter Rodrigues, estilista e coordenador do núcleo de design da Assintecal by Brasil, realizadora do evento.

O INSPIRAMAIS será realizado no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo e irá receber também compradores nacionais dos principais Arranjos Produtivos Locais (APLS) e potenciais compradores e designers internacionais, convidados pelos Projetos: Comprador e Embaixadores.

A realização é da Assintecal - Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos, com apoio da ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, SEBRAE Nacional, e Apex-Brasil - Agência Brasileira de Promoção a Exportações e Investimentos. O evento conta com o patrocínio oficial da Artecola, Amazonas, Cipatex, Petrobras, Sappi, Solvay e Sintex e os serviços da Amazonas Logística como transportadora oficial. Mais informações  no site  www.inspiramais.com.br.

Além dos estandes, o Salão promoverá também atividades paralelas abertas aos visitantes, que pretendem agregar na reciclagem de informações Seminário de Design e Tecnologia, Oficinas de Criação, Palestras, Visitas Guiadas são algumas das ações programadas para o 2º Inspiramais.

 

Serviço

2º Salão INSPIRAMAIS - Salão de Design e Inovação de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos

Data: 27 a 29 de julho de 2010, das 13 às 20h

Local: Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (Rua Frei Caneca, 569, Cerqueira Cesar, SP).

Por: Cimey Gadelha e Carlos Lopes (www.maquinario.com.br).

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