Monday, Sep 06th

Last update:03:57:04 AM GMT

Headlines:
RSS
You are here: Home Saúde

Saúde

Presidente da Sociedade Européia do Sono participará de simpósio no Brasil sobre sonolência excessiva

E-mail Imprimir PDF

Neurologista suíço, Claudio Bassetti é referência internacional com diversos estudos sobre o tema. O simpósio também terá a presença de Flávio Alóe, médico especialista em sono do Hospital das Clínicas da USP.

prof-claudio-bassettiA Libbs Farmacêutica promove simpósio satélite sobre “Sonolência excessiva: Causas e opções de tratamento” com a participação do doutor Claudio Bassetti (foto), presidente da Sociedade Europeia do Sono e diretor científico da Sociedade Europeia de Neurologia, durante o XXIV Congresso Brasileiro de Neurologia, no dia 26 de agosto, às 12h30, na sala do 1, do Rio Centro,  no Rio de Janeiro (RJ)

Especialista internacional em medicina do sono, Bassetti é uma referência em sua área de atuação, com mais de 200 estudos publicados e três livros, não só a respeito dos transtornos do sono, mas também sobre doenças cardiovasculares, AVCs (acidentes vasculares celebrais) e transtornos dos movimentos.

“É um profissional muito atuante, com ampla experiência em pesquisa clínica e atendimento a pacientes, o que torna sua vinda ao Brasil uma excelente oportunidade para discutir estudos recentes, prevalência e medicamentos para tratar dos transtornos do sono”, afirma Flávio Alóe, neurologista e neurofisiologista coordenador do Laboratório do Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da USP da Universidade de São Paulo (USP), que também participará do evento abordando causas e tratamentos para sonolência excessiva diurna. A moderadora da conversa será a Stella Tavares, neurofisiologista clínica, coordenadora do Laboratório do Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da USP.

Entre os transtornos do sono, que devem abordados pelos médicos, certamente a Narcolepsia terá uma atenção especial, pois é um distúrbio neurológico caracterizado por um estado de sonolência quase contínua e por crises incontroláveis de sono durante o dia, que deixam o paciente em perigo durante a realização de tarefas comuns, como dirigir, cozinhar, etc. A sonolência excessiva diurna provocada pela narcolepsia pode prejudicar a atenção, a concentração e o humor, trazendo consequências individuais, sociais e econômicas graves.

Por não ser uma doença muito conhecida, os narcolépticos muitas vezes não procuram tratamento médico e são tachados de preguiçosos e dorminhocos. Estes pacientes sofrem também com baixa concentração de atenção; problemas de memória e sono noturno fragmentado com múltiplos despertares e pesadelos. Outros sintomas DA NARCOLEPSIA são: Cataplexia – perda reversível e súbita do tônus da musculatura voluntária, desencadeada por um estímulo emocional ou pela lembrança de uma situação emocionalmente saliente, como riso ou susto; Paralisia do sono – episódio breve no qual não se consegue realizar qualquer movimento voluntário, apesar de ter plena consciência o tempo todo; Alucinações hipnagógicas – geralmente acompanhadas por medo-terror.

Outras enfermidades a serem abordadas são:

apneia-do-sonoSíndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS): caracterizada pelo ronco (tradução sonora que indica diminuição do espaço da via aérea superior durante a passagem do ar) e repetidas obstruções da via aérea superior. A obstrução ocorre pelo fechamento completo (apneia), parcial (hipopneia), esforço respiratório ou limitação ao fluxo aéreo. Trata-se de uma doença grave, que pode surgir desde a infância até a terceira idade, mas tem incidência maior nos homens, na faixa etária de 35 a 65 anos. Os sintomas mais comuns são fragmentação do sono, sonolência diurna e cansaço, comprometimento da capacidade de concentração e da memória, bem como aumento da irritabilidade. Em alguns casos, mesmo tratando a apneia, o indivíduo ainda sente sonolência residual, que precisa ser tratada.

