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Balança pode ser falsa referência quando o assunto é emagrecimento

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balanca-enganosaMuito comum, quando o assunto é emagrecimento, a relação perda de peso e balança é o parâmetro adotado pelas pessoas como guia de sucesso ou fracasso. Todavia, a balança, da farmácia ou do banheiro de casa, mede a quantidade de massa total do organismo (músculo, gordura e água) e não especificamente a perda de gordura branca (gordura ruim - LDL). Sendo assim, se houver perda de músculo ou água o ponteiro da balança também irá cair. E, se ocorrer o aumento de massa magra, o resultado será aumento de peso.

O nutrólogo e ortomolecular Dr. Antonio Pacileo, da clínica Health, faz um alerta: “A gordura branca (ruim), dentro da composição corporal, é a que menos pesa, só ocupa espaço. Por exemplo: uma pessoa normal, com gasto calórico normal, consegue perder no máximo 750g de gordura por semana. Por isso, temos que tomar cuidado com a palavra emagrecer. A frase: “Emagreci 10 kg em 1 mês” é muito forte. Provavelmente houve a perda de músculo”.

Hoje, os médicos são unânimes quando o assunto é emagrecimento. Ter saúde, acima de emagrecer, é a importância apontada diariamente pelos profissionais. “É necessário ter um equilíbrio metabólico. Pode acontecer da pessoa magra não ter saúde por lhe faltar a quantidade de músculo necessária para o seu organismo, uma sarcopenia (do grego: “pobreza de carne”, ou seja, perda da força muscular pela ausência de músculo, que gera fragilidade e a redução do equilíbrio). E, por isso, o corpo começa, incansavelmente, a trabalhar para compensar o desequilíbrio na produção de energia, resultando em doenças neurodegenerativas (em que ocorre a destruição progressiva e irreversível de neurônios, como Parkinson, Alzheimer, entre outras) e relacionadas ao envelhecimento”, destaca Dr. Pacileo.

A eliminação da gordura “ruim” do corpo é necessária para prevenir doenças, porém com cuidado. “Nem sempre a certeza de que emagreceu devido a calça mais larga, dos elogios dos amigos e a diminuição do número registrado na balança, é bem vista pelos médicos. Será que não está acontecendo perda de água ou, até mesmo, de músculo? A melhor forma de conseguir mensurar a real relação entre a massa muscular e a gordura branca é através do exame de bioimpedância, que detalha os percentuais de gordura que estão debaixo da pele e entre os órgãos, massa magra e água corporal. Todavia, é mais do que importante um acompanhamento profissional para ler o resultado e indicar um tratamento correto”, reforça o nutrólogo e ortomolecular Dr. Antônio Pacileo.

Para saber mais acesse: www.healthy.com.br.

Por: Priscilla Rosa, Jornalista e Assessora de Imprensa ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).
Fotos: Great Assessoria e Comunicação.

Campanha de orientação aos consumidores nas feiras livres de São Paulo (SP)

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O Conselho Regional de Nutricionistas - 3ª Região - São Paulo e Mato Grosso do Sul estende para o mês de julho a Campanha das Feiras Livres na cidade de São Paulo. A Equipe do CRN3 estará em feiras livres na Vila Carrão, Jd. Grimaldi, Três Marias e Jd. Aricanduva, ensinando como obter um melhor aproveitamento de frutas, verduras e legumes da época, além de orientar como armazenar e manipular os alimentos.

São Paulo - Julho de 2010 - Uma equipe do CRN3, composta por nutricionistas e alunos do curso de Graduação em Nutrição, da Uninove, orientará a população da cidade de São Paulo, sobre o consumo de frutas, verduras e legumes, através do calendário de safras, além de dar dicas de manipulação, armazenamento e receitas com partes não convencionais dos alimentos (cascas, talos, folhagens e bagaços).

A equipe do CRN3 estará presente nas feiras realizadas nos seguintes endereços:

08/07 (quinta-feira) Rua General Porfírio da Paz, 371 - Jd. Grimaldi, 8h às 12h.

