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Doação voluntária de Medula Óssea

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Cerca de 70% dos pacientes que precisam do transplante de medula óssea dependem de um doador voluntário para o sucesso do tratamento.

O transplante de medula óssea vem sendo bastante divulgado pela mídia, em especial devido ao caso da atriz Drica Moraes, que descobriu ser paciente de leucemia mielóide aguda em fevereiro deste ano e, na manhã de hoje, realizou o procedimento no Hospital Albert Einstein (SP).

Drica recebeu a medula de um doador não aparentado, a partir de busca no REDOME (Resgistro Nacional de Doadores de Medula Óssea) e passa muito bem. Porém, nem todos têm esta mesma sorte. Embora atualmente existam cerca de 1,5 milhão de cadastrados como doadores voluntários, mais de 2.500 pacientes não encontram um doador na família e estão na espera por um doador 100% compatível.

Com o objetivo de mostrar que um simples gesto pode salvar vidas, a ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) realiza anualmente uma campanha de incentivo à doação de medula óssea. Para o esclarecimento de dúvidas com relação ao procedimento do transplante, contamos com a participação de especialistas na onco-hematologia (câncer no sangue), todos os membros do Comitê Científico da ABRALE, além de termos o apoio de pacientes que já enfrentaram a doença, ou ainda estão nesta luta, para compartilhar suas histórias e disseminar que atitudes como esta promovem maior esperança nesta luta diária.

Para ser um doador voluntário é necessário:

Ter entre 18 e 54 anos e estar em bom estado de saúde;

Comparecer a um hemocentro de sua região e cadastrar-se no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea);

Apresentar RG e CPF originais, e fornecer os dados de identificação e localização;

Coletar uma simples amostra de sangue para a realização do exame de compatibilidade, conhecido como Tipagem HLA;

Se houver algum paciente compatível, você será convocado para fazer novos exames.

*Em São Paulo, procurar a Santa Casa de São Paulo.

Transplante de Medula Óssea

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças benignas ou malignas que afetam as células do sangue. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula.

O transplante pode ser autólogo, quando as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor). Ele é dito alogênico, quando a medula ou as células provêm de outro indivíduo (doador). O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

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Da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia.

Exames clínicos: cinco dicas para se preparar corretamente

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Os grandes centros de diagnóstico costumam receber em média 500 pacientes de todas as faixas etárias por dia e seus acompanhantes. Em meio à expectativa da realização do exame e, principalmente, do diagnóstico, muita gente deixa de fazer perguntas simples, mas que contêm informações importantes para o resultado final.

De acordo com Paulo Campana, médico patologista do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), muitas pessoas deixam de se preparar corretamente para os exames, tendo de remarcar a data e retardando o tratamento, pela simples inibição de tirar suas dúvidas no momento do agendamento. Abaixo, cinco dicas do especialista:

1. ALGUNS EXAMES EXIGEM A PRESENÇA DE UM ACOMPANHANTE

"Há exames em que é necessária a presença de um acompanhante maior de 18 anos, como endoscopia, mamotomia, biópsia, agulhamento e artrorressonância. A colonoscopia, por conta da sedação, também não deve ser realizada em pacientes desacompanhados".

2. TODO JEJUM DEVE SER RESPEITADO

"Com exceção do hemograma simples, a maioria dos exames de sangue exige jejum. Para a dosagem de triglicérides e colesterol, por exemplo, são necessárias 12 horas de jejum. Já para a dosagem de glicose, entre oito e 12 horas. Água em pequena quantidade é permitido. Mas vale prestar atenção às recomendações transmitidas no momento do agendamento do exame".

3. SE NÃO FOR URGENTE, PESSOAS GRIPADAS DEVEM ADIAR SEUS EXAMES

"É importante relatar ao atendente, na hora de preencher os dados, se está fortemente gripado, com febre, e inclusive informar se está tomando medicamentos para atenuar os sintomas. Caso o exame não seja emergencial, e o paciente possa adiar por uma semana, tanto melhor".