transtorno-circadianoTranstorno do ritmo circadiano do sono associado ao trabalho em turnos: é um distúrbio do sono resultante do desajuste do ritmo do sono e da vigília (estado de alerta) do indivíduo com o ritmo ambiental (noite e dia), gerando prejuízo nas atividades sociais e de trabalho dos pacientes. Assim, no transtorno do ritmo circadiano associado ao trabalho em turnos, o ritmo biológico do indivíduo não é o mesmo exigido pelo seu turno de trabalho devido a mudanças frequentes de turno ou trabalho no período em que o indivíduo normalmente estaria dormindo. A porcentagem da população afetada por este tipo de problema depende de vários fatores, mas costuma ser maior em cidades grandes, onde há um número maior de trabalhadores em turnos. Os pacientes apresentam queda de rendimento no trabalho e têm grandes possibilidades de que cometa erros em tomadas de decisão e sofra com úlceras gástricas, depressão, problemas na gravidez, problemas isquêmicos no coração e faltas no trabalho.

Simpósio - Sonolência Excessiva: causas e opções de tratamento

Data - 26/8, das 12h30 às 13h30

Evento - XXIV Congresso Brasileiro de Neurologia

Período – 24 a 27/8, das 8h às 18h

Local – Rio Centro, localizado na Avenida Salvador Allende, nº 6565, no Bairro de Jacarepaguá, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Sobre a Libbs

Presente no mercado de medicamentos éticos desde 1958, a empresa tem 1.356 funcionários e opera uma moderna fábrica e a unidade de química fina em Embu (SP). Distribuindo medicamentos em todo o País, é um dos poucos laboratórios farmacêuticos no Brasil que mantêm uma unidade industrial de química fina para produção de insumos para a indústria farmacêutica. Um dos maiores laboratórios farmacêuticos de capital nacional, a Libbs tem forte atuação também nas áreas cardiovascular, ginecológica, neuropsiquiátrica, gastroenterológica, respiratória, dermatológica e oncológica.

Por: Clezia Martins Gomes ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

Indústria brasileira vai produzir vacina para esquistossomose

E-mail Imprimir PDF

Primeira vacina com tecnologia brasileira será fabricada pela nacional Ourofino

vacinaO Brasil está pela primeira vez numa posição inédita na área científica.  A vacina contra a esquistossomose – primeira vacina brasileira da história e também a primeira do mundo no combate a vermes - será produzida pela Ourofino, uma indústria 100% nacional.  A doença, também conhecida como barriga d’ água, atinge 200 milhões de pessoas em 74 países e causa 200 mil mortes por ano.

A Ourofino formalizou essa semana a compra da Alvos Consultoria, empresa de fomento que detinha a licença da tecnologia da Fiocruz desde 2005.

“A Ourofino é uma empresa que acredita e investe na pesquisa nacional. Entendemos que o futuro está na prospecção da biotecnologia e no controle das doenças por meio da prevenção”, afirma o diretor de Pesquisa e Inovação, Carlos Henrique.

A médica Miriam Tendler, pesquisadora titular da Fiocruz e coordenadora da equipe que desenvolveu a vacina contra a esquistossomose, está confiante na produção da vacina pela Ourofino. “De nada adianta tanto esforço se as pesquisas permanecerem dentro do laboratório. A tecnologia gerada precisa chegar às populações a que se destina e para isto precisamos de parceria industrial”, diz.

schistosomaFoi no início dos anos 90 que o grupo de pesquisadores da Fiocruz descobriu a proteína SM 14, um antígeno contra o verme Schistossoma mansoni (foto ao lado), causador da esquistossomose. A substância foi um dos seis antígenos prioritários selecionados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso porque a proteína descoberta por Mirian está em todos os helmintos causadores da doença e a técnica utilizada permite a produção de uma vacina mais segura e com maior qualidade. Mais tarde, apenas duas vacinas se mostraram promissoras, sendo a brasileira a mais abrangente e de maior impacto.