13/07 (terça-feira) Rua Municipal, 1.213 - Três Marias, 8h às 12h.

14/07 (quarta-feira) Rua São Valentim, 81 - Vila Carrão, 8h às 12h.

15/07 (quinta-feira) Rua General Porfírio Da Paz, 371 - Jd. Grimaldi, 8h às 12h.

16/07 (sexta-feira) Avenida Odilon Pires - Jd. Aricanduva, 8h às 12h.

20/07 (terça-feira) Rua Municipal, 1.213 - Três Marias, 8h às 12h.

21/07 (quarta-feira) Rua São Valentim, 81 - Vila Carrão, 8h às 12h.

22/07 (quinta-feira) Rua General Porfírio da Paz, 371 - Jd. Grimaldi, 8h às 12h.

23/07 (sexta-feira) Avenida Odilon Pires - Jd. Aricanduva, 8h às 12h.

O Conselho Regional de Nutricionistas - 3ª Região - São Paulo e Mato Grosso do Sul faz a Campanha das Feiras Livres na cidade de São Paulo, em parceria com o Instituto Ovos Brasil. Esta ação já foi realizada, em maio deste ano, nas regiões de Sorocaba e São José dos Campos.

Sobre o Conselho

O Conselho Regional de Nutricionistas (CRN) - 3ª Região foi criado em 09 de junho de 1980 e abrange os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A entidade tem como missão fiscalizar e orientar os profissionais da área, em nutrição e dietética, objetivando proteger a saúde da população.

A Dra. Olga Maria Silverio Amancio é a Presidente do Conselho. A sede da entidade está situada na cidade de São Paulo, à Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1.461 - 3º Andar, Torre Sul, Jardim Paulistano.

O Conselho tem delegacias nas cidades de Bauru, Campinas, Campo Grande, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto e São José dos Campos.

Conselho Regional de Nutricionistas / 3ª Região / (São Paulo e Mato Grosso do Sul): http://www.crn3.org.br/home.php

Por: Claudia Reis, Jornalista da Ricardo Viveiros - Oficina de Comunicação. E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Pessoas hipermóveis têm mais chance de desenvolver a fibromialgia

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A hipermobilidade articular é um problema que atinge 30% da população e pode ser uma das causas da fibromialgia, uma síndrome dolorosa não-inflamatória, caracterizada por dores musculares, fadiga, cansaço e dor em pontos dolorosos específicos no corpo. A fisioterapeuta Neuseli Marino Lamari, professora da Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp) e autora de artigos sobre a hipermobilidade, explica que a hipermobilidade também pode causar tendinites e bursites, lesões de ligamentos, desvios na coluna vertebral e nos joelhos e até mesmo a incontinência urinária

Muitas pessoas encostam as mãos no chão inclinando apenas o tronco, esticam os joelhos para trás e colocam o polegar no antebraço, tudo isso sem sacrifício. Aí está uma das provas da elasticidade exagerada, fora dos padrões esperados de flexibilidade. Este é um defeito genético dos tecidos moles tais como tendões e ligamentos. Os contorcionistas dos circos são um exemplo clássico dos níveis de flexibilidade articular que um portador do defeito genético pode alcançar. Os movimentos realizados chamam a atenção pela amplitude e pelo fato de serem impossíveis para uma pessoa considerada normal.

Em uma pesquisa sobre o assunto, Neuseli descobriu que grande parte das queixas de dores na coluna, no ombro, no joelho e muitas outras, entre trabalhadores de indústrias, são identificados casos de portadores de hipermobilidade. Somente na industria têxtil, foram encontrados 27,7% dos casos. “Há muitas pessoas que procuram os consultórios reclamando de dores no corpo e o diagnóstico de hipermobilidade nunca foi feito. O ideal seria que em toda rotina de exame físico se incluísse o teste para detectar o portador. Mas este teste ainda é desconhecido pela maioria dos profissionais da saúde”, afirma.

