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ONU declara 18 de julho o “Dia Internacional de Nelson Mandela”

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Em ação tardia, mas justa, a Organização das Nações Unidas (ONU) declara 18 de julho como o “Dia Internacional de Nelson Mandela”, homenageando o Ex-Presidente Sul Africano e Nobel da Paz, que completou hoje 92 anos (se alguém deve ter seu aniversário comemorado em todo mundo, este é Nelson Mandela).

O anúncio foi feito pela Assembleia geral da ONU para comemorar toda a contribuição de Mandela à humanidade; para a paz e a liberdade, que lhe rendeu merecidamente o Nobel da Paz em 1993. O primeiro “Dia Internacional de Nelson Mandela” foi celebrado com muitos eventos, jogos e homenagens em todo o Mundo.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, associou a imagem de Mandela aos “mais altos valores da humanidade e das Nações Unidas”. Diversos líderes internacionais e africanos homenagearam Mandela em pronunciamentos, dentre eles o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama que afirmou: “Os Americanos estão se esforçando para seguir o exemplo de Mandela, de tolerância, compaixão e reconciliação... Somos gratos por continuar abençoados com sua visão extraordinária, liderança e espírito”.

nelson-mandelaPara homenagear os 67 anos de serviços prestados pelo líder Sul Africano à política do país e à humanidade, os Sul Africanos dedicaram 67 minutos (1 hora e sete minutos) de seu dia para trabalhar em obras de caridade. Outros ganhadores do Nobel da Paz também homenagearam Mandela, entre os quais, o ex-presidente Norte Americano Jimmy Carter e Desmond Tutu; que como Mandela também é um importante personagem histórico da África do Sul na luta contra o Apartheid.

Por toda sua luta pela liberdade, pelos Direitos Humanos e contra o Apartheid, pelos quase 30 anos em que ficou preso por exigir que os negros Sul Africanos tivessem os mesmos direitos que os brancos, por toda a contribuição e exemplo para a humanidade; Nelson Rolihlahla Mandela merece ter seu aniversário imortalizado, assim como o respeito e gratidão de todos no mundo.

Por: Roberto L. Barricelli ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

G20 se reunirá em Toronto, no Canadá

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Toronto vai em breve dar as boas-vindas ao mundo para a Cúpula do G20, que será realizada em 26 e 27 de junho de 2010. O G20 em Toronto vai reunir líderes mundiais e a mídia internacional em uma das cidades que tem a maior taxa de diversificação do mundo, que se orgulha de ser líder em questões ambientais, que é o centro do setor financeiro do Canadá e também um local cada vez mais atraente para turismo e convenções, atividades culturais e artísticas.

Para ajudar a mídia a cobrir a Cúpula do G20 em Toronto, um vídeo "b-roll" com tomadas da cidade foi distribuído via satélite em 10 de junho de 2010 (10 e 11 de junho para os mercados dos Estados Unidos). O vídeo, de 10 minutos, tem imagens da linha do horizonte de Toronto, da orla e da mundialmente famosa CN Tower, do centro de negócios do centro da cidade e distrito financeiro, dos vários bairros de Toronto e de vistas aéreas da cidade. Detalhes técnicos para baixar essas imagens são fornecidos mais adiante neste texto. O "b-roll" está disponível em formato HD a pedido.

Nas semanas anteriores à Cúpula, a Cidade de Toronto, Tourism Toronto e Invest Toronto trabalharam juntos para fornecer oportunidades para a mídia visitar Toronto e aprender mais sobre as atrações da cidade. Vários tours e oportunidades para conhecer diretamente líderes de negócios, políticos e líderes de outros setores darão à mídia uma excelente perspectiva sobre o papel de liderança de Toronto em termos mundiais. Durante a Cúpula do G20, estarão também à disposição da mídia parceiros de Investimento e de turismo da cidade que continuarão destacando os pontos de interesse da cidade.