Descobriu-se também, posteriormente, que a mesma proteína SM 14 também serve na proteção contra a fasciolose hepática, doença que atinge 300 milhões de cabeças de bovinos e ovinos no mundo e causa prejuízos superiores a três bilhões de dólares por ano.

Para a Ourofino, que assumiu as duas vacinas, o acordo vai fazer história. “O Brasil é o primeiro país em desenvolvimento a criar uma tecnologia para o controle de uma doença endêmica. E a Ourofino, que se orgulha de ser 100% brasileira, vai tornar a pesquisa realidade”, diz o presidente-fundador Norival Bonamichi.

O grupo Ourofino, que atua há 23 anos no setor de saúde animal, vai construir uma nova planta para a produção da vacina contra a esquistossomose, que poderá estar disponível até 2015.

Já a vacina contra a fasciolose hepática, que se encontra em estágio mais avançado e poderá ser produzida no próprio complexo da empresa, em Cravinhos-SP, deve chegar ao mercado dentro de dois anos.

Por: Marília Saveri ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

Endometriose a doença da mulher moderna

E-mail Imprimir PDF

 

endometrioseConhecida como a doença da mulher moderna e relacionada ao estilo de vida, a endometriose é caracterizada pelo endométrio - tecido localizado dentro do útero, que se desprende durante a menstruação – que fora da cavidade uterina representa a doença. Atinge cerca de 60% mulheres em idade reprodutiva, alerta a Ginecologista do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa, Emanuelli Alvarenga Silva que orienta as mulheres procurarem um médico quando tiverem cólicas muito fortes, com resistência, que demorem a melhorar com remédios e as impeça de exercer as atividades diárias. A doença atinge mulheres a partir da primeira até a última menstruação, com mais intensidade nas com idade próxima aos 30 anos.

Alguns fatores contribuem para o aparecimento da endometriose como imunidade baixa, número de menstruações, genética, estilo de vida, sedentarismo, alimentação inadequada, estresse e ansiedade. Atualmente a mulher menstrua muito mais do que no começo do século passado, que menstruava mais tarde e engravidava mais cedo, tinha mais filhos e amamentava por longos períodos.

Entre os principais sintomas estão a dismenorreia – cólica menstrual - que muitas vezes ocorre de forma intensa, dor durante a relação sexual, fluxo menstrual irregular, dificuldade em engravidar, alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação.

Os sintomas da endometriose podem confundir o diagnóstico. Caso a doença se assente no ovário, o ginecologista poderá perceber o aumento dos ovários pelo toque. Se atingir a região que fica entre o útero e o intestino - endometriose profunda – a paciente sentirá dor durante o exame de toque quando a região for apalpada. Já quando a doença comprometer o peritônio - tecido que reveste a cavidade abdominal - ficará mais difícil estabelecer o diagnóstico pelo toque.

Depois do diagnóstico, análise da cavidade abdominal e verificação dos pontos comprometidos pela doença é necessário ressecar – se possível - os focos que se encontram nos ovários, trompas, útero, peritônio e intestino, por meio de laparoscopia ou medicamentos. Vale lembrar que a cirurgia deve ser bem avaliada pelo médico uma vez que os tratamentos com medicamentos resultam no controle dos sintomas e estabiliza a doença em fases iniciais.

endometriose_localSegundo a especialista a relação entre a endometriose e a infertilidade feminina pode manifestar-se em alguns casos. “Pacientes em estágio mais avançado da doença e obstrução na tuba uterina têm um fator anatômico que justifica a infertilidade. Questões hormonais e imunológicas também podem ser a causa para mulheres com endometriose não engravidarem. Após o tratamento, parte das pacientes conseguem engravidar, principalmente as mulheres em que as tubas não tiverem sofrido obstrução”, esclarece Drª. Emanuelli.

Em alguns casos, após o tratamento ou retirada de todas as lesões há possibilidades de a doença voltar, já que ela está ligada ao retorno da função menstrual. Em alguns casos é necessário o bloqueio da menstruação por certo tempo para que a paciente se recupere.