4. A MENSTRUAÇÃO INTERFERE EM ALGUNS EXAMES

"Alguns exames sofrem interferência direta quando realizados durante a menstruação, como o de urina, a colpocitologia oncótica, a colposcopia e a cultura de secreção vaginal. Nesses casos, não sendo emergencial, pode-se adiar o exame por alguns dias a fim de obter o melhor diagnóstico possível".

5. INGERIR ÁGUA ANTES DO ULTRASSOM MELHORA A VISUALIZAÇÃO

"Geralmente, até a 12ª semana de gestação é necessário ingerir entre cinco e seis copos d'água antes de se submeter ao exame de ultrassonografia. Depois disso já não é tão necessário. Com relação ao ultrassom transvaginal, algumas clínicas dispensam a ingestão de água. Entretanto, recomendamos a ingestão de pelo menos quatro copos d'água, já que isso contribuirá muito para a visualização da região pélvica como um todo".

Fonte: Dr. Paulo Campana, médico patologista do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB) www.cdb.com.br

Por: Heloísa Paiva, Jornalista do www.ppagina.com.br

Relatório aponta para uso indiscriminado de agrotóxicos no Brasil

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Agrotóxicos que apresentam alto risco para a saúde da população são utilizados, no Brasil, sem levar em consideração a existência ou não de autorização do Governo Federal para o uso em determinado alimento. É o que apontam os novos dados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quarta-feira (23), em Brasília (DF).

Em 15 das vinte culturas analisadas foram encontrados ingredientes ativos em processo de reavaliação toxicológica (http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/anvisa/anvisa/sala+de+imprensa/noticias/reavaliacao+de+agrotoxicos+10+anos+de+protecao+a+populacao) junto à Anvisa, devido aos efeitos negativos desses agrotóxicos para a saúde humana. "Encontramos agrotóxicos, que estamos reavaliando, em culturas para os quais não estão autorizados, o que aumenta o risco tanto para a saúde dos trabalhadores rurais como dos consumidores", afirma o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano.

Nesta situação, chama a atenção a grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com endossulfan, de cebola e cenoura contaminados com acefato e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós. Além de serem proibidas em vários países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil.

De acordo com o diretor da Anvisa, "são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer". "Apesar de serem proibidos em vários locais do mundo, como União Européia e Estados Unidos, há pressões do setor agrícola para manter esses três produtos no Brasil, mesmo após serem retirados de forma voluntária em outros países", pondera Barbano.

A Anvisa realiza a reavaliação toxicológica de ingredientes ativos de agrotóxicos sempre que existe algum alerta nacional ou internacional sobre o perigo dessas substâncias para a saúde humana. Em 2008, a Agência colocou em reavaliação 14 ingredientes ativos de agrotóxicos, dentre eles o endossulfan, o acefato e o metamidofós.

Juntos, esses 14 ingredientes representam 1,4 % das 431 moléculas autorizadas para serem utilizadas como agrotóxicos no Brasil. Entretanto, uma séria de decisões judiciais, também em 2008, impediram, por quase um ano, a Anvisa de realizar a reavaliação desses ingredientes.

De lá pra cá, a Agência consegui concluir a reavaliação de apenas uma molécula: a cihexatina. O resultado da reavaliação prevê que essa substância seja retirada do mercado brasileiro até 2011. "Todos os citricultores que exportam suco de laranja já não utilizam mais a cihexatina, pois nenhum país importador, como Canadá, Estados Unidos, Japão e União Européia, aceita resíduos dessa substância nos alimentos", diz o gerente de toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meirelles.

Para outras cinco substâncias, a Anvisa já publicou as Consulta Públicas e está na fase final da reavaliação. Nesses casos, houve quatro recomendações de banimento (acefato, metamidofós, endossulfan e triclorfom) e uma indicação de permanência do produto com severas restrições nas indicações de uso (fosmete).