Para o diagnóstico, é realizado um procedimento físico rápido e sem custo. O mais utilizado é o Método de Beighton, um exame simples e sem a necessidade de equipamentos, que vai apontar quais os pontos de elasticidade no corpo do paciente. Caso o exame acuse frouxidão em pelo menos cinco dos nove pontos corporais analisados, o paciente pode ser considerado um portador da hipermobilidade. "A flexibilidade corporal faz com que o paciente perca o eixo do corpo. É como se o paciente perdesse o equilíbrio do corpo, sem perceber que isso acontece", diz.

A flexibilidade varia de acordo com o sexo, idade, raça entre outros e pode estar relacionada à algumas doenças como a Síndrome de Hellers Danlos e à composição corporal (com o predomínio de algumas fibras colágenas). Mas, de acordo com Neuseli, o problema é resultado da seleção natural. Alguns grupos apresentam maior incidência como as mulheres e os negros. As crianças manifestam a hipermobilidade de forma mais acentuada e a amplitude dos movimentos pode ficar menor com o passar do tempo. Entretanto, o paciente carrega o problema por toda a sua vida e a flexibilidade corporal não vai depender de fatores como treinamentos e temperatura do ambiente e do corpo.

A hipermobilidade não tem cura. O paciente, portanto, deve tomar alguns cuidados para evitar complicações como não realizar tarefas com repetitividade, reeducar-se quanto à sua postura, evitar esportes de impacto e realizar exercícios especiais. As mulheres devem realizar, além das atividades tradicionais, exercícios para o fortalecimento da musculatura que sustenta a bexiga e o intestino.

Não há um consenso para quais os níveis ideais de flexibilidade para a saúde de um indivíduo. “O que podemos afirmar é que movimentos como tocar as mãos nos pés ao fletir o corpo para frente não é uma tarefa considerada normal. O esperado é que não se consiga”, finaliza.

Tratamento

O tratamento para a hipermobilidade corporal é rápido e fácil. Porém, deve ser iniciado na infância, antes do surgimento dos problemas. Neuseli explica que o diagnóstico precoce é uma das chaves para a solução. A fisioterapia auxilia o paciente na reeducação postural. "Nas primeiras sessões o paciente sai da clínica como se estivesse andando de joelhos. Mas, depois, com a continuação do trabalho, ele vai perceber o alinhamento correto", diz.

Fonte: Neuseli Marino Lamari; Fisioterapeuta, doutora em Ciências da Saúde pela Famerp, fundadora do Serviço de Fisioterapia do Hospital de Base de Rio Preto, coordeandora da pós-graduação Lacto Senso, professora e orientadora da pós-graduação Stricto Senso da Famerp; Possui publicações científicas na área de hipermobilidade, coluna vertebral e membros superiores.

Por: Danielle Terenci, Jornalista da Guimarães Comunicação.

Relatório aponta para uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil

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Agrotóxicos que apresentam alto risco para a saúde da população são utilizados, no Brasil, sem levar em consideração a existência ou não de autorização do Governo Federal para o uso em determinado alimento. É o que apontam os novos dados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quarta-feira (23), em Brasília (DF).

Em 15 das vinte culturas analisadas foram encontrados ingredientes ativos em processo de reavaliação toxicológica (http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/anvisa/anvisa/sala+de+imprensa/noticias/reavaliacao+de+agrotoxicos+10+anos+de+protecao+a+populacao) junto à Anvisa, devido aos efeitos negativos desses agrotóxicos para a saúde humana. "Encontramos agrotóxicos, que estamos reavaliando, em culturas para os quais não estão autorizados, o que aumenta o risco tanto para a saúde dos trabalhadores rurais como dos consumidores", afirma o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano.

Nesta situação, chama a atenção a grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com endossulfan, de cebola e cenoura contaminados com acefato e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós. Além de serem proibidas em vários países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil.

De acordo com o diretor da Anvisa, "são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer". "Apesar de serem proibidos em vários locais do mundo, como União Européia e Estados Unidos, há pressões do setor agrícola para manter esses três produtos no Brasil, mesmo após serem retirados de forma voluntária em outros países", pondera Barbano.