Os exercícios físicos ajudam a prevenir a endometriose, uma vez que a endorfina produzida com a atividade causa bem estar e diminui a produção de estrógenos.

As mulheres mais atingidas pela doença são aquelas que têm menos filhos, expostas ao estresse e que engravidam tardiamente, o que faz com que apresentem o estímulo do estrógeno por maior período.

As adolescentes devem procurar o médico assim que apresentar algum sintoma, pois facilitam o diagnóstico precoce, já que neste período, os fluxos menstruais são irregulares, tanto quanto ao número de dias como em intervalo. As cólicas que incapacitam a paciente de ter uma vida normal, durante a menstruação, pode ser o primeiro sintoma da endometriose, que poderá levar à infertilidade na idade adulta.

Por: Marli Popolin e Luciana Ponteli, da MP & Rossi Comunicações ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

Queda de cabelo não é sinônimo de calvície

E-mail Imprimir PDF
queda-de-cabeloMuito valorizada pela sociedade moderna, a aparência física é uma preocupação diária tanto dos homens quanto das mulheres. E, o cabelo, visto como moldura do rosto, tem valor indiscutível como ornamento pessoal. Para muitos, perder fios capilares representa um problema desesperador, pois, diversas vezes, a queda dos cabelos é interpretada como início de calvície.

Entretanto os dermatologistas são unânimes em ressaltar que além de ser normal cair de 50 a 100 fios por dia a queda excessiva de cabelo pode não ser calvície, que é resultado de uma rarefação (afinamento) dos fios capilares, e consequência do uso de produtos químicos, infecções, estresse, uso de medicamentos, anemia, dieta pobre em proteínas, problemas que podem ser revertidos quando tratados.

A dermatologista e cirurgiã Maria Angélica Muricy Sanseverino alerta: “A calvície caracteriza-se pela transformação do pelo grosso (cabelo normal) em “penugem” (cabelo muito fino). Os cabelos vão diminuindo em força, de maneira lenta e progressiva. Os fios continuam no couro cabeludo, só que ficam quase imperceptíveis. Além, é claro, de ser resultado de causa genética, basta à presença de um gene com predisposição a calvície, vindo de um dos pais, para manifestar a patologia”, explica a especialista.

A queda de cabelo tem várias causas. Um exemplo é o uso de produtos, como tinturas, água oxigenada, permanentes, alisantes, descolorantes, entre outros, que podem enfraquecer o fio capilar, quebrar sua haste e levar a sua queda. Outro motivo, muito comum, são as infecções, como uma gripe forte, que pode levar a uma queda excessiva dos fios capilares por 4 semanas.

Hoje, um vilão do problema de queda dos fios capilares que merece destaque é o estresse. Toda vez que existe algum fator que necessite de energia, proteínas, vitaminas ou sais minerais, os cabelos são os que mais sofrem, pois param de receber estes nutrientes que vão para lugares considerados mais importantes pelo organismo. A especialista Maria Angélica Muricy destaca outras causas: “O uso de medicamentos também merece atenção, as pílulas anticoncepcionais podem ter como efeito colateral a queda temporária dos cabelos. Já a anemia, que é a baixa quantidade de hemoglobina no sangue, pode prejudicar a oxigenação do bulbo capilar, resultando em queda do fio”, informa Maria Angélica.

Vista como consequência de muitas causas, a queda de cabelo também pode ser gerada por uma dieta pobre em proteína, pois pode fazer com que o corpo economize os nutrientes que iriam para os cabelos. “Todavia, é muito importante apontar que todas as causas citadas têm tratamento e, quando o processo é revertido, os cabelos voltam a nascer naturalmente”, destaca a especialista da Clinica Muricy.

Para saber mais acesse: www.clinicamuricy.com.br

Por: Priscilla Rosa ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ); Jornalista e Assessora da Great Assessoria e Comunicação. Foto:  Da divulgação.

Mulheres adultas e acne; é comum?