Um web site especial foi criado para que os meios de comunicação de todo o mundo possam acessar com rapidez as informações de que precisarem sobre Toronto. A mídia pode visitar: www.g20torontomedia.com. Durante a Cúpula do G20, membros da mídia podem ligar para o telefone 416-397-0777 para contatar funcionários da cidade e pedir assistência sobre informações sobre programas na cidade, setores de investimento, financeiro e de negócios de Toronto e assuntos culturais ou relacionados ao turismo. A mídia pode também contatar os funcionários da Cidade na central da mídia para obter mais informações.

Toronto é a maior cidade do Canadá e tem um dos setores financeiros e bancários mais estáveis do mundo. Tem 2,6 milhões de habitantes que representam, com orgulho, mais de 100 culturas que falam mais de 140 idiomas. Metade dos habitantes de Toronto nasceram fora do Canadá. Essa diversidade enriquece os bairros de Toronto e fornece aos empregadores um pool de talentos com experiência internacional para ajudá-los a competir no mercado global.

As torres do centro de Toronto abrigam várias das principais companhias do Canadá. Toronto é também onde está instalado o setor de serviços financeiros da América do Norte que cresce com mais rapidez, a terceira maior Bolsa de Valores (TSX), o terceiro maior centro de tecnologia e de informações e o quarto maior centro de biotecnologia. Toronto é também considerada uma das cidades onde é mais fácil conduzir negócios, e o setor bancário de Toronto foi considerado como o mais sólido no mundo por dois anos consecutivos. Toronto é também membro do Grupo C40 das principais cidades do mundo que estão empenhadas em abordar seriamente as questões de mudança climática. O prefeito de Toronto, David Miller, é presidente do C40 desde 4 de junho de 2008.

A cena cultural de Toronto faz com que a cidade seja um local vibrante e cheio de vida - um dos melhores locais na América do Norte para teatro, balé, ópera, museus, galerias de arte e festivais. Toronto é também onde estão baseadas equipes profissionais de basquete, futebol, beisebol e hóquei. Atrações mundialmente famosas incluem Art Gallery of Ontario, Royal Ontario Museum, National Ballet of Canada e Four Seasons Centre for the Performing Arts (opera). Os principais eventos de Toronto incluem o Festival Internacional de Cinema de Toronto, Pride Week e Nuit Blanche e festivais de rua e feiras que são realizados em partes diferentes da cidade.

Da PR Newswire Brasil

Brasil, Irã e Turquia comemoram, mas os Estados Unidos e a ONU...

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Enquanto Brasil, Irã e Turquia comemoraram o acordo de cooperação nuclear fechado recentemente, os Estados Unidos e outras potências ocidentais irão discutir uma possível quarta rodada de sanções contra Teerã.

Para os EUA o acordo é incompleto e não atende às necessidades de controle e inspeção quanto ao programa nuclear iraniano. Segundo o acordo selado, o Irã trocará 1.200 kg de urânio de baixo enriquecimento por 120 kg de combustível nuclear para um reator de pesquisas médicas em Teerã.

Ainda foi negociada a presença de inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) no Irã, para vistoriar o programa de enriquecimento de urânio. Segundo o chanceler brasileiro, Celso Amorim, o governo iraniano se comprometeu a enviar uma carta à AIEA, para formalizar o acordo.

O acordo representa uma vitória para Lula, mas pode lhe gerar certa e breve indisposição com Washington, que ainda crê que sanções sejam melhores que negociações. Tomar cuidado com questões delicadas é essencial, mas não significa que o Brasil foi enganado pelo Irã, ou “passado para trás”.

A fresta foi aberta, para passar pela porta é necessário ter paciência, coerência e negociação pacífica (não pressão). Debater civilizadamente e buscar soluções pacíficas não faz com que os outros te respeitem (ou temam) menos.

O Conselho de Segurança da ONU ainda debaterá sobre as sanções, as quais o Brasil posicionou-se contra; postura que pode atrapalhar as ambições do país em desempenhar um papel de maior destaque dentro do Conselho. Como em todas as decisões, há os prós e os contras, cabe ao Presidente Lula analisar e pesar os riscos que assume.