Confira aqui a evolução das importações http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/72f6100042f58cd48aa79e536d6308db/Importa%C3%A7%C3%B5es.pdf?MOD=AJPERES de agrotóxicos no país.

Balanço

Outra irregularidade apontada pela PARA foi a presença, em 2,7% das amostras dos alimentos coletadas, de resíduos de agrotóxicos acima dos permitidos. "Esses resíduos evidenciam a utilização de agrotóxicos em desacordo com as informações presentes no rótulo e bula do produto, ou seja, indicação do número de aplicações, quantidade de ingrediente ativo por hectare e intervalo de segurança", explica Meirelles

Tiveram amostras, ainda, que apresentaram as duas irregularidades: resíduos de agrotóxicos acima do permitido e ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura. No balanço geral, das 3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade.

Os casos mais problemáticos foram os do pimentão (80% das amostras insatisfatórias), uva (56,4% das amostras insatisfatórias), pepino (54,8% das amostras insatisfatórias), e morango (50,8% das amostras insatisfatórias). Já a cultura que apresentou melhor resultado foi a da batata com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.

Cuidados

Para reduzir o consumo de agrotóxico em alimentos, o consumidor deve optar por produtos com origem identificada. Essa identificação aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade dos alimentos, com adoção de boas práticas agrícolas.

É importante, ainda, que a população escolha alimentos da época ou produzidos por métodos de produção integrada (que a princípio recebem carga menor de agrotóxicos). Alimentos orgânicos também são uma boa opção, pois não utilizam produtos químicos para serem produzidos.

Os procedimentos de lavagem e retirada de cascas e folhas externas de verduras ajudam na redução dos resíduos de agrotóxicos presentes apenas nas superfícies dos alimentos. "Os supermercados também tem um papel fundamental nesse processo, no sentido de rastrear, identificar e só comprar produtos de fornecedores que efetivamente adotem boas práticas agrícolas na produção de alimentos", afirma o gerente da Anvisa.

PARA

O objetivo do PARA, criado em 2001, é garantir a segurança alimentar do trabalhador brasileiro e a saúde do trabalhador rural. Em 2009, o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos da Anvisa monitorou 20 culturas em 26 estados do Brasil. Apenas Alagoas não participou do PARA em 2009.

O Programa funciona a partir de amostras coletadas pelas vigilâncias sanitárias dos estados e municípios em supermercados. No último ano, as amostras foram enviadas para análise aos seguintes laboratórios: Instituto Octávio Magalhães (IOM/FUNED/MG), Laboratório Central do Paraná (LACEN/PR) e para um laboratório contratado, nos quais foram investigadas até 234 diferentes agrotóxicos em cada uma das amostras.

Apesar das coletas realizadas pelo Programa não serem de caráter fiscal, o PARA tem contribuído para que os supermercados qualifiquem seus fornecedores e para os produtores rurais adotem integralmente as Boas Práticas Agrícolas. Prova disso, foi a criação do Grupo de Trabalho de Educação e Saúde sobre Agrotóxicos (GESA)

Integrado por diferentes órgãos e entidades, o Grupo tem como objetivo elaborar propostas e ações educativas para reduzir os impactos do uso de agrotóxicos na saúde da população, implementar ações e estratégias para incentivar os sistemas de produção integrada e orgânicos e, no caso dos cultivos convencionais, orientar o uso racional de agrotóxicos. "Além de orientar, é preciso que o Estado fiscalize de forma efetiva o uso desses produtos no campo e coíba o uso indiscriminado e, até mesmo ilegal, de alguns agrotóxicos", comenta Meirelles.