E-mail Imprimir PDF
mulher-acne1Um dos atributos mais importantes para a mulher moderna é a boa aparência. Essa preocupação está diretamente ligada à autoestima e qualquer problema que interfira negativamente nesse aspecto é indesejado. Dentre as ameaças que conspiram contra a beleza da mulher está a acne, que atinge cerca de 30% do público feminino e pode ser considerada um dos problemas mais complicados de se tratar.

O surgimento da acne na mulher, na maioria dos casos, ocorre de duas maneiras: a persistente, que continua após a adolescência e a tardia, que se desenvolve a partir dos 25 anos, provocada pelo aumento de hormônios sexuais (andrógenos). Mas estudos revelam que existem outros fatores que podem justificar o desenvolvimento de acne na mulher, como o estresse, que está ligado diretamente à agitação cotidiana.

“O estresse pode desencadear o quadro de acne, pois nessa situação ocorre a liberação do hormônio cortisol. Este hormônio, por diversas maneiras, estimula a atividade das glândulas sebáceas e com isso há uma piora da acne”, conta a dermatologista e consultora da Galderma, Dra. Luciana Godoi. Um estudo realizado pela Universidade de Leeds, na Inglaterra, revela que a acne nas mulheres aumentou nas últimas décadas. Para se ter uma ideia, em 1979, a doença atingia apenas 10% das mulheres e hoje o percetual subiu para 30%, o que preocupa cada vez mais o público feminino.

Ainda de acordo com a dermatologista, a acne persiste após a adolescência ou por alterações hormonais ou por um aumento na sensibilidade de receptores na pele. “A paciente pode apresentar alteração na dosagem de hormônios ou todos os exames apresentam-se normais, entretanto a pele dessa paciente capta muito mais esses hormônios que estão presentes em níveis normais no sangue”, explica.

Quando a causa é hormonal, o procedimento inicial do tratamento consiste em uma combinação de medicamentos. “Nesses casos, além do uso dos produtos habituais para tratamento da acne, é fundamental uma parceria com o ginecologista e/ou endocrinologista na administração de medicamentos que vão atuar no metabolismo androgênico tecidual”, completa a especialista. Vale ressaltar, que para que os medicamentos proporcionem bons resultados, é necessário que as pacientes não abandonem o tratamento que, geralmente, traz resultados a longo prazo.

Hoje, existem boas opções para combater a acne, como é o caso do Epiduo, da Galderma. O medicamento possui maior facilidade de adesão ao tratamento, baixo potencial de efeitos colaterais e atua em três dos quatro fatores da acne. “A associação adapaleno/peróxido de benzoíla pode ser bastante eficaz na melhora das lesões de acne. A principal vantagem é a comodidade da posologia, já que o mesmo pode ser utilizado apenas uma vez ao dia. Mas é importante sempre tratar associadamente o distúrbio hormonal, caso este exista”, destaca a Dra. Luciana Godoi.

Dra. Luciana Godoi

Graduada em Medicina pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Residência Médica em Dermatologia pela Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).Título de Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Especialização em Cosmiatria pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Membro da Associação Paulista de Medicina (APM). Membro da Academia Americana de Dermatologia (American Academy of Dermatology)


Sobre a Galderma

logo-galdermaGalderma é uma companhia farmacêutica exclusivamente dermatológica, criada a partir de uma joint-venture entre Nestlé e L’Oréal, em 1981. Presente em 65 países, é líder mundial no segmento e, no Brasil desde 1995, já conquistou o segundo lugar no ranking nacional da dermatologia. Especializada em pesquisa, desenvolvimento e comercialização de soluções terapêuticas, corretivas e estéticas para doenças de pele, unhas e cabelos, a Galderma possui centros dedicados à inovação em dermatologia em Sophia Antipolis (sudeste da França), Princetown (New Jersey, EUA) e Tóquio (Japão), além das fábricas localizadas na França, Canadá e em Hortolândia, interior do estado de São Paulo. Para mais informações, visite www.galderma.com.br

Por: Mariana Prado ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ); da Fundamento Comunicação Empresarial.

Página 2 de 12