A Anvisa realiza a reavaliação toxicológica de ingredientes ativos de agrotóxicos sempre que existe algum alerta nacional ou internacional sobre o perigo dessas substâncias para a saúde humana. Em 2008, a Agência colocou em reavaliação 14 ingredientes ativos de agrotóxicos, dentre eles o endossulfan, o acefato e o metamidofós.

Juntos, esses 14 ingredientes representam 1,4 % das 431 moléculas autorizadas para serem utilizadas como agrotóxicos no Brasil. Entretanto, uma séria de decisões judiciais, também em 2008, impediram, por quase um ano, a Anvisa de realizar a reavaliação desses ingredientes.

De lá pra cá, a Agência consegui concluir a reavaliação de apenas uma molécula: a cihexatina. O resultado da reavaliação prevê que essa substância seja retirada do mercado brasileiro até 2011. "Todos os citricultores que exportam suco de laranja já não utilizam mais a cihexatina, pois nenhum país importador, como Canadá, Estados Unidos, Japão e União Européia, aceita resíduos dessa substância nos alimentos", diz o gerente de toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meirelles.

Para outras cinco substâncias, a Anvisa já publicou as Consulta Públicas e está na fase final da reavaliação. Nesses casos, houve quatro recomendações de banimento (acefato, metamidofós, endossulfan e triclorfom) e uma indicação de permanência do produto com severas restrições nas indicações de uso (fosmete).

Confira aqui a evolução das importações http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/72f6100042f58cd48aa79e536d6308db/Importa%C3%A7%C3%B5es.pdf?MOD=AJPERES de agrotóxicos no país.

Balanço

Outra irregularidade apontada pela PARA foi a presença, em 2,7% das amostras dos alimentos coletadas, de resíduos de agrotóxicos acima dos permitidos. "Esses resíduos evidenciam a utilização de agrotóxicos em desacordo com as informações presentes no rótulo e bula do produto, ou seja, indicação do número de aplicações, quantidade de ingrediente ativo por hectare e intervalo de segurança", explica Meirelles

Tiveram amostras, ainda, que apresentaram as duas irregularidades: resíduos de agrotóxicos acima do permitido e ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura. No balanço geral, das 3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade.

Os casos mais problemáticos foram os do pimentão (80% das amostras insatisfatórias), uva (56,4% das amostras insatisfatórias), pepino (54,8% das amostras insatisfatórias), e morango (50,8% das amostras insatisfatórias). Já a cultura que apresentou melhor resultado foi a da batata com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.

Cuidados

Para reduzir o consumo de agrotóxico em alimentos, o consumidor deve optar por produtos com origem identificada. Essa identificação aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade dos alimentos, com adoção de boas práticas agrícolas.

É importante, ainda, que a população escolha alimentos da época ou produzidos por métodos de produção integrada (que a princípio recebem carga menor de agrotóxicos). Alimentos orgânicos também são uma boa opção, pois não utilizam produtos químicos para serem produzidos.

Os procedimentos de lavagem e retirada de cascas e folhas externas de verduras ajudam na redução dos resíduos de agrotóxicos presentes apenas nas superfícies dos alimentos. "Os supermercados também tem um papel fundamental nesse processo, no sentido de rastrear, identificar e só comprar produtos de fornecedores que efetivamente adotem boas práticas agrícolas na produção de alimentos", afirma o gerente da Anvisa.

PARA

O objetivo do PARA, criado em 2001, é garantir a segurança alimentar do trabalhador brasileiro e a saúde do trabalhador rural. Em 2009, o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos da Anvisa monitorou 20 culturas em 26 estados do Brasil. Apenas Alagoas não participou do PARA em 2009.

O Programa funciona a partir de amostras coletadas pelas vigilâncias sanitárias dos estados e municípios em supermercados. No último ano, as amostras foram enviadas para análise aos seguintes laboratórios: Instituto Octávio Magalhães (IOM/FUNED/MG), Laboratório Central do Paraná (LACEN/PR) e para um laboratório contratado, nos quais foram investigadas até 234 diferentes agrotóxicos em cada uma das amostras.