Os estados também têm realizado diversas ações com o objetivo de ampliar o número de amostras rastreadas até o produtor. Das amostras coletadas em 2009, 842 (26,9%) foram rastreadas até o produtor/associação de produtores, 163 (5,2%) até o embalador e 2032 (64,9%) até o distribuidor. Somente 93 (3%) amostras não tiveram qualquer rastreabilidade

Confira a íntegra do relatório http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/d214350042f576d489399f536d6308db/RLAT%C3%93RIO+DO+PARA+2009.pdf?MOD=AJPERES

Da Assessoria de Imprensa da ANVISA.

Especialista revela benefícios de treinar o cérebro a enxergar melhor

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dr_renato_nevesDos inúmeros avanços da oftalmologia, uma nova técnica não-invasiva - amplamente testada e cientificamente comprovada - começa a ser empregada também no Brasil a fim de melhorar a visão para perto de quem já passou dos 40 anos, bem como daqueles que sofrem de ambliopia (olho preguiçoso) ou passaram por cirurgia ocular. Trata-se do programa RevitalVision.

De acordo com o médico oftalmologista Renato Neves, diretor do Eye Care Hospital de Olhos, o ponto alto do programa que estimula a neuroadaptação é ensinar o cérebro a enxergar melhor sem cirurgia, sem óculos, sem medicamentos e sem riscos ou efeitos colaterais.

"A técnica consiste num programa de 20 sessões de 20 minutos de treinamento cada, que o paciente pode realizar com o auxílio do computador e o monitoramento de um profissional habilitado. Esse procedimento foi baseado no estudo do Prêmio Nobel Dennis Gabor e conta com aprovação do FDA americano para seu uso. Geralmente, depois da décima sessão a pessoa já nota mais facilidade para ler jornal, enxergar em locais com baixa luminosidade e executar tarefas que antes exigiam o uso de óculos para perto", diz o especialista.

Neves, que já está utilizando a nova técnica em seus pacientes, explica que durante as sessões a pessoa é submetida a diversas tarefas visuais que consistem em focar imagens com padrões ligeiramente diferentes no contraste, orientação e tamanho. "Praticando os exercícios duas ou três vezes por semana, o cérebro aprende a ser mais eficiente e a melhorar o processo da visualização, elevando a acuidade em duas linhas da tabela oftalmológica. E o melhor é que não há restrições para se enxergar melhor, nem em termos de idade, nem de condição física. Basta ter acesso a um computador e ter disciplina para realizar as sessões de acordo com as recomendações do oftalmologista".

Por: Heloísa Paiva, jornalista da assessoria Press Página (http://www.ppagina.com.br).

Fontes:

http://www.revitalvision.com/Doctors/ScientificBackground/

Dr. Renato Neves (foto), médico oftalmologista, diretor do Eye Care Hospital de Olhos (www.eyecare.com.br), SP.

Lactobacillus reuteri Protectis da BioGaia reduz o tempo de choro de bebês com cólica

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bio_gaia_logoApós somente uma semana de suplementação, o tempo de choro diário teve uma redução de 74% nas crianças que receberam L. reuteri Protectis, comparado com 38% do grupo de placebo. No final do estudo houve uma diferença substancial entre os dois grupos.

“Estes resultados são compatíveis com estudos anteriores sobre cólica e confirmam o benefício do L. reuteri para bebês que sofrem de cólicas”, disse o Doutor Francesco Savino, do Departamento de Pediatria do Hospital Infantil Regina Margherita, da Universidade de Turim, Itália.

Neste estudo duplo cego, controlado por placebo, 50 bebês com cólica infantil confirmada receberam aleatoriamente dois tratamentos: 10(8) gotas de UFC de L. reuteri Protectis ou de placebo ao dia durante 21 dias consecutivos.

O principal resultado foi a redução do choro diário médio para menos de três horas por dia, que é o limite da cólica, no dia 21. No dia 21, 84% dos bebês que receberam o suplemento L. reuteri Protectis resolveram o problema da cólica (queda para menos de três horas de choro), número substancialmente maior se comparado com 43% do grupo de placebo.

Distribuído pela PR Newswire Brasil

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