Estranhas decisões judiciais têm chamado a atenção da sociedade e colocado em xeque o judiciário.
Ontem, numa liminar de última hora, a mulher do traficante Abadia, condenada há mais de 11 anos de prisão, foi beneficiada com o direito de passar natal em casa, sendo remotas suas chances de voltar a prisão. Há meses, vem se arrastando uma briga judicial envolvendo a família Sarney e o jornal Estado de São Paulo, onde após o jornal ser censurado por um Desembargador suspeito e absolutamente incompetente, o processo foi remetido para outro Estado, mantendo-se a decisão.
Outro caso, envolve o engenheiro Luiz Celio Bottura, respeitado consultor paulista especializado em transportes e urbanismo, que após ver seu filho, de 28 anos de idade, se separar de um casamento de três anos com a filha do construtor paulista, Adalberto Bueno Netto, entrou num litígio com o sogro do filho por uma sociedade envolvendo o empreendimento Golf Village, de 1,7 bilhões. Um mês depois de obter uma liminar determinando o bloqueio do empreendimento, o filho do Engenheiro Luiz Célio Bottura foi surpreendido com uma Ação de Alimentos de mais de oitenta mil reais mensais, que mesmo rejeitada liminarmente pela Juíza de 1º. Grau foi reformada, sem nenhum contraditório, pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que entendeu ser presumida a necessidade da ex-esposa, jovem de 26 anos de idade e sem filhos, de receber a mesadinha de oitenta e seis mil reais por mês.
Dois meses depois, após ser representado pela ex-esposa, o filho do Engenheiro Luiz Celio Bottura foi preso através de um mandado de prisão assinado por um Juiz de Plantão de Mato Grosso do Sul e absolvido, duas semanas depois, sumariamente pelo Titular, que afirmou sequer haver crime nos atos relatados na denúncia assinada pela ex-esposa. “Infelizmente, enquanto continuar a existir a inviolabilidade do magistrado pelos erros cometidos, continuaremos a ser vitimas de decisões duvidosas.” afirma Eduardo Bottura, filho do Engenheiro Luiz Celio Bottura. Quando o caso de Eduardo Bottura se tornou conhecido no Mato Grosso do Sul e CNJ, sete Desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul se declararam suspeitos.
Por: Rodrigo Prada, Jornalista. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.



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