Apesar das coletas realizadas pelo Programa não serem de caráter fiscal, o PARA tem contribuído para que os supermercados qualifiquem seus fornecedores e para os produtores rurais adotem integralmente as Boas Práticas Agrícolas. Prova disso, foi a criação do Grupo de Trabalho de Educação e Saúde sobre Agrotóxicos (GESA)

Integrado por diferentes órgãos e entidades, o Grupo tem como objetivo elaborar propostas e ações educativas para reduzir os impactos do uso de agrotóxicos na saúde da população, implementar ações e estratégias para incentivar os sistemas de produção integrada e orgânicos e, no caso dos cultivos convencionais, orientar o uso racional de agrotóxicos. "Além de orientar, é preciso que o Estado fiscalize de forma efetiva o uso desses produtos no campo e coíba o uso indiscriminado e, até mesmo ilegal, de alguns agrotóxicos", comenta Meirelles.

Os estados também têm realizado diversas ações com o objetivo de ampliar o número de amostras rastreadas até o produtor. Das amostras coletadas em 2009, 842 (26,9%) foram rastreadas até o produtor/associação de produtores, 163 (5,2%) até o embalador e 2032 (64,9%) até o distribuidor. Somente 93 (3%) amostras não tiveram qualquer rastreabilidade

Confira a íntegra do relatório http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/d214350042f576d489399f536d6308db/RLAT%C3%93RIO+DO+PARA+2009.pdf?MOD=AJPERES

Da Assessoria de Imprensa da ANVISA.

Bate-papo com o Doutor Moisés, no Circuito Vilinha

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O pediatra Moises Chencinski vai falar sobre cuidados na primeira infância e saúde infantil em duas palestras gratuitas para os pais que forem ao Centro Comercial na Vila Madalena. Se você quer tirar dúvidas sobre como  melhorar a qualidade de vida do seu filho não pode perder essa chance. O Dr. Moises Chencinski vai responder as questões que afligem e tiram noites de sono dos pais em duas palestras que acontecem este mês.

A primeira é agora no próximo domingo 23 de maio, às 10 da manhã, no Baby Bum Outlet, em Pinheiros. A outra, no sábado, 29 de maio, às 15 horas,  na Casa das Idéias, na Vila Madalena. "Vamos aproveitar a oportunidade para conversar sobre alimentação, vacinação, desenvolvimento geral da criança e até a ida a berçários e escolas. Vamos dar informações simples e práticas que possam tranquilizar os pais e ajudá-los na tarefa de criar os filhos", explica o pediatra.

As palestras do Dr. Moises integram uma série de ações em homenagem às mães promovidas pelo Circuito Vilinha, uma iniciativa de um grupo de lojistas de moda e decoração infantil e prestadores de serviços da Vila Madalena para tornar o bairro um pólo de atração de famílias com filhos para compras, passeios, entretenimento e, agora, troca de informações de maio. Homeopata tira dúvidas dos pais no dia 29.

Sobre o Dr. Yechiel Moises Chencinski

Dr. Moises é médico Pediatra pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.  Formado pelo CEPAH – Centro de Pesquisa e Aperfeiçoamento em Homeopatia e autor dos livros HOMEOPATIA mais simples que parece (2007) e GERAR E NASCER um canto de amor e aconchego (2008). O especialista é Professor do Curso de Especialização em Homeopatia com enfase em Saúde Pública e Estratégias de Saúde da Família da Prefeitura de São Paulo em convênio com o Ministério da Saúde (Programa Nacional de Práticas Integrativas e Complementares – PNPIC). Além de colunistas em sites e revistas especializadas. Site: http://www.doutormoises.com.br
Serviço

Palestras com o Dr. Moises:

Domingo, 23 de maio, às 10 da manhã, no Baby Bum Outlet, Rua Coropés, 88; junto ao Instituto Tomie Ohtake, Pinheiros.

Sábado, dia 29 de maio, às 15 horas, na Casa das Idéias, Rua Fidalga, 174 F, Vila Madalena.

Entrada Franca!!!

Por: Patricia Limeira, jornalista da Ageimagem. Contato: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

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