O acordo não resolve o impasse nuclear, mas é o primeiro passo. De um lado o Brasil defendendo a volta do Irã à mesa de negociações; mesmo este deixando claro que não abandonará o enriquecimento de urânio completamente, o que não é problema desde que usado para fins pacíficos.

Do outro lado as maiores potências mundiais declarando apoio à continuidade das sanções e pressões, como único meio eficiente de garantir a “paz”. Há muita preocupação em impedir produções de armas nucleares, mas não há nenhuma sobre a destruição daquelas já existentes.

Se o acordo for respeitado, ficamos perto de uma solução pacífica e que agrade a todos. Caso o Irã utilize o combustível nuclear ou seu programa de enriquecimento de urânio para outros fins, Brasil e Turquia terão cometido um erro histórico.

Por: Roberto Barricelli.
Fonte: Reuters.
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Mais um prêmio internacional para o Presidente do Brasil

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O Presidente da República Federativa do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, receberá mais um prêmio internacional, desta vez das mãos da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula receberá o prêmio de “Campeão Mundial da Luta contra a Fome” do Programa Mundial de Alimentos (PMA).

O Presidente do Brasil deve agradecer ao Programa Fome Zero, por mais este prêmio internacional. Para àqueles que não lembram, ou não sabem, Lula foi eleito “Personalidade do Ano”, em 2009, pelos jornais “Le Monde Diplomatique” (Francês) e “El País” (Espanhol) e como um doa 25 líderes mais influentes do mundo, pela Revista “Time” semana passada.

A diretora-executiva da agência da ONU, Josette Sheeran, virá ao Brasil neste domingo (09/05/2010) para visitar cidades próximas à Brasília assistidas pelo “Fome Zero” e avaliar o impacto do programa nessas áreas. Sheeran será responsável pela entrega do prêmio ao Presidente Lula.

No Brasil, Lula continua esperando receber algum prêmio de renome, ou pelo menos eleger sua sucessora ao Planalto, a Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Será que Lula tem a mesma influência internacional indicada pela “Time”, em seu próprio país; suficiente para eleger Dilma?

Por: Roberto Barricelli.
Fonte: Reuters.

Irã testa míssil e é alvo de mais críticas

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O Irã testou um míssil capaz de atingir Israel e as bases Estado Unidenses no Golfo Pérsico nesta última quarta-feira (16 de dezembro). O Governo do Estados Unidos alegou que o teste do míssil, conhecido como Sejil 2, deve ser encarado com seriedade pelas demais nações e que é contraditório às alegações do Irã de que seu programa nucelar possui fins pacíficos.

Se depender do Primeiro-Ministro Britânico, Gordon Brown, novas sanções contra o programa nuclear iraniano deverão ocorrer. Tanto Inglaterra como EUA apóiam sanções contra empresas estrangeiras que forneçam gasolina ao Irã.

No entanto essa “tática” de prejudicar o fornecimento de gasolina ao Irã como forma de sanção não parece abalar o país, que informou através de um alto funcionário para questões energéticas que nem essa sanção e nem as possíveis restrições às importações iranianas de gasolina surtirão qualquer efeito, pois “o Irã possui uma vasta lista de fornecedores”.

Segundo o contestado Presidente Iraniano, Mahmoud Ahimadinejad, “...a nação iraniana tem muitos inimigos, mas não precisa de uma bomba atômica para se defender”. Ahimadinejad ainda afirmou que “as armas nucleares não conseguiram salvar a União Soviética do colapso. O Irã se opõe a armas atômicas e apoia o desarmamento nuclear".

A questão deverá ser encaminhada no começo de 2010 ao Conselho de Segurança da ONU e um grupo de seis países – EUA, China, Rússia, Grã-Bretanha, França e Alemanha - analisarão quais serão as medidas tomadas para “conter as ambições nucleares iranianas”; Teerã nega qualquer ambição que não seja de cunho pacífico.

Por: Roberto Lacerda Barricelli. